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21 junho 2021

Como Gattes comprou a simpatia da imprensa

O Columbia Journalist Review tinha percebido como Bill Gates tinha "comprado" a simpatia da imprensa através da sua Fundação (via aqui). Com um grande orçamento, a Fundação melhorou a reputação pessoal de Gates, inclusive nos processos de monopólio. Durante a pandemia, especialmente no início, Gates era procurado como se fosse um médico. As faltas teorias de conspiração, onde sua fundação foi acusada de inserir chip em vacinas, foi checada pela imprensa. 

A amizade de Gates com pedófilos (foto a seguir, dele e Epstein) e seus problemas com funcionárias da Microsoft tem sido tratado de forma bem tímida por muitos. 



06 maio 2021

Separação de Bill e Melinda Gates e a Filantropia


Bill e Melinda Gates estão se divorciando após 27 anos de casamento, levantando questões sobre o destino de sua vasta fortuna. De acordo com os cálculos da Forbes, sua cisão pode render o maior acordo de divórcio registrado, superando a quebra de 35 bilhões de dólares de Jeff Bezos e MacKenzie Scott, da Amazon. Dadas as prováveis somas envolvidas, o que acontece com os amplos investimentos e obras de caridade dos Gateses será monitorado nos mais altos níveis do governo, das empresas e do setor sem fins lucrativos.

O que está em jogo: O Sr. Gates é a quarta pessoa mais rica do mundo, segundo a Forbes, com uma riqueza estimada em US$ 124 bilhões. A família é a maior proprietária de terras agrícolas nos EUA. Sua empresa de investimento pessoal, a Cascade Investment, possui grandes participações em ativos como a Four Seasons, a Canadian National Railway e a cadeia de concessionárias de automóveis da AutoNation.

Acredita-se que os Gates tenham um acordo pré-nupcial, mas seus detalhes não são conhecidos publicamente. O pedido de divórcio observa que há um contrato de separação em vigor.

Os dois têm enfrentado dificuldades de relacionamento nos últimos anos, Andrew, David Gelles e Nick Kulish relatam no The Times. O Sr. Gates deixou a diretoria da Microsoft e da Berkshire Hathaway em parte para passar mais tempo com sua família.

O que vai acontecer com a Fundação Gates? Os 50 bilhões de dólares sem fins lucrativos é uma das maiores filantropos do mundo, doando cerca de 5 bilhões de dólares por ano para causas como saúde pública global e educação infantil. Mais recentemente, a fundação foi fundamental na formação do Covax, o programa global de vacinação contra o coronavírus. Por enquanto, a fundação diz que pouco mudará na forma como é administrado no dia a dia, mas as pessoas em sua órbita se preocupam que a separação dos seus fundadores possa turvar os planos das organizações sem fins lucrativos. "Juntos eles me asseguraram de seu compromisso contínuo com a fundação que eles trabalharam tanto para construir juntos", disse o chefe executivo da fundação, Mark Suzman, aos funcionários em um e-mail.

(Dealbook, NYTimes, newsletter)

24 abril 2016

18 frases de bilionários

“Parte de ser um vencedor é saber quando já é o suficiente. Algumas vezes, você deve abandonar a luta, se afastar e seguir para algo mais produtivo.”
Donald Trump, empresário e apresentador de TV
Fortuna: US$ 4,1 bilhões

“Eu só sou rico porque sei quando estou errado… Eu basicamente sobrevivi reconhecendo meus erros.”
George Soros, fundador da Soros Fund Management LLC
Fortuna: US$ 24,2 bilhões

“Se você trabalha duro e é determinado, ai conseguir e esse é o ponto final. Eu não acredito em um caminho fácil.”
Isabel Dos Santos, investidora em série
Fortuna: US$ 3,4 bilhões

“Fórmula do sucesso: acorde cedo, trabalhe duro, extraia petróleo.”
J. Paul Getty, fundador da Getty Oil Company, falecido em 1976

