01 junho 2026
04 agosto 2025
Qual emprego está salvo da IA?
Na nova coluna de Tim Harford sua resposta foi: jardineiro. É bem verdade que já existe máquinas que irriga, arranca erva daninha e faz outras tarefas de jardinagem. Mas há uma diferença entre emprego e tarefa: um emprego é composto de tarefas interligadas.
O exemplo que Harford usa é da planilha. Essa ferramenta foi criada originalmente para ser uma ferramenta da contabilidade:
A planilha digital, lançada em 1979, passou a executar instantaneamente e com perfeição tarefas antes feitas por auxiliares de contabilidade. No entanto, a profissão contábil simplesmente evoluiu, passando a lidar com problemas mais estratégicos e criativos, como a modelagem de cenários e riscos. E quem não quer um contador criativo?
Ontem postamos sobre o aparecimento de micros no Brasil no início dos anos 80. E as propagandas eram voltadas para tarefas contábeis, como folha de pagamento. Mas a profissão continuou firme e forte.
É importante destacar que isso não assegura que a profissão irá sobreviver, mas o passado traz esperança para nós. (Imagem aqui)
07 abril 2025
Automação e profissão
De Portugal:
(...) os autores do estudo "Automação e inteligência artificial no mercado de trabalho português", publicado esta sexta-feira, classificaram 120 profissões em função do grau de exposição à disrupção tecnológica: efeitos transformadores (que resultam da exposição a instrumentos de inteligência artificial) e efeitos destrutivos (que resultam da exposição à automação que substitui trabalho humano). Em quatro categorias:
"Profissões em ascensão": Alto potencial transformador e baixo risco de destruição pela automação (mais promissoras)
"Terreno das máquinas": Alto potencial transformador e elevado risco de automação (numa encruzilhada)
"Terreno dos humanos": Baixa exposição tanto transformativa como destrutiva (menos expostas)
"Profissões em colapso": Potencial transformador mínimo e elevada exposição destrutiva (risco de extinção)
O estudo completo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que além de ter a lista também descreve a metodologia e os critérios utilizados, pode ser consultado aqui.
A imagem em destaque apresenta o resultado do estudo para:
- Especialista em finanças e contabilidade, marcado como "ascensão"; e
- Operadores de dados, de contabilidade, estatística e serviços financeiros, classificado com o termo "máquinas".
16 janeiro 2024
Futuro do emprego
Os desenvolvimentos da Inteligência Artificial, bem como a necessidade de um futuro mais verde, estão atrapalhando os empregos em vários setores, com muitas posições diminuindo, à medida que outras áreas crescem. Fórum Econômico Mundial Relatório Global de Riscos 2024 considera esta questão, usando previsões baseadas em respondentes de pesquisas e estatísticas do mercado de trabalho da OIT para mostrar quais empregos provavelmente aumentarão mais nos próximos cinco anos, não apenas em termos do número real de pessoas empregadas, mas também com o aumento relativo de empregos que existem em certos campos entre 2023 e 2027.
De acordo com essas previsões, para aqueles que procuram segurança no emprego em um futuro próximo, o treinamento para se tornar um especialista em IA e Machine Learning seria uma boa opção. O relatório do WEF afirma que esse trabalho deverá crescer 40% até 2027, totalizando cerca de um milhão de novos empregos. Como este gráfico mostra, as habilidades analíticas em geral serão úteis, seja como analista de inteligência de negócios, analista de segurança da informação ou analista de dados. Papéis na sustentabilidade também serão importantes, com a ocupação do Especialista em Sustentabilidade apresentando na classificação 2.
No que diz respeito ao crescimento absoluto, espera-se que os operadores de equipamentos agrícolas, motoristas de caminhões e ônibus pesados e professores de educação profissional vejam os maiores aumentos nos próximos cinco anos. Pensa-se que os funcionários de entrada de dados, secretários administrativos e executivos, bem como os funcionários de contabilidade, contabilidade e folha de pagamento, por outro lado, experimentem o maior número de perdas no emprego. Segundo analistas do WEF em 2023 Futuro dos empregos relatam que esses três últimos papéis devem representar mais da metade da destruição total esperada de empregos nesse período.
Traduzido via Vivaldi daqui
11 dezembro 2022
Rir é o melhor remédio
Do vida de suporte, para alguém que reclama da falta de bons funcionários. Será que podemos substituir por "bons alunos" e "maus professores"?
