John era um pastor calvinista e fazendeiro inglês que resolveu tentar a vida nas colônias do outro lado do mundo. Ele era bacharel em artes e, ao partir dessa para uma melhor, deixou em testamento suas terras e uma biblioteca de 400 volumes. Foi essa herança que permitiu a criação da Universidade de Harvard. Ao pé da estátua, podemos ver três alunos brasileiros que estudam por lá.
Agora, vamos às famosas três mentiras:
O "Pai" da Criança: John não foi o fundador da universidade; ele apenas deixou a herança que viabilizou o negócio.
O Calendário: A data gravada na estátua não bate com a data real da criação da instituição.
John: A estátua não é de John Harvard. Como o legado do pastor virou cinzas em um incêndio, ninguém sabia como era quando resolveram esculpi-lo. Usaram como modelo um aluno.
Mas a parte boa vem agora. Existe uma tradição de passar a mão no pé da estátua para atrair sorte e conseguir uma vaga na universidade. No pé já é possível notar as marcas da tradição.
O que as pessoas não sabem é há outra tradição: os calouros sobem na estátua e fazem "número 1". De dia, o pessoal passa a mão onde, à noite, os alunos deixaram sua marca.
Essa é a típica situação de informação assimétrica, onde os turistas que tiram fotos durante sua visita não sabem aonde estão colocando a mão.

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