Um texto da Forbes explica que “laços fracos” — conexões menos íntimas, como conhecidos distantes — podem ser mais valiosos para sua carreira do que amizades próximas, porque circulam em ambientes diferentes, trazendo novas oportunidades e informações que o seu círculo íntimo não oferece. Estudos clássicos e recentes mostram que a maioria das pessoas encontra vagas de emprego e oportunidades profissionais por meio desses conhecidos, e que laços moderadamente fracos tendem a gerar mais mobilidade de carreira do que relações fortes. Além disso, esses vínculos ampliam sua perspectiva e aumentam a sensação de pertencimento, complementando o suporte emocional dos laços próximos com acesso a redes e ideias diversas.
A ideia é de Mark Granovetter (foto), um sociólogo recentemente aposentado, que chamou de A Força dos Laços Fracos.

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