Será que "existe" a maldição dos recursos? Esta coluna apresenta novas evidências para o Brasil. Os municípios que tiveram descobertas inesperadas de petróleo registraram um aumento significativo nos gastos com infra-estrutura, educação, saúde e transferências para as famílias. No entanto, (...) grande parte do dinheiro vai faltar.
Fonte, aqui
A maldição dos recursos naturais diz respeito a constatação prática de que países que possuem um grande volume de recursos naturais (petróleo, por exemplo) são penalizados no seu futuro econômico. Observe o caso da Nigéria (petróleo), Brasil (ouro no século XVIII) ou Bolívia (prata).
Em economia é conhecido como Doença Holandesa e refere-se a um modelo desenvolvido em 1982 para tentar explicar a relação entre exploração dos recursos naturais e a indústria. Neste caso, um aumento na receita decorrente da exportação de recursos naturais reduz os incentivos para o processo de industrialização em razão da valorização cambial.
26 janeiro 2010
Frase
Trata-se de saber se os E.U.A. devem adotar as IFRSs. Teóricos da contabilidade (incluindo alguns dos professores mais inteligentes do mundo da contabilidade) e contabilistas e investores estadunidenses dizem que não.
David Albrecht
David Albrecht
25 janeiro 2010
Rir é o melhor remédio
A mulher quer saber onde investir seu dinheiro. A decisão é realizada de forma "científica" . Fonte: aqui
Teste #219
A empresa Andrade Gutierrez comprou parte da Cemig, segundo informou o jornal O Globo (Andrade Gutierrez compra 33% da Cemig, O Globo - 21/1/2010 - Ramona Ordoñez) . A empresa irá assumir dívida de 2,11 bilhões da AES com o BNDES e a AES irá transferir o capital que possui na Cemig. Este capital foi adquirido em 1997, quando a AES tomou um empréstimo de R$400 milhões. A Andrade Gutierrez irá pagar R$500 milhões à vista e o restante por meio de emissão de debêntures privadas adquiridas pelo BNDES, resgatáveis em dez anos. Apesar da operação necessitar ser aprovada pela Justiça, você saberia dizer qual seria os lançamentos contábeis necessários?
Resposta do Anterior: 2,32 - 0,3 - 0,73 = 1,29 trilhões de ienes.
Fonte: Japan Airlines pede concordata, com um passivo de US$25,4 bilhões, 20/1/2010, O Globo
Resposta do Anterior: 2,32 - 0,3 - 0,73 = 1,29 trilhões de ienes.
Fonte: Japan Airlines pede concordata, com um passivo de US$25,4 bilhões, 20/1/2010, O Globo
Normas para PME 2
Contratar uma equipe especializada, pagar treinamento para contadores e implantar sistemas que facilitem o gerenciamento de informações nos moldes do novo padrão de contabilidade, IFRS, obrigatório a partir de 2010, podem gerar custos mais significativos nos resultados de pequenas e médias empresas que de negócios de maior porte.
Mesmo assim, segundo o presidente da Directa Auditores e vice-coordenador técnico do CPC, Ernesto Rubens Gelbcke, os benefícios tornarão o sistema mais atraente para o segmento. “A expectativa é que cada vez mais companhias adotem o padrão, pois traz mais eficiência de gestão, competitividade e redução de gastos no longo-prazo”, explicou [1].
De acordo com levantamento da Fipecafi, 85% das empresas de capital fechado não possuem um balanço organizado.
“Com certeza, os débitos que uma contabilidade mal gerenciada trazem são muito maiores [2]. Os juros de um empréstimo são mais elevados, pois balanços desestruturados geram menos transparência quanto à saúde dos negócios e a capacidade de pagamento, por exemplo [3]. Além disso, gastos com advogados na hora de apagar incêndios são muito maiores que com a implementação do IFRS”, complementou.
Conforme analisou Gelbcke, os custos da transição variam conforme a complexidade da empresa. “Se ela já está bem estruturada com a contabilidade de seus balanços, investirá muito menos que uma outra que terá de começar do zero. Na verdade, todos esses desembolsos remetem a uma correção do que já deveria ter sido feito no passado”, disse.
IFRS para pequenas e médias é mais custoso, diz CPC
[1] Esta é uma afirmação questionável e sem comprovação. Provavelmente os benefícios são menores e, da mesma forma que as PME não adotam o regime de competência, não adotarão a IFRS
[2] O termo “débito” foi usado de maneira infeliz. Sendo um texto de contabilidade, o termo “débito” não possui conotação negativa.
[3] Isto é válido desde que a IFRS possibilite reduzir o risco.
Uma posição legalista que defende a não adoção pode ser encontrada aqui
Normas para PME
No brasil as normas para pequenas e médias traduzidas do IASB já tiveram sua rápida audiência pública vencida e já foram publicadas pelo CPC.
Enquanto isto, nos EUA, a adoção destas mesmas normas estão em estágio bastantes embrionário, as discussões ainda estão se iniciando, conforme consta na matéria da Revista CFO.com : A Separate GAAP?
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