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01 janeiro 2026

Laços fracos de amizade


Um texto da Forbes explica que “laços fracos” — conexões menos íntimas, como conhecidos distantes — podem ser mais valiosos para sua carreira do que amizades próximas, porque circulam em ambientes diferentes, trazendo novas oportunidades e informações que o seu círculo íntimo não oferece. Estudos clássicos e recentes mostram que a maioria das pessoas encontra vagas de emprego e oportunidades profissionais por meio desses conhecidos, e que laços moderadamente fracos tendem a gerar mais mobilidade de carreira do que relações fortes. Além disso, esses vínculos ampliam sua perspectiva e aumentam a sensação de pertencimento, complementando o suporte emocional dos laços próximos com acesso a redes e ideias diversas. 

A ideia é de Mark Granovetter (foto), um sociólogo recentemente aposentado, que chamou de A Força dos Laços Fracos

02 julho 2025

Mark, Max e Marx

 Do blog Market Design: Mark Granovetter está aposentando. E o departamento de sociologia de Stanford mostrou o seguinte gráfico, comparando a citação de Max, Mark e Marx:


Para quem não entendeu. Marx é Karl Marx, o polêmico economista, cientista político e historiador. Max corresponde a Max Weber, o sociólogo que estudou a burocracia. 

Agora um resumo das contribuições de Mark, conforme o GPT: 

Mark Granovetter é um sociólogo norte-americano amplamente reconhecido por suas contribuições à sociologia econômica e à teoria das redes sociais. Ele é professor na Universidade de Stanford e ficou famoso por seu artigo seminal de 1973, "The Strength of Weak Ties" (A Força dos Laços Fracos), no qual argumenta que conexões sociais mais fracas — como colegas distantes ou conhecidos — são, paradoxalmente, mais eficazes do que laços fortes (como amigos íntimos ou familiares) para difundir informações e oportunidades, especialmente no mercado de trabalho.

Granovetter também é conhecido por seu trabalho sobre o conceito de embeddedness (enraizamento), destacando que o comportamento econômico está profundamente inserido em redes sociais e relações pessoais, contrariando a visão tradicional de que os agentes econômicos agem de forma isolada e puramente racional. Seus estudos ajudaram a estabelecer a ponte entre economia e sociologia e influenciaram áreas como ciência política, administração e estudos organizacionais.

Ele chegou a ser um nome cotado para ganhar o Nobel de Economia. Parece que será mais um nome que o Comitê não irá reconhecer. (Além disso, não tente encontrar sobre ele na Wikipedia em língua portuguesa. Leia aqui)