(...) A América Latina tornou-se a escolha óbvia para muitas equipes de contabilidade dos EUA, e aqui está o porquê:
- Educação contábil de classe mundial. As principais universidades da região, como a Universidade de Buenos Aires e a Universidade de São Paulo, possuem programas de contabilidade consolidados com padrões rigorosos. Os graduados ingressam no mercado de trabalho com bases técnicas sólidas e um conhecimento profundo das normas IFRS, o que lhes confere as habilidades necessárias para se adaptarem rapidamente às necessidades das empresas americanas.
- Alinhamento de fuso horário. São Paulo, Bogotá e Cidade do México compartilham a maior parte — ou a totalidade — da jornada de trabalho dos EUA. Isso significa que reconciliações, revisões e aprovações podem ocorrer em tempo real, e não de um dia para o outro.
- Experiência com firmas globais. Muitos profissionais iniciam suas carreiras nos escritórios latino-americanos das "Big Four" (PwC, Deloitte, etc.) ou em multinacionais. Isso significa que as empresas dos EUA podem contratar contadores que já sabem operar conforme os padrões globais e americanos.
- Eficiência de custos. Para empresas que não conseguem acompanhar a aposta de bilhões de dólares da Ernst & Young em salários, a América Latina também oferece uma resposta prática às pressões de custos. As expectativas salariais para profissionais contábeis de alto nível na região são, normalmente, de 30% a 70% menores do que nos EUA, devido às diferenças no custo de vida.
Fonte: aqui

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