06 julho 2021
18 junho 2021
25 janeiro 2020
Mercado de Trabalho ruim
No setor contábil as notícias são ruins e o ano não foi bom. Mesmo com o crescimento da economia, com o aumento dos jovens que estão chegando no mercado de trabalho e a grande formação de contadores pelos cursos de graduação no país, o ano marcou uma destruição de vagas. Mais ainda, o ano de 2019 foi pior que o de 2018, embora bem melhor que 2017.
A tabela faz uma comparação entre os dados de 2018 e 2019.
Os demitidos possuem cada vez mais salários maiores e o tempo de emprego médio foi de 38,52 meses. As baixas atingiram os escriturários (-1.212), os com curso superior (-920) e as mulheres (-1.343). O gráfico a seguir mostra um comparativo, desde 2014, entre os resultados da economia e do setor contábil:
12 julho 2019
26 maio 2019
24 julho 2018
Crise no Mercado de Trabalho Contábil Persiste
O gráfico abaixo mostra a evolução comparativa entre o setor contábil - composto por auditores e contadores, técnicos em contabilidade e escriturários - e a economia como um todo. Os gráfico mostra visualmente que a crise no mercado de trabalho contábil acompanhou o que estava ocorrendo na economia até meados do ano passado. A partir desta data, enquanto observava uma "recuperação" no mercado de trabalho com um todo, o setor contábil continuava com mais demissões que admissões.
É bem verdade que existem setores com pior desempenho. Um levantamento divulgado no Estado de S Paulo mostra que empregos vinculados a construção civil estão entre os que mais demitiram.
A tabela acima faz um resumo comparativo do que ocorreu. Um dado adicional do desempenho do mercado de trabalho de junho é que o saldo foi positivo entre aqueles com curso superior completo (+35) ou incompleto (+63), mas negativo para os trabalhadores com curso médio completo ou incompleto (-615 e -84, nesta ordem).
15 julho 2018
20 junho 2018
Crise passa na economia, mas continua no setor contábil
Além disto, as demissões no setor contábil acontecem com trabalhadores com um tempo de experiência longo (35 meses em média em maio de 2018 versus 24 meses para a economia) e uma idade de 32 anos. É interessante notar que no passado a economia obtida com a contratação, comparando o salário médio do trabalhador admitido e o salário do demitido, já foi maior no passado; em maio foi de 16%.
Em maio, aqueles com curso superior completo tiveram um saldo de movimentação positivo. Em termos de ocupação, apenas os técnicos apresentaram saldo positivo. Nos demais casos, o saldo foi negativo.
27 dezembro 2017
Mais destruição de vagas em Novembro
No setor contábil, composto pelos contadores, auditores, escriturários e técnicos em contabilidade, o desempenho seguiu o padrão dos meses anteriores. E isto significa notícia ruim: afinal, em 2017, somente em janeiro o resultado foi positivo.
O gráfico acima mostra que a linha vermelha, dos demitidos, tem estado acima da linha azul, de contratação, nos últimos meses. Em termos acumulados, o mês de novembro suplantou a barreira das 40 mil vagas destruídas desde janeiro de 2014. Isto representa quase 10% do total. Um ponto positivo é que a diferença salarial entre demitidos e admitidos foi de 15%, o meno´r nível desde início de 2016. Isto pode ser um sinal que o ciclo de demissão para contratar profissional com menor salário pode estar reduzindo. Ou talvez seja uma situação atípica.
Com a grande quantidade de demissões desde 2014, os trabalhos que estão sendo mandados para rua possuem cada vez mais experiências. O trabalhador demitido em novembro tinha em média 37 meses de emprego, um número similar aos dos meses anteriores.
Em novembro o problema do emprego atingiu todo perfil de empregado. Assim, o saldo negativo independente do gênero do trabalhador, seu nível de escolaridade ou o tipo de emprego.
O gráfico é um comparativo que temos feito nos últimos meses para mostrar que enquanto a economia parece ter revertido a tendência de queda no emprego formal (linha vermelha) o mesmo não se pode dizer do setor contábil (linha azul).
O que esperar de dezembro? - Tradicionalmente dezembro tem sido bom para a contratação de trabalhadores no setor contábil. Em 2016 foi o segundo pior mês, mas em 2014 e 2015 foi de longe o pior. Em novembro de 2016 o saldo foi menos 1824, perto dos menos 1731 deste ano; já em dezembro o saldo foi 3.274, negativo.
25 julho 2017
Mercado de Trabalho Contábil continua em crise.
