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31 julho 2016

O que não se deve falar no ambiente de trabalho


Se dar bem com colegas de trabalho é algo maravilhoso. Pode tornar o seu trabalho menos lúgubre, te ajudar a se concentrar melhor e te tornar mais produtivo. Mas, de acordo com Rosalinda Oropeza Randall, uma especialista em etiqueta e civilidade e autora de “Don’t Burp in the Boardroom”, seu relacionamento íntimo com o colega de trabalho pode se tornar problemático quando você não mantém o clima profissional.

Há várias coisas que você não deveria dizer que poderia tornar terrível uma relação de trabalho ou até te fazer ser despedido. Observações não profissionais, estranhas ou mal-educadas, até mesmo comentários que incomodam devem ser evitadas.

Em uma conversa, use um pouco de senso comum e discrição, especialmente se houver outras pessoas presentes. A regra geral é: se você não diria na frente do seu chefe, não diga.

Além do óbvio – como insultos e mentiras- veja aqui algumas palavras e frases, adaptadas do Business Insider, que você nãodeveria dizer aos seus colegas.

Quanto você ganha?
Essa questão não é apenas não profissional, como também é desajeitada. Por que você quer saber? Você vai reclamar com o seu chefe se você considerar a resposta injusta? Você irá falar com o seu chefe em nome dos seus colegas, insistindo que todos ganhem um aumento?

Honestamente
Barbara Pachter, uma especialista em etiqueta e autora do livro “The Essencials of Business Etiquette” diz que chamar a atenção para a sua honestidade naquele momento faz as pessoas questionarem se você não é sempre sincero.

Gosto de como essa calça te serve
Um comentário não vai contra a lei, mas seja seletivo sobre o que fala. Comentar sobre a aparência de um colega de trabalho não é um comportamento profissional e pode ser considerado assédio.

Você está grávida?
Essa pergunta raramente traz bons resultados. Se a sua colega não está grávida, você a insultou. Se ela está grávida, ela provavelmente ainda não está pronta para discutir o assunto. Mantenha observações assim para si.

Desculpa incomodar
Por que você está dizendo que é um incomodo? E se você realmente deseja se desculpar por algo que ainda não fez, porque seguir em frente e fazer mesmo assim? “
Licença. Você tem um minuto? Funciona bem melhor.

Estou procurando por outro emprego – você conhece alguém que está contratando?
Compartilhar isso com os seus colegas pode fazer com que eles instintivamente se afastem, sabendo que você não mais fará parte do time. Eles também podem vazar a informação para o seu supervisor, que pode interpretar o fato como uma insatisfação sua que justifica as ausências e baixo rendimento. Consequentemente você não receberá a melhor das referências.


Rir é o melhor remédio

Uma foto publicada por Blog Contabilidade Financeira (@contabilidadefinanceira) em

por César Tibúrcio

30 julho 2016

Fato da Semana: Controles Internos

Fato: Controles Internos nas Empresas

Data: Final de julho de 2016

Fonte: Diversos

Precedentes : Diversas empresas com atuação no Brasil divulgaram notícias relacionadas a problemas de controle interno. A Cnova informou a mensuração das perdas com a falta de controle interno nos estoques. Na Telefônica os problemas estão relacionados com pagamentos indevidos a funcionários e parentes na área de marketing. Na Latam a questão é o suborno de funcionário na Argentina. Isto sem falar na Petrobras na Oi, na ...

Notícia boa para contabilidade?
Como na maioria dos casos o problema está relacionado com o descuido das empresas com os controles internos, podemos considerar que seja um boa notícia. Este tipo de notícia tende a valorizar os instrumentos de controle interno.

Desdobramentos
Os problemas relatados sempre existiram. As empresas que sofreram com o fato devem melhorar seus controles. As demais, provavelmente, somente considerarão relevante estes controles quando sofrerem com sua ausência.

Mas a semana só teve isto?
Não. Foi tão interessante que reunimos aqui vários "fatos". Além disto, a notícia sobre a relevância da contabilidade, os problemas estruturais na questão do desemprego e os efeitos da crise no balanço poderiam ser destaques.

Uma contadora nas Olimpíadas



Saiu no Business Insider um texto falando sobre os 50 melhores atletas atuantes.

Uma delas é Gwen Jorgensen, uma ex contadora da EY e hoje a melhor triatleta feminina do mundo, na distância olímpica. Ela ganhou 13 das 14 últimas competições que participou e foi medalhista de ouro nos dois últimos mundiais.

Nas Olimpíadas de 2012 o pneu da bicicleta dela furou e ela terminou a competição em 38º. Ela é a favorita para ganhar ouro nas Olimpíadas do Rio.

Pós-graduação: Quem quer entrar?


by César Tibúrcio :)

Rir é o melhor remédio


29 julho 2016

Dominância Fiscal e dinâmica da dívida pública

Durante a elaboração da Constituição Federal de 1988, os legisladores brasileiros estabeleceram uma série de gastos obrigatórios e uma série de direitos que iriam gerar mais e mais gastos do governo. Eles esqueceram de considerar a dinâmica da dívida pública. Um pais mais endividado, fica cada vez mais frágil. Depois de anos de crescimento real dos gastos financiados com aumento de carga tributária parece que a conta chegou e a farra acabou.

Alguns analistas econômicos discutem a possibilidade do país entrar numa situação de dominância fiscal, em que a política fiscal domina a política monetária. Ou seja, o fluxo de receitas futuras do governo é inferior ao fluxo de gastos futuros. Com mais déficit orçamentário, o governo é obrigado a elevar os juros para controlar a inflação. Como a politica monetária não tem mais efeito, há um aumento da inflação e do déficit nominal devido à elevação do custo da dívida.

Segundo esta análise otimista: 

Neste contexto, vale trazer novamente à discussão as simulações de trajetória a de dívida. No caso em que: aprovadas as PECs (do teto e da idade mínima), não há mais reajuste real do salário mínimo (para sempre), zeramos os gastos que não sejam de Previdência, Assistência, Saúde, Educação e Funcionalismo até 2024, com o PIB crescendo 2% em termos reais ao ano, já a partir de 2017, e taxa Selic convergindo para 10% ao ano de 2018 em diante com uma inflação na meta, temos a seguinte dinâmica de dívida:


Uma explicação bem mais simples para essa explosão da dívida pública no Brasil pode ser dado da seguinte forma. O custo (ou dano) da dívida reage de maneira não-linear ao aumento da dívida. É uma relação assimétrica, em que, a partir de um certo ponto, a dívida e seus efeitos perversos escondidos crescem de maneira desordenada (explosiva): mais dívida, mais despesas com juros, juros mais elevados, economia mais frágil, menos crescimento. O gráfico (bem tosco) abaixo mostra a situação:


Para o país sair dessa situação será necessário um crescimento econômico vigoroso. Para isso é preciso implemnetar uma série de reformas estruturais, que há muito tempo são debatidas, mas não foram implementadas.