“Não importa qual sua a condição atual, como ou onde você cresceu, ou que educação ou treinamento você sente que perdeu, você pode ter sucesso. É o espírito, a força e a dureza que importam mais do que onde você começou.”
Jack Ma, fundador e ex-CEO do Alibaba
Fortuna: US$ 24,7 bilhões

“Eu sabia que, se eu falhasse não me arrependeria, mas sabia que uma coisa que me arrependeria seria não tentar.”
Jeff Bezos, CEO e fundador da Amazon.com
Fortuna: US$ 38,3 bilhões

“Todo mundo passa por tempos difíceis; é uma forma de medir sua determinação e dedicação a forma como você lida com eles e como você os supera.”
Lakshmi Mittal, CEO da ArcelorMittal
Fortuna: US$ 13,6 bilhões

“Falhas não são o fim – falhar é não tentar. Não tenha medo de falhar.”
Sara Blakely, fundadora da Spanx
Fortuna: US$ 1 bilhão

“Você não aprende a andar seguindo as regras. Você aprende fazendo e caindo.”
Richard Branson, fundador do conglomerado Virgin
Fortuna: US$ 5 bilhões

“Desenvolva o sucesso a partir das falhas. Desencorajamento e falhas são as duas maiores barreiras para o sucesso.”
Dale Carnegie, autor norte-americano, falecido em 1955

“Eu amo quando pessoas dizem que não posso fazer algo, não há nada que faça eu me sentir melhor, porque por toda minha vida, pessoas disseram que eu não conseguiria.”
Ted Turner, fundador da CNN
Fortuna: US$ 2,2 bilhões

“A maioria das pessoas desiste quando está prestes a atingir o sucesso. Elas desistem no último minuto do jogo, a um pé de um touchdown vencedor.”
H. Ross Perot, fundador da Eletronic Data System
Fortuna: não estimada

“Se você acha que consegue fazer algo ou que não consegue fazer algo, você está certo.”
Henry Ford, fundador da Ford, falecido em 1947

“O veneno mais perigoso é o sentimento de realização. O antídoto é, todas as noites, pensar o que pode ser feito melhor amanhã.”
Ingvar Kamprad, fundador do IKEA
Fortuna: US$ 3,5 bilhões

“Se você quer ter sucesso, você deve se aventurar em novos caminhos e não viajar nos caminhos já andados de um sucesso aceitado.”
John Rockefeller, fundador da Standard Oil, falecido em 1937

“Eu não estaria onde estou se não tivesse falhado… muito. O bom e o mal são parte parte da equação do sucesso.”
Mark Cuban, magnata da mídia e dono do time de basquete Dallas Mavericks
Fortuna: US$ 3 bilhões

“Tudo bem celebrar o sucesso, mas é mais importante guardar as lições das falhas.”
Bill Gates, cofundador da Microsoft
Fortuna: US$ 79,2 bilhões

“Você deve esperar coisas maravilhosas de você, antes mesmo de conseguir alcançá-las.”
Michael Jordan, ex-jogador de basquete
Fortuna: 1 bilhão

Fonte: Aqui









02 fevereiro 2016

Bill Gates sobre professores

Os melhores professores deixam impressões duradouras ou eternas em seus alunos.

O Business Insider publicou um texto sobre uma postagem que Bill Gates fez em seu blog discursando sobre o professor, laureado com o Nobel, Richard Feynman. Apesar de nunca ter sido aluno de Feynman, Gates admira seu estilo de ensino e, para celebrar os 50 anos da premiação de Feynman, Bill Gates compartilhou suas opiniões sobre o que torna um professor especial.

Estas são as qualidades que podem ser aplicadas em qualquer sala de aula:

- Bons professores estão animados com o assunto:
Gates says he loves the way Feynman's face lit up when he explained how fire works. He radiated an obvious love of knowledge, and it made the students excited about science too.
"In that sense, Feynman has a lot in common with all the amazing teachers I’ve met in schools across the country," Gates writes. "You walk into their classroom and immediately feel the energy — the way they engage their students — and their passion for whatever subject they’re teaching."