O gráfico a seguir mostra o tamanho da crise de emprego no setor contábil. Usando dados acumulados, o gráfico deixa claro que no período analisado foram reduzidas mais de 36 mil vagas no setor.
Um padrão que tem sido constante é o fato do salário dos admitidos ser inferior ao dos demitidos. Em razão da crise, esta diferença tem ficado acima de 20%. Isto significa dizer que as pessoas que estão sendo contratadas recebem um salário inferior. Em junho a diferença foi de R$563 ou 24,9%, um percentual bem próximo aos 26,9% de junho de 2016, a maior diferença que registramos.
Com respeito ao tempo de emprego dos demitidos, junho marcou um tempo médio de quase 39 meses. Este valor foi o maior registrado na série histórica e tem mostrado uma tendência crescente. Com o aumento da crise, as demissões estão ocorrendo com os funcionários mais antigos, com mais de três anos de trabalho.
Outro fato registrado nos outros meses é a substituição do trabalhador mais antigos pelo mais jovem. A idade média dos demitidos foi de 32,68 contra 30,34 anos dos admitidos.
O gráfico abaixo registra a comparação do setor contábil com a economia. Em junho de 2017 enquanto a economia contratava, a crise do emprego continuava no setor contábil. Existem duas possíveis explicações para esta diferença no comportamento. A primeira é o fato de que está ocorrendo um aumento de produtividade no setor, com a crescente automoção no trabalho. Ou seja, existe uma mudança estrutural. A segunda possível explicação, que talvez seja a mais correta, é que o mercado de trabalho foi positivo em junho na economia em termos de criação de emprego graças ao setor agropecuário. Os dados do Ministério do Trabalho mostram que este foi o único setor onde a relação entre admitidos e demitidos foi positiva na economia.
O atual mês não é tradicionalmente contratante. Isto significa dizer que provavelmente no próximo mês o número de demitidos continuará sendo maior que o de admitidos.
18 julho 2017
Carreiras promissoras
2. Diretor financeiro
O que faz: Responde por toda gestão financeira da empresa inclusive pelas áreas de controladoria, tesouraria, crédito, contabilidade e compras corporativas. Em alguns casos, acumula a responsabilidade sobre os departamentos de TI, auditoria interna e jurídico.
Perfil: Formação em ciências contábeis, ciências econômicas ou administração de empresas, com MBA nas áreas de mercado financeiro, controladoria e afins. Inglês fluente é um requisito
Por que está em alta: “apesar do aumento do otimismo com as ações da nova equipe econômica, o cenário ainda é desafiador e, embora algumas empresas voltem a estudar planos de investimentos, outras continuarão o processo de racionalização dos custos para ganhos de eficiência”, diz Helena Magalhães, da consultoria People Oriented para justificar o destaque das posições financeiras.
Leonardo Massuda, sócio do Fesap Group, indica que o agronegócio é um dos setores que mais vai demandar diretores financeiros. “Há um movimento de consolidação dos mercados de defensivos e fertilizantes com a entrada de multinacionais e fundos de private equity por meio de fusões e aquisições”, explica ele. Após a chegada desses grupos, normalmente surgem vagas financeiras. Ele cita também os mercados de sementes e de distribuição de produtos agrícolas como promissores para os CFOs, já que sinalizam esforço de profissionalização da gestão e participação de capital estrangeiro.
3.Profissional de controladoria /Controller
O que faz: Responde pela apuração, consolidação, análise das informações financeiras de uma empresa, bem como sua comunicação à diretoria por meio de relatórios, com a finalidade de orientar a tomada de decisão sob essa perspectiva. É o principal gestor de indicadores do negócio.
Perfil: Graduação em ciências contábeis, administração ou economia e pós-graduação em finanças, administração ou controladoria. Ter uma base sólida em assuntos ligados ao universo contábil e fiscal é essencial, além de inglês fluente.
Por que está em alta: “Este profissional é fundamental porque faz a ponte entre elementos operacionais, táticos e estratégicos, apontando possíveis dificuldades ou oportunidades que possam aparecer nessas três esferas”, diz Alexandre Kalman, sócio da consultoria Hound. “Além disso, em momentos de crise muitas empresas preferem substituir diretores financeiros por controllers de nível sênior, de olho na redução de custos”. Para Rafael Souto, CEO da Produtive, o profissional é muito requisitado porque as companhias seguem a caminhada para o controle de orçamentos – uma tônica que começou há alguns anos e deve persistir ainda em 2017. A profissão também é vista como promissora para 2017 por Felipe Brunieri, gerente da divisão de finanças e tributário da Talenses, Juliano Gonçalves, gerente da Randstad Professionals e Marcelo Braga, sócio da Reachr. Este último aponta para a necessidade profissionais de controladoria também nos níveis de analista sênior, coordenador e gerente.
