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13 janeiro 2026

Ensino de contabilidade no YouTube


Eis parte do resumo

O primeiro artigo se concentrou nos materiais didáticos, na forma de vídeos disponíveis no YouTube. Após análise de 108 vídeos, verificou-se que 35% dos vídeos apresentavam algum tipo de concepção equivocada. Além disso, foram observados fatores que podem favorecer, e outros que podem reduzir a incidência de misconceptions no contexto do YouTube. O segundo artigo focou nos estudantes, identificando as percepções e experiências de estudantes de ciências contábeis acerca da aprendizagem de contabilidade por meio de vídeos no YouTube. Foram realizadas 26 entrevistas com graduandos que declararam utilizar YouTube para aprender contabilidade. Os resultados mostram a aplicabilidade da aprendizagem pelo YouTube à Teoria da Aprendizagem Significativa, de modo que a plataforma pode favorecer a aprendizagem, desde que seu uso seja acompanhado de mediação crítica, a fim de evitar concepções equivocadas. No terceiro artigo, com foco nos professores, buscou-se identificar como os saberes necessários à docência se aplicam aos professores que ensinam pelo YouTube. Após realizar entrevistas com 13 desses professores, identificou-se fragilidades e lacunas nos saberes técnicos-científicos, didático-pedagógicos e humanos por parte dos docentes que atuam no YouTube. Os saberes práticos foram considerados mais fortes, abrangendo a prática profissional e docente, bem como o conhecimento prático das particularidades da plataforma. Integrando os resultados dos três artigos, confirma-se a tese de que existem misconceptions em vídeos que ensinam contabilidade no YouTube, sendo que existem características, comportamentos, experiências e saberes relativos aos estudantes e aos professores que utilizam a plataforma que podem contribuir para a disseminação e internalização de misconceptions na área contábil. 

Fiquei curioso para saber como seria feita a análise dos problemas encontrados nos vídeos e isso aparece no capítulo 2 da tese. O pesquisador adotou a Estrutura Conceitual como base - talvez seja o parâmetro menos polêmico e aplicou nos principais termos.  

Índia tem uma proposta para os direitos autorais na IA


A Índia propôs um novo modelo regulatório para inteligência artificial que exige que empresas de IA paguem uma taxa de licença obrigatória, calculada como porcentagem da receita global, para usar obras protegidas por direitos autorais no treinamento de seus modelos. A proposta inclui a criação de uma agência que arrecadaria essas taxas e as distribuiria aos criadores registrados, oferecendo compensação e evitando longas disputas judiciais sobre uso de dados. O plano tem gerado críticas: grupos de tecnologia argumentam que pode desacelerar a inovação, e especialistas afirmam que artistas maiores seriam beneficiados de forma desproporcional, enquanto pequenos criadores receberiam pouco. 

O texto  afirma que o Brasil está pensando em algo próximo. 

Efeitos financeiros na BYD


Vencer a corrida global de veículos elétricos está custando caro à BYD. A gigante chinesa de VEs reportou uma queda de 33% nos lucros no período de julho a setembro, marcando o seu segundo trimestre consecutivo de declínio nos ganhos. O aperto financeiro revela uma empresa presa entre as crescentes guerras de preços domésticos e planos dispendiosos de expansão no exterior.

A BYD cortou os preços dos veículos em até 30% em maio para defender a sua quota de mercado interna, enquanto aumentou os gastos com pesquisa em 31% para alimentar as suas ambições globais. Especialistas esperam que o declínio dos lucros continue, sem um fim claro à vista.

'A BYD está agora numa fase de expansão antes do lucro a nível internacional. ... Isso inevitavelmente pesa nas margens', disse Bill Russo, fundador e CEO da empresa de consultoria Automobility Limited, com sede em Xangai, ao Rest of World. 'A tendência de queda nos lucros da BYD ainda não atingiu o fundo.'

A empresa informou aos investidores que planeja reformular completamente seu modelo de negócios até 2030, visando que as vendas no exterior superem a receita no mercado interno. Essa transformação depende da capacidade da BYD de replicar seu modelo produção de baixo custo da China em mercados com diferentes leis trabalhistas, regulamentações e perceções de marca.

O Rest of World analisou as finanças, inovações e a imagem pública da BYD em cinco gráficos para mostrar em que posição se encontra o maior vendedor de VEs do mundo enquanto aposta na expansão global. (...)

Continue a ler aqui Tradução do Gemini

Scott Adams (1957-2026)

Em várias postagens desse blog falamos dele. Ou melhor, de Dilbert, o personagem que ele criou. Aqui Isabel comenta sobre o presente que recebeu de Claudia Cruz. Usamos também falar sobre boas informações

Também esteve presente lembrando das doidices da contabilidade: 

Aqui onde li sobre a perda de Adams. E o Estado de S Paulo traz um lado sombrio de Adams que, confesso, não conhecia. 

12 janeiro 2026

Previsão sobre o futuro da IA é muito difícil


Essa é a conclusão de um texto do MIT Technology Review. Uma das razões é que a IA é impopular entre o público em geral, mas será verdade? A outra é a questão da política, onde há muita discussão sobre o impacto na tecnologia nas pessoas, especialmente as crianças. 

No meu caso, o texto é interessante pois estou em fase de leitura o livro Imperfect Oracle, de Cass Sunstein, onde o título entrega o foco do livro. Pela obra, a IA não pode fazer previsão. 

Rir é o melhor remédio

 


Fisco italiano exige rastreabilidade nas despesas de deslocamento


Desde o início de 2025, a Itália apertou o cerco nas despesas de deslocamento e representação dedutíveis para fins fiscais. Em resumo, o fisco italiano permite que essas despesas, que inclui alimentação, transporte e estadia, sejam dedutíveis. Mas a nova lei exige que os pagamentos sejam rastreáveis. E isso deve ser feito através de meios de pagamento como transferências bancárias, cheques, cartões de crédito e débito ou outro instrumento, desde que seja possível identificar claramente o pagador.  

Caso não seja possível rastrear o pagamento, a despesa será tributada para fins fiscais.  O fisco italiano deseja aumentar a transparência fiscal e evitar a elisão. A regra atinge não somente as empresas, mas os profissionais autônomos e assalariados. 

Um empresa, com forte controle interno, exigirá isso dos seus funcionários. Mas a questão da regra aqui é fiscal. 

Figura aqui . Fonte: aqui