Podem transforar assuntos difíceis em tópicos de fácil aprendizado:
Physics can seem complicated and abstract, but Gates says the best teachers make difficult subjects relatable.
Feynman once did a series of lectures at California schools for people who didn't specialize in physics, and made the topic digestible for everyone. You can now watch those lessons online for free.
"He's taking something that's a little mysterious to most people and using very simple concepts to explain how it works," Gates says. "He doesn't even tell you he's talking about fire until the very end, and you feel like you're figuring it out with him."
- Os alunos se tornam comprometidos
Like all great teachers, Feynman engaged his students and made physics fun.
"Feynman made science so fascinating," Gates says. "He reminded us how much fun it is, and everybody can have a pretty full understanding.

They have a complex range of interests.
Feynman wasn't just a great teacher and renowned scientist — he was apparently also quite the character. He knew a lot about a bunch of different disciplines, from translating Mayan hieroglyphics to playing the bongo, and he brought that energy for learning into the classroom.

Para mais:

27 julho 2014

Doar nossa fortuna foi a coisa mais gratificante que já fizemos



Em 1993, Bill e Melinda Gates, ainda noivos, passeavam em uma praia em Zanzibar, tomaram uma decisão ousada de como fazer com que a sua fortuna que veio da Microsoft voltasse para a sociedade. Em uma conversa com Chris Anderson, o casal fala sobre seu trabalho na Fundação Bill & Melinda Gates, bem como sobre o seu casamento, seus filhos, seus fracassos e a satisfação de doar a maior parte de sua fortuna.

17 julho 2014

O Livro favorito de Gates

O bilionário Bill Gates é um apaixonado por leitura. É possível encontrar na rede sua lista de sugestões de livros (aqui, por exemplo). Recentemente Gates escreveu um artigo onde revela o seu livro favorito. E esta revelação possui algumas surpresas:

1 ) É uma livro relativamente antigo, de 1971. Assim, diz pouco sobre a revolução dos computadores que ele ajudou a construir.

2 ) É uma obra sobre negócios. Algumas pessoas gostam de ler sobre assuntos diferentes da sua realidade: um pacato cidadão pode gostar de leituras de aventuras, por exemplo. Mas Gates escolheu uma obra de negócios.

3 ) Não é uma obra muito conhecida. Inclusive o livro está fora de circulação, estando disponível somente a versão para Kindle e outros tablets.

4) Foi uma indicação de Warren Buffet, outro bilionário, no primeiro encontro entre eles (hoje, Gates e Buffet são amigos, apesar da diferença de idade).

O livro chama-se Business Adventures e foi escrito por John Brooks para a revista New Yorker (a exemplo de Malcom Gladwell). São doze histórias, chamadas de “classic tales” no subtítulo. Para quem se interessar, aqui um link para o capítulo da Xerox.

Fonte: Aqui, Aqui  e aqui

13 julho 2012

Esther Duflo


Nova York - A francesa Esther Duflo nunca se interessou por tecnologia além dos comandos básicos de um celular ou computador, não gosta de falar de negócios e passou toda a sua carreira na universidade.

Mesmo assim, ela encontrou mais afinidades do que diferenças em sua primeira conversa com o empresário Bill Gates, criador da Microsoft e o segundo homem mais rico do mundo, em 2009. Foi um breve encontro após uma palestra realizada por ela na Califórnia, sobre seu trabalho à frente do Poverty Lab, laboratório de estudos de combate à pobreza ligado ao Mas­sachusetts Institute of Technology (MIT).

Ela contou como criou do zero uma rede de dezenas de pesquisadores que vão a campo descobrir estatisticamente o que funciona quando o assunto é investimento social. É tudo o que Gates, que já dedicou mais de 20 bilhões de dólares a causas desse tipo, queria ouvir.

Por meio da Fundação Bill e Melinda Gates, o empresário se tornou um dos maiores investidores do que é hoje a maior rede global de pesquisa sobre o assunto, com 65 pesquisadores em 52 países.

Aos 39 anos, Duflo, por sua vez, virou uma conselheira cada vez mais requisitada não só por Gates, mas por dezenas de investidores e organizações pelo mundo. “O laboratório produz evidência científica que ajuda a tornar o esforço de combate à pobreza mais eficiente”, afirmou Gates recentemente em seu blog.

