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20 setembro 2007

Uma manchete interessante

O Jornal de Notícias (20/9/2007) traz a seguinte reportagem:

Universitários vão pagar mais dinheiro de propinas

Segundo o Houaiss, em Portugal propina significa "taxa paga ao Estado para efeito de matrícula, exame etc."

19 setembro 2007

Tipografia


Fonte: aqui

Projeções

Este link é muito interessante. Apresenta uma série de ferramentas para se fazer projeção. Uma delas, você pode prever a sua vida útil, baseado nos seus hábitos. Em outra, inserindo valores contábeis, pode-se fazer a previsão de falência usando modelo de Altmans e de Ohlson.

Powerpoint do Google

Tenho usado com certa freqüência o editor de texto do Google. E raramente a sua planilha. Agora a notícia de que a empresa está lançando o seu programa de apresentação. (Clique aqui)

:-)

Apesar de quase nunca usar, destaco o 25o. aniversário do símbolo

:-)

e dos emoticons. Clique aqui para ler

O alto custo do Etanol

No editorial do New York Times (19/09/2007) a preocupação com o custo do etanol (The High Costs of Ethanol). O texto destaca que o etanol de milho norte-americano é caro, não ajuda a cortar as importações de petróleo e reduz pouco a emissão de gases, além de trazer riscos. Um deles é o aumento no preço dos alimentos, já que também a Europa e a China anunciaram um esforço no sentido de reduzir a dependência do petróleo.

O editorial destaca que em lugar de importar o barato etanol brasileiro, os Estados Unidos colocaram uma tarifa de 54 cents por galão do produto.

Marfrig expande no Mercosul

Alguns dos principais jornais em espanhol (uruguaios, espanhois e argentinos) destacaram a expansão do grupo Marfrig e a compra de frigoríficos, dois na Argentina e dois no Uruguai. As operações envolvem valores de 270 milhões de dólares.

O jornal La Nacion (18/9/2007) mostra a preocupação com esta expansão:



Estas adquisiciones en el sector de la carne -que se suman a los desembarcos de la también brasileña JBS y las norteamericanas Tyson Foods y Cargill- están despertando inquietud entre empresarios frigoríficos y los productores ganaderos que ven con preocupación que la mitad de la cuota Hilton (de exportación a la Unión Europea) asignada a la Argentina ya esté en manos de empresas extranjeras. "Hay una decisión política de Brasil de manejar el comercio mundial de carnes; por eso están comprando frigoríficos en todo el Cono Sur, e incluso en Estados Unidos. No son inversiones genuinas; no vienen a construir y generar nuevos puestos de trabajo. Vienen a comprar porciones de mercado, y lo hacen con subsidios de su gobierno", afirmó Miguel Schiaritti, presidente de Cámara de la Industria y Comercio de Carnes de la Argentina (Ciccra).

"La mayor preocupación es que eslabones importantes de la cadena de valor de un producto como la carne quedan en manos extranjeras que fugan ganancias y no reinvierten lo que deberían. Habría que rediscutir la distribución de la cuota Hilton", afirmó el presidente de la Federación Agraria, Eduardo Buzzi. "Somos defensores de la apertura económica y el libre mercado, pero en este caso tenemos que lamentar que no sean las empresas nacionales las que salgan a comprar. La Argentina, el país más competitivo en el sector de la carne, está dejando espacios y está quedándose atrás", dijo el presidente de la Sociedad Rural, Luciano Miguens.