Alguns cientistas sociais: economista, psicologista, arqueólogo, antropologista e geógrafo. E alguns cientistas antissociais: astrônomo introvertido, solitário matemático, biólogo reclusivo, químico misantrópico.
O contador estaria em qual coluna?
Sobre débitos e créditos da vida real
Alguns cientistas sociais: economista, psicologista, arqueólogo, antropologista e geógrafo. E alguns cientistas antissociais: astrônomo introvertido, solitário matemático, biólogo reclusivo, químico misantrópico.
O contador estaria em qual coluna?
Fonte: semafor
Fonte: aqui
Do Financial Review newsletter de ontem:
Um sócio da KPMG Austrália literalmente pagará o preço após usar IA durante um curso de treinamento sobre a tecnologia.
O sócio, auditor registrado de empresas, concluiu um treinamento interno de IA [1] em julho. Após baixar um manual de referência recomendado, ele violou a política da firma ao enviar o documento para uma ferramenta de IA a fim de responder a uma questão de prova.
A firma multará o sócio em mais de $10 000, e o CA ANZ [2] agora está investigando a conduta.
O caso é um entre 28 ocorridos na firma desde julho [3], sendo os demais envolvendo funcionários de nível médio e júnior flagrados usando IA para colar.
[1] Ironia aqui, não? Treinamento sobre IA e o aluno funcionário usou IA para responder.
[2] Chartered Accountants Australia and New Zealand — o principal órgão profissional de contadores da Austrália e da Nova Zelândia.
[3] Seria interessante saber o número de funcionários que fizeram o treinamento.
[4] Um órgão investigativo da imprensa da Austrália
(Aqui um parêntese: muitas empresas exigem que seus funcionários repassem as milhas para a própria empresa, que irá usá-las no futuro. Estamos assumindo que não é essa a situação, mas que a empresa paga para seu funcionário e este coloca as milhas em sua conta pessoal. Isso também cabe discussão.)
Se, na companhia aérea, as milhas correspondem a um passivo, do lado de quem está usando o serviço — uma empresa ou uma pessoa — as milhas seriam um ativo. Mas o reconhecimento depende não somente de satisfazer a definição, mas também da mensuração. Se um passageiro ganha as milhas, mas isso não é suficiente para resgatar sob a forma de um bilhete extra, não devemos considerar como um ativo. É o caso do passageiro que viaja pouco por uma empresa e as milhas expiram com o tempo. Mas, caso exista chance de ocorrer o resgate das milhas, estas serão um ativo.
Em um mundo ideal, as milhas contabilizadas no passivo da empresa aérea deveriam ser iguais à soma das milhas existentes nos ativos das pessoas, físicas ou jurídicas. Na prática, não acontece por uma série de razões. De pronto, muitas pessoas não “reconhecem” as milhas em seus ativos, inclusive por não terem uma “contabilidade” adequada, como é o caso das pessoas físicas. Outra razão é que, para muitas empresas aéreas, o custo da milha é somente o custo variável, já que o custo fixo não depende do passageiro extra proveniente dos programas de fidelidade. Em alguns casos, a obtenção de pontos para serem trocados por milhas pode ser feita em transações fora do transporte aéreo, como é o caso do cliente que usa o cartão de crédito em uma compra em uma loja.
Para os consumidores que consomem seus recursos visando obter os bônus que darão direito à troca por milhas — e muitas vezes o fazem só por essa finalidade — as milhas podem ter um impacto negativo e não deveriam ser, rigorosamente, um ativo.
Foto aqui
Olha que interessante. Uma pesquisa perguntou a mais de 30 mil pessoas em 25 nações o que faz se sentir orgulhoso do país. Cada respondente explicou seus motivos, como pessoas, diversidade, governo, economia, cultura, estilo de vida e outras coisas mais.
Entre os países, o Brasil e 25% afirmaram ser um país acolhedor, o que significa um clima social positivo. Fatores naturais, como paisagem e geografia, abrangeram 17% das respostas, o que inclui a falta de desastres naturais. Mas um de cinco mencionaram algo negativo na sua resposta.
Você pode consultar no link as respostas dos outros países.