Uma extensa reportagem da Piauí mostra como funcionava o esquema de fraude fiscal do grupo Refit no setor de combustíveis. Na realidade, são várias formas criada pelo grupo para reduzir a carga tributária, segundo a acusação dos órgãos públicos.
A primeira maneira é usar empresas de fachada para importar combustível. Essas empresas estavam localizadas em estados com incentivos fiscais. A segunda forma era declara que estava sendo importado petróleo bruto, quando o combustível já estava processado para consumo. A terceira maneira era vender com preços abaixo do mercado, onde os tributos não eram repassados para o governo. Finalmente, o grupo usava fundos de investimentos e outros mecanismos para reduzir patrimônio e lavar recursos.
O resultado disso é uma dívida tributária estimada de 25 bilhões de reais.

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