Por trás da evidência científica está uma abordagem nada convencional de pesquisa acadêmica — até pouco tempo atrás vista pela maioria dos economistas como custosa demais para ser adotada em larga escala. O método conhecido como randômico é a base do laboratório, criado em 2003 por Duflo e o indiano Abhijit Banerjee, também economista no MIT.

Com fundamentos emprestados dos testes clínicos da medicina, consiste basicamente em separar duas amostras da mesma população aleatoriamente. Uma delas é submetida a uma solução contra um problema específico, como um método para aumentar a taxa de vacinação entre crianças.

A outra parcela não recebe nada. O contraste entre as duas indica se o programa social teve o efeito desejado. “O método joga luz numa discussão em geral mais emocional e retórica do que prática”, disse Duflo a EXAME.

Após se formar em economia pela École Normale Supérieure, em Paris, em 1994, Duflo se mudou para os Estados Unidos para obter o título de Ph.D. pelo MIT. Nessa época, aproximou-se do indiano Banerjee.

Logo os dois amadureceram a ideia de iniciar uma empreitada, digamos, aventureira — deixar o campus, nas redondezas de Boston, para visitar cidades onde boa parte dos habitantes vive com menos de 1 dólar por dia. Eles não foram os primeiros.

Nos anos 90, o economista Michael Kremer, também egresso do MIT, realizou um teste no Quênia, no qual demonstrou que a distribuição gratuita de livros didáticos em escolas rurais não havia melhorado a nota dos alunos. “O mérito de Duflo foi ter multiplicado o método numa escala inédita”, diz Kremer, atualmente professor de economia na Universidade Harvard.

De lá para cá, o time coordenado por Duflo e Banerjee já analisou 335 projetos em todos os continentes e seu orçamento cresceu mais de 30 vezes, para 10 milhões de dólares atualmente. Em 2010, a pesquisadora recebeu sua distinção acadêmica mais expressiva — a medalha John Bates Clark, concedida a economistas promissores com menos de 40 anos e considerada um passo para o prêmio Nobel.

Para Duflo, é preciso conhecer de perto o comportamento das pessoas para chegar a políticas sociais eficientes. Na Índia, por exemplo, os pesquisadores descobriram que, mesmo com uma campanha gratuita, as mães não levavam seus filhos para vacinar. A frequência aumentou drasticamente com um incentivo simples — a oferta de um pacote de lentilha por criança vacinada.

O microcrédito, bandeira do indiano Muhammad Yunus, vencedor do Nobel da Paz em 2006, também foi alvo de estudos. Duflo — que interrompeu temporariamente a intensa rotina de viagens neste ano, com o nascimento de seu primeiro filho — constatou que a oferta de crédito para famílias muito pobres em geral só ajuda a endividá-las ainda mais e não necessariamente estimula o empreendedorismo.

Essas e outras histórias estão no livro Poor Economics (“A economia dos pobres”, sem versão para o português), escrito em parceria com Banerjee e eleito pelo jornal Financial Times a melhor obra de economia do ano.

Assim como Jeffrey Sachs, economista da Universidade Columbia, Duflo acredita que investimentos a fundo perdido de países ricos podem aliviar a pobreza mundial (críticos como William Esterly, professor da Universidade de Nova York, defendem o contrário).

Mas, segundo ela, a grande questão hoje não é investir mais, e sim investir melhor. “Não existe uma fórmula única”, diz. “Mas queremos desvendar esse caminho passo a passo.”


04 julho 2007

O homem mais rico do mundo já não é Gates?

Segundo informações de diversos sítios (aqui, por exemplo), Gates deixou de ser o homem mais rico do mundo. O primeiro lugar seria agora do mexicano Carlos Slim, empresário do setor de telecomunicações.

17 abril 2007

Carlos Slim, o segundo mais rico do mundo?

Segundo a Forbes, Carlos Slim, um bilionário mexicano do setor de telecomunicações, tornou-se o segundo homem mais rico do mundo, ultrapassando Warren Buffett.

