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19 setembro 2016

Macroeconomia é pseudociência

 Paul Romer, atual economista-chefe do Banco Mundial e professor da NYU,  é um dos economistas mais importantes da atualidade. No texto abaixo ele justifica seu ceticismo com a teoria macroecômica e afirma que desde os anos 70 a macraeconomia regrediu e tornou-se uma pseudociência. Nas palavras de Romer:

"In the distribution of commentary about the state of macroeconomics, my pessimistic assessment of regression into pseudoscience lies in the extreme lower tail. Most of the commentary acknowledges room for improvement, but celebrates steady progress, at least as measured by a post-real metric that values more sophisticated tools. A natural question meta-question to ask is why there are so few other voices saying what I say and whether my assessment is an outlier that should be dismissed.[...]

When the person who says something that seems wrong is a revered leader of a group with the characteristics Smolin lists, there is a price associated with open disagreement. This price is lower for me because I am no longer an academic. I am a practitioner, by which I mean that I want to put useful knowledge to work. I care little about whether I ever publish again in leading economics journals or receive any professional honor because neither will be of much help to me in achieving my goals. As a result, the standard threats that members of a group with Smolin’s characteristics can make do not apply."

Resumo:

For more than three decades, macroeconomics has gone backwards. The treatment of identification now is no more credible than in the early 1970s but escapes challenge because it is so much more opaque. Macroeconomic theorists dismiss mere facts by feigning an obtuse ignorance about such simple assertions as "tight monetary policy can cause a recession." Their models attribute fluctuations in aggregate variables to imaginary causal forces that are not influenced by the action that any person takes. A parallel with string theory from physics hints at a general failure mode of science that is triggered when respect for highly regarded leaders evolves into a deference to authority that displaces objective fact from its position as the ultimate determinant of scientific truth.

Fonte: The Trouble With Macroeconomics-Paul Romer-Wednesday 14th September, 2016 

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2º Universidade de São Paulo (USP)
3º Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
4º Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP)
5º Universidade de Brasília (UNB)
6º Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
7º Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
8º Universidade Federal do Paraná (UFPR)
9º Universidade Federal da Bahia (UFBA)
10º Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)

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18 setembro 2016

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Via aqui

Impacto dos artigos de contabilidade

Em “O QUALIS REFLETE O IMPACTO DOS ARTIGOS DE REVISTAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE?” Soares e Casa Nova apresentam uma interessante (e importante) pesquisa sobre os artigos publicados no Brasil. Os autores levantaram os textos publicados entre 2007 a 2012, totalizando mias de três mil artigos de 38 periódicos. Usando o Google Scholar, Soares e Casa Nova verificaram se a publicação num periódico melhor classificado na listagem do Qualis significaria mais citações. A resposta obvia seria sim.

Com base nessa análise, é possível concluir que a estratificação de Qualis reflete o impacto das revistas apenas nos estratos mais altos, e que não é possível dizer que haja essa diferenciação nos estratos B3 a C. Evidentemente, há algumas explicações para essa conclusão, que podem ser testadas em pesquisas futuras. As revistas da amostra classificadas nos estratos B3 a C são, em média, mais jovens que as dos estratos mais altos.

Além disto,

há diferenças entre as médias de citações dos artigos publicados em revistas mantidas por diferentes organizações. Em ordem descrescente, encontra-se a média de citações dos artigos publicados em revistas mantidas por instituições de ensino com programas de pós-graduação em Contabilidade, seguida da média de citações dos artigos publicados em revistas mantidas por associações ou conselhos de classe e, por último, a média de citações de artigos publicados por revistas de instituições de ensino sem programas de pós-graduação em Contabilidade.

Uma pesquisa original e muito importante para todos nós. (Muito embora os autores não destaquem isto na relevância do texto).