4.Controller em empresa familiar
5.Head da área contábil
O que faz: Lidera tanto a rotina operacional quanto os processos gerenciais da contabilidade de uma empresa. Isso inclui fechamento contábil, demonstração de resultados, garantia de adequação às normas brasileiras, conversão de balanço em moeda estrangeira e elaboração de relatórios.
Perfil: Formação em contabilidade, com CRC ativo. É fundamental ter forte base técnica, visão sistêmica e facilidade para gerenciar prazos. Inglês fluente também é uma exigência cada vez mais comum.
Por que está em alta: A cada ano se formam menos contadores no Brasil, afirma Kalman, ao passo que a demanda por eles continua em alta. As recentes atualizações das normas contábeis nacionais e internacionais tornam esses profissionais ainda mais disputados pelas empresas.
6.Head da área tributária
O que faz: Gerencia pelo menos duas frentes da área tributária: a operacional, que garante que a empresa cumpra com todas as obrigações burocráticas; e a estratégica, que envolve o diálogo com a alta cúpula da empresa para maximizar seus resultados e cortar custos com o planejamento tributário.
Perfil: Formação em direito, administração de empresas, ciências contábeis ou economia. Pós-graduação na área tributária é sempre bem-vinda, além de inglês fluente.
Por que está em alta: Segundo Rodrigo Miwa, este profissional é valorizado graças ao seu potencial para gerar caixa e cortar custos — duas fortes demandas no atual cenário econômico. “O head tributário lidera um departamento fundamental para os resultados”, explica ele. “A isso se soma a complexidade da legislação tributária brasileira e as suas frequentes mudanças, o que exige profissionais bem preparados”.
7.Gerente de tesouraria
8.Profissional de controle e negociação de dívidas
9.Analista contábil com inglês fluente
O que faz: análise, classificação de contas, fechamento de balanço da empresa, e reporte final para diretoria/ investidor.
Perfil: formação na área contábil e domínio do inglês.
Por que está em alta: a área contábil foi uma das que mais evoluiu e ganhou visibilidade de 2009 para os dias de hoje. Com isso, o papel de auxiliar em tomadas de decisões importantes desse profissional também cresceu. Porém, segundo a consultoria Page Personnel, atualmente menos de 5% de profissionais da área contábil realmente conseguem manter um diálogo compreensível em inglês. Por isso, é um analista raro e inflacionado em todos os níveis: júnior, pleno e sênior.
10.Gerente/Diretor de Contratos
11.Executivo de desenvolvimento de negócios na área de meios de pagamento
12.Gerente de key account
13.Growth hacker
14.Gestor de marketing
15.Gerente de trade marketing
16.Consultor comercial
17.Gerente Comercial
18.Gerente/ Diretor de novos negócios
19.Gerente de compliance e riscos
O que faz: É responsável por diagnosticar todos os riscos, internos ou externos, priorizá-los conforme sua relevância e criar mecanismos para reduzi-los. Suas tarefas incluem implantar normas para os processos, orientar a equipe e conduzir auditorias periódicas para assegurar a conformidade da empresa a normas e regulamentações.
Perfil: Formação em administração, economia, ciências contábeis ou tecnologia da informação. É importante ter sólidos conhecimentos de SOX (lei Sarbanes-Oxley) e experiências em áreas como riscos, auditoria interna e governança corporativa. Outros requisitos incluem capacidade analítica para interpretar uma grande quantidade de dados e fortes habilidades de relacionamento interpessoal.
Por que está em alta: Nos últimos anos, houve um salto na complexidade do ambiente regulatório para empresas em todo o mundo. No Brasil, o fenômeno da Operação Lava Jato e leis como a de número 12.846/2013 contribuíram ainda mais para que a iniciativa privada buscasse controles internos mais efetivos, de olho na redução de riscos e na promoção da sustentabilidade do negócio. “Gestores dessa área são cada vez mais requisitados porque uma falha de compliance pode resultar em litígios, multas, restrições e importantes danos à reputação das empresas”, diz Lúcia Costa, da STATO. Para Felipe Brunieri, gerente da Talenses, a importância da área será imensa em 2017 porque o ano promete muitas incertezas políticas e econômicas. Helena Magalhães, da People Oriented também aponta a carreira como promissora para 2017. Celia Spangher, da Maxim, indica os gestor de riscos como um dos que devem ser mais procurados.