A fortuna de Slim era de 53,1 bilhões e Buffet de 54,2 bilhões. Mas o aumento do aumento do mercado de capitais significou um aumento nesse valor.

Como a fortuna de Slim, de Gates (o homem mais rico do mundo) e de Buffet são de empresas com ações na bolsa é possível calcular a evolução a cada dia.

Clique aqui para ler mais

31 janeiro 2007

Reputação das empresas

Do mesmo jornal (Filantropia de Bill Gates melhora reputação da Microsoft, 31/01/2007, The Wall Street Journal) (clique aqui para ler em português)

"O envolvimento de Bill Gates e sua mulher (com) caridade teve um impacto definitivo na reputação da Microsoft", diz Enriqueta López Ramos, professora do Texas que respondeu à pesquisa. "É difícil separar a imagem de Bill Gates da imagem da Microsoft."

10 janeiro 2007

As contradições da fundação criada por Bill Gates



Fundação investe em empresas poluidoras e que não adotam políticas sociais

SEATTLE

A Fundação Bill e Melinda Gates, a mais rica do mundo - capitaneada por Bill Gates, fundador da Microsoft -, vive uma enorme contradição. Com um orçamento de mais de US$ 70 bilhões, a fundação investe em iniciativas mundiais na área de saúde, esforços para melhorar a educação pública nos Estados Unidos e programas de bem-estar social no Noroeste do Pacífico. Na hora dos investimentos financeiros, porém, a última preocupação dos gestores da fundação é alocá-los em empresas preocupadas com questões sociais.

Como grande parte das organizações filantrópicas, a Gates Foundation doa pelo menos 5% do seu orçamento todos os anos, e com isso evita pagar a maioria dos impostos. Os restantes 95% de seus bens ela investe. Esse investimento é administrado pela Bill Gates Investments, que gere a fortuna pessoal de Gates.

Monica Harrington, uma veterana funcionária da fundação, disse que os gestores de investimento têm uma meta: retornos “que permitam o financiamento contínuo dos programas e concessões de verbas da fundação.” Bill e Melinda Gates exigem que os administradores mantenham uma carteira diversificada, mas não traçam diretrizes específicas.

Comparando esses investimentos com informações de serviços que analisam o comportamento corporativo de fundos mútuos, gestores de fundos de pensão, agências do governo e outras fundações, o Los Angeles Times descobriu que a Gates Foundation possui ações em muitas empresas que não passaram em testes de responsabilidade social por lapsos ambientais, discriminação, inobservância de direitos trabalhistas ou práticas antiéticas.

O jornal descobriu que a fundação tem grandes ativos em:

- Companhias ranqueadas entre as piores poluidoras americanas e canadenses, entre as quais a ConocoPhillips, a Dow Chemical Co. e a Tyco International Ltd.

- Muitas das outras maiores poluidoras mundiais, incluindo empresas que possuem uma refinaria de petróleo e uma que possui uma fábrica de papel que, segundo um estudo, provoca doenças em crianças.

- Companhias farmacêuticas que estabelecem preços para remédios fora do alcance de pacientes de aids que a fundação tenta tratar.

Usando os dados mais recentes disponíveis, uma contagem do Times mostra que centenas de investimentos da Fundação Gates - totalizando pelo menos US$ 8,7 bilhões - foram feitos em companhias que contrariam a filosofia de preocupação social da fundação.

Esse é “o segredo sujo” de muitas organizações filantrópicas, disse Paul Hawken, especialista em investimentos socialmente benéficos que dirige o Natural Capital Institute, um grupo de pesquisa de investimentos.

“As fundações doam a grupos que procuram curar o futuro”, disse Hawken. “Mas, com seus investimentos, elas roubam do futuro.” Além do mais, investir em companhias antiéticas não é o mais danoso. “O pior é investir puramente pelo lucro, sem procurar melhorar a atitude de uma companhia. Esse investimento irracional premia o mau comportamento.” Na Fundação Gates, o investimento irracional tem sido reforçado por um muro erguido entre seu lado de concessão de verbas e seu lado investidor.

LOS ANGELES TIMES


Publicado no Estado de hoje