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20 maio 2025

Meios de pagamento no México

Enquanto no Brasil cada vez mais difícil achar um lugar que aceite pagamento em dinheiro, eis a realidade do México:


Retorno e emissão de carbono

Este estudo investigou a relação entre as emissões de carbono e o retorno acionário no mercado brasileiro, utilizando uma amostra de 87 empresas, financeiras e não financeiras da B3, no período de 2014 a 2022. Foram aplicadas regressões para dados em painel, com efeitos fixos de tempo de setor para controle da heterogeneidade entre os grupos de empresas. A literatura internacional elenca evidências consistentes de que o mercado exige um prêmio de carbono pela exposição ao risco de carbono resultante das incertezas relacionadas a uma possível transição desordenada do uso de fontes de energia fósseis para energias renováveis. A literatura nacional, ainda embrionária, não identificou relações significativas nas análises carbono-retorno, ao analisar retornos anormais relacionados ao índice ICO2 e em análises das emissões de carbono por escopo. Esta pesquisa apresenta um novo recorte temporal e métodos estatísticos
ainda não explorados. Os resultados evidenciaram que há uma relação inversamente proporcional entre o total das emissões de carbono e o retorno acionário, e essa relação oscila na presença de sinalizações das empresas, políticas e regulamentos que ameaçam ser severos, de modo que o risco de carbono se concretize. Essa relação não foi identificada nas investigações por escopo, nas emissões por unidade de receitas ou na variação das emissões, tal como as evidências já presentes na literatura nacional, demonstrando uma análise do mercado na perspectiva do curto prazo e ainda em estágio de evolução. Este estudo contribui para a literatura ao documentar a posição do mercado brasileiro frente à sustentabilidade ambiental.

Da dissertação de Jucellia Prates.

Um pequeno presente para Trump: um presente que pode custar caro


Já tínhamos postado sobre um pequeno presente que Trump ganhou: um avião. Pois, "cavalo dado, não se olha os dentes". Mas "não existe almoço grátis" deve ser lembrado. A doação pode custar muito caro:

Poucos negócios em potencial chamaram tanta atenção nos últimos meses quanto a possível doação de um Boeing 747 de propriedade do Catar para o governo Trump.

Críticos levantaram questões sobre as implicações éticas. Mas uma investigação aprofundada feita pelo The Times sobre a história do avião revelou alguns números surpreendentes.

O custo potencial: reportagens noticiaram que um novo Boeing 747-8, o modelo oferecido pelo Catar, custa 400 milhões de dólares.

Trump afirmou que apenas uma “pessoa estúpida” recusaria um presente tão caro. Mas isso não leva em conta os altos custos de adaptação do avião:

Seria necessário um trabalho considerável para preparar o avião para servir como um verdadeiro Air Force One — incluindo a remoção de possíveis dispositivos eletrônicos de escuta escondidos, a instalação de equipamentos de comunicação avançados e de sistemas especializados para proteger a aeronave contra ataques com mísseis ou outras ameaças. E mesmo que o avião seja doado, o custo dessas adaptações seria enorme, segundo autoridades atuais e ex-integrantes do Pentágono: pelo menos 1 bilhão de dólares.

Também não está claro quanto o governo pagaria à L3Harris, a empresa contratada para realizar a adaptação, ou de onde viriam esses recursos. 

O possível cronograma: autoridades da Casa Branca inicialmente presumiram que o avião do Catar precisaria apenas de uma nova pintura e algumas melhorias, e estaria pronto para uso dentro de um ano. Mas adequar o jato aos padrões do Air Force One levaria anos, possivelmente até depois de 2027. (Embora Trump possa dispensar exigências de sistemas avançados de segurança, ex-oficiais do Pentágono afirmam que isso seria um erro.)

Veja o que disse Marc Foulkrod, engenheiro aeroespacial que chegou a tentar ajudar na venda do avião do Catar, sobre o plano do governo:

“É ridículo”, disse Foulkrod sobre a ideia de que o avião do Catar poderia ser uma solução rápida, acrescentando que os projetos já existentes da Boeing provavelmente poderiam ser acelerados. “Isso tem um custo-benefício melhor do que tentar pegar o avião de outra pessoa e transformá-lo em um avião presidencial. Não faz sentido.”
Texto da Newsletter do NYTimes

A questão dos gastos públicos dos Estados Unidos

Recentemente ocorreu o rebaixamento da nota de investimento dos Estados Unidos. O Gráfico acima revela um dos principais motivos: a dívida pública é crescente desde a crise de 2008. Isso foi citado pela Moody´s: “large annual fiscal deficits and growing interest costs.” É uma decisão que tem respaldo anterior com as decisões da SP em 2011 e Fitch em 2023.  Somente 11 países possuem a classificação máxima nas três agências. 

Mas a preocupação é a tendência crescente. Os números mostram que os juros da dívida é maior que o orçamento de defesa e Medicare, o sistema de saúde deles. O déficit foi de 1,8 trilhão no ano passado, um pouco acima de 6% do PIB. E a política de cortes de impostos e o perfil de Trump como uma pessoa que importa pouco com a dívida também preocupa. 

Fonte: Chartr


19 maio 2025

Rebaixamento da nota de crédito dos EUA

A agência Moody’s rebaixou nesta sexta-feira a classificação de crédito dos Estados Unidos em um degrau, de “Aaa” para “Aa1”, citando dívida e juros crescentes, “que são significativamente mais altos do que os de soberanos com classificação semelhante”.

“Sucessivas administrações e o Congresso dos EUA falharam em chegar a um acordo sobre medidas para reverter a tendência de grandes déficits fiscais anuais e custos crescentes de juros”, disse a Moody’s em um comunicado, ao mudar sua perspectiva para os EUA de “negativa” para “estável”.

Fonte: aqui.

O mais interessante é que o mercado subiu na segunda. 

Uma fraude de 2 bilhões de libras


A Ernst & Young (EY) está sendo processada por negligência no Reino Unido, em um caso que envolve cerca de £2 bilhões (aproximadamente US$ 2,7 bilhões), devido à sua atuação como auditora da NMC Health entre 2012 e 2018. A NMC, uma operadora de hospitais com sede nos Emirados Árabes Unidos e listada na bolsa de Londres, entrou em colapso em 2020 após a descoberta de mais de US$ 4 bilhões em dívidas ocultas.

O processo foi iniciado pela administradora judicial Alvarez & Marsal, que alega que EY falhou em detectar sinais claros de fraude contábil durante os anos em que auditou a NMC. Entre as falhas apontadas estão a falta de acesso ao livro razão da empresa e a ausência de confirmações bancárias independentes, o que teria permitido que os executivos da NMC manipulassem os registros financeiros.

A EY nega as acusações, argumentando que foi vítima de uma fraude complexa e orquestrada pelos próprios executivos e acionistas da NMC, e que não tinha como detectar o esquema devido à sua natureza sofisticada.

Fonte: aqui

Próximo presidente da Romênia

 

Poucas pessoas sabem que a Romênia fala uma língua latina. E agora, o seu próximo presidente tem uma formação incomum: matemática. Mas não é algo tão corriqueiro, pois ele foi duas vezes escore máximo na prestigiosa Olimpíada de Matemática.