O Grammarly está sendo acusado de “necromancia” depois que usuários descobriram um recurso que permite revisar manuscritos com versões de IA de professores reais — alguns dos quais já faleceram.
O problema foi inicialmente apontado por Verena Krebs, historiadora medieval e professora da Ruhr-University Bochum. No domingo, Krebs compartilhou uma captura de tela mostrando a ferramenta “Expert Review”, que permite aos usuários escolher o historiador David Abulafia como um dos “especialistas” disponíveis para avaliar um artigo. Se Abulafia se oporia à sua inclusão ali, provavelmente nunca saberemos, já que ele faleceu em janeiro.
A notícia provocou uma série de reações intensas em círculos acadêmicos.
“Agora o Grammarly está oferecendo ‘revisão especializada’ do seu trabalho por acadêmicos vivos e mortos”, escreveu Vanessa Heggie, professora associada de história da ciência e da medicina na University of Birmingham, em uma publicação no LinkedIn. “Sem a permissão explícita de ninguém, está criando pequenos modelos de linguagem baseados em trabalhos coletados dessas pessoas e usando seus nomes e reputações.”
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Há muitos anos o Chess.com oferece a oportunidade do usuário jogar contra "grandes jogadores", como Carlsen e Nakamura. Mas acredito que deve existir um pagamento para o uso da imagem dos jogadores. No caso relatado, parece que isso não ocorre.

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