20.Gestor administrativo financeiro
O que faz: É responsável por todas as áreas financeiras da organização (contabilidade, planejamento, tesouraria, fiscal), além de supervisionar os departamentos de TI, RH, jurídico e administrativo.
Perfil: Formação em administração, contabilidade ou economia. É imprescindível ter habilidades de relacionamento interpessoal, visão de negócio e experiência prévia em processos de estruturação ou turnaround de empresas.
Por que está em alta: A alta na demanda aparece sobretudo em companhias de pequeno ou médio porte que estejam passando por um processo de profissionalização, estruturação ou turnaround. Diante do momento difícil para a economia brasileira, esse cargo continuará sendo uma demanda recorrente do mercado em 2017, afirma Alexandre Kalman, sócio da Hound. A consultoria Michael Page também aponta essa carreira como promissora,destacando especificamente a posição de diretor financeiro em empresas em reestruturação.
21.Business partner de finanças
22.Gerente de vendas
O que faz: É o responsável direto pela alavancagem dos negócios de uma empresa. Planeja e executa estratégias de vendas, o que vai desde a reflexão sobre a melhor forma de aproximação com o mercado à coordenação das equipes comerciais. Muitas vezes, o gerente se envolve diretamente com as negociações de maior valor.
Perfil: Formação em administração, economia, ciências contábeis ou engenharia. Além de sólida qualificação, o maior diferencial é conhecer profundamente o mercado em que a empresa atua. Pós-graduação e domínio do inglês também abrem muitas portas.
Por que está em alta: “Este é um profissional que trabalha diretamente para o incremento dos volumes de transações comerciais, um fator crucial para a sobrevivência das empresas”, explica Juliano Gonçalves, gerente da Randstad Professionals. Entre os executivos de vendas, o gerente comercial é o que mais deve se destacar na opinião de Rafael Souto, CEO da Produtive. “Depois de um longo período de retração, as empresas começam a apostar num cenário mais otimista para 2017 e 2018, retomam suas expectativas para a área comercial e passam a ver a contratação de uma boa equipe de vendas como estratégica”. A posição também é mencionada com destaque por Isis Borge, gerente da consultoria Robert Half, e Lúcia Costa, diretora da STATO e Marcelo Braga, sócio da Reachr. Este último destaca que os segmentos ligados a agronegócio, saúde e serviços serão os que mais devem procurar esses profissionais.
23.Analista /executivo da área de compras
24.Analista fiscal sênior, com foco em impostos indiretos
O que faz: Gerencia todas as atividades relacionadas à área tributária indireta dos produtos ou serviços comercializados pela empresa.
Perfil: Formação em administração, ciências contábeis ou economia. Inglês é obrigatório.
Por que está em alta: Diante da readequação das funções dentro da maior parte das empresas do Brasil, este profissional passa a ser bastante requisitado, diz Juliano Gonçalves, gerente da Randstad Professionals.
25.Representante técnico comercial
26.Advogado especializado em compliance
27.Advogado especializado em fusões e aquisições
28.Advogado especializado em recuperação judicial
29.Advogado especializado em contencioso
30.Advogado de consultoria tributária
31.Engenheiro com experiência em obras de infraestrutura
32.Engenheiro de energia eólica/solar
33.Gerente de operações do setor de engenharia
34.Engenheiro especializado em supply chain
35.Engenheiro especializado em vendas técnicas
36.Vendedores técnicos/ especialistas
37.Analista de desenvolvimento organizacional
38.Líder de transformação
39.Office Manager
40.Gestor de Family Office
41.Profissional de private equity
42.Profissional da área de fintech
43.Chief Digital Officer (CDO)
44.Gestor de projetos em TI
45.Head de BI (Inteligência de Mercado) e Big Data
46.Analista/ gerente/ consultor de BI (Business Intelligence)
47.Desenvolvedor web e/ou mobile
48.Desenvolvedor Python/Ruby
49.Desenvolvedor Java
50.Especialista em UX (experiência do usuário)
51.Especialista em UI (interface do usuário)
52.Cientista de dados
53.Analista de Segurança da Informação
54.Consultor Cloud Computing
55.Gerente de mídias sociais
56.Gerente de mídias digitais com foco em e-commerce
57.Executivo da área de melhoria contínua
58.Supervisor de PCP – planejamento e controle de produção
59.Gerente de Meio Ambiente
60.Gerente de Acesso para Indústria Farmacêutica
61.Profissional de marketing e vendas para setor farmacêutico
62.Profissional de relações institucionais para indústria farmacêutica
63.Gestor de operações hospitalares
64.Gestor de rede para indústria farmacêutica
65.Gerente de educação continuada na área de serviços clínicos
29 junho 2017
Links
20 junho 2017
Mercado de Trabalho da contabilidade: a crise ainda não passou
Na contabilidade, o número positivo de janeiro criou uma ilusão que a crise no setor contábil estava passando. Mas desde então, o número de empregados demitidos superou os admitidos. E em maio atingiu um valor acumulado de 35 mil vagas reduzidas no setor em razão dos 8.190 admitidos e 9.233 demitidos em maio. Como é normal, o salário médio dos contratados é inferior ao dos demitidos: uma diferença de R$526 ou 23,6%.
Outra notícia ruim é o aumento do tempo médio de emprego dos demitidos, atingindo o valor máximo desde que começamos a computar este valor: 37,37 meses em maio de 2017 versus 33,65 meses de maio do ano passado. Isto significa que a crise não está poupando os empregados mais antigos e experientes. Um fato que comprova isto é que a idade média dos demitidos em maio foi de 32,56 anos, a segunda maior da série. E a idade média dos contratados é a maior da série: 30,60 anos. Ou seja, o mercado de trabalho tem demitido os empregados mais velhos e a idade média dos contratados tem aumentado com o tempo.
Em termos das características do trabalhador, o mês de maio só não foi ruim para aqueles com curso superior completo.
03 junho 2017
Perguntas prováveis em um processo seletivo
2. Quais são os seus pontos fracos?
3. Por que você está interessado em trabalhar para esta empresa?
4. Onde você se vê em cinco anos? E em 10?
5. Por que você quer deixar o seu emprego atual?
6. Por que há uma lacuna na sua trajetória profissional entre (data) e (data)?
7. O que só você pode nos oferecer?
8. Cite três pontos em que seu ex-chefe gostaria que você melhorasse.
9. Você busca uma recolocação no mercado?
10. Você tem planos de viajar?
11. Conte sobre a realização de carreira da qual mais se orgulha.
12. Conte sobre alguma vez em que você tenha cometido um erro.
13. Qual o seu emprego dos sonhos?
14. Como você ficou sabendo desta vaga?
15. O que você espera realizar nos primeiros 30 dias, 60 dias e 90 dias de trabalho?
16. Fale um pouco sobre o seu currículo.
17. Fale um pouco sobre sua formação acadêmica.
18. Descreva-se.
19. Conte-me como lidou com uma situação difícil.
20. Por que deveríamos contratá-lo?
21. Por que você está procurando um novo emprego?
22. Você trabalharia em fins de semana e feriados?
23. Como você lidaria com um cliente bravo?
24. Qual a sua pretensão salarial?
25. Conte-me sobre alguma vez em que foi além e também abaixo do que era esperado para um projeto.
26. Quem são seus concorrentes?
27. Qual o seu maior fracasso?
28. O que te motiva?
29. Qual a sua disponibilidade?
30. Quem é o seu mentor?
31. Conte-me sobre alguma vez em que discordou do seu chefe.
32. Como você lida com a pressão?
33. Qual o nome do seu CEO?
34. Quais as suas metas de carreira?
35. O que o motiva para se levantar todos os dias?
36. Quais eram os pontos fortes e fracos dos seus chefes?
37. O que as pessoas que se reportam diretamente a você diriam sobre você?
38. Se eu ligasse agora para o seu chefe e perguntasse em quais pontos você precisa melhorar o que ele diria?
39. Você é um líder ou um seguidor?
40. Qual o último livro que você leu por diversão?
41. Quais são os hábitos irritantes dos seus colegas?
42. Quais são os seus hobbies?
43. Qual o seu site favorito?
44. O que o deixa desconfortável?
45. Quais foram as suas experiências de liderança
46. Como você demitiria alguém?
47. O que você mais gosta e o que menos gosta de trabalhar neste setor?
48. Você trabalharia 40 horas ou mais por semana?
49. Quais perguntas eu não fiz para você?
50. Quais perguntas você quer fazer para mim?






























