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05 setembro 2020

As Universidades mais antigas do mundo


 Eis uma listagem das universidades que foram criadas antes de 1500, por ordem de antiguidade:

1088 - de Bolonha - Santo Império Romano - localizada em Bolonha, Itália
1096–1167 - Oxford - Inglaterra - localizada em Oxford (a data não é muito certa)
1134 - Salamanca - Reino de Leão - Salamanca, Espanha - foi a primeira a receber o título de Universidade
1209 - Cambridge - Inglaterra - localizada em Cambridge (nasceu de uma dissidência de Oxford)
1222 - Pádua - Comuna de Pádua - Pádua, Itália - nasceu de uma dissidência de Bolonha
1224 (1258) - Nápoles - Reino da Sicília - Nápoles, Itália - primeira universidade pública
1240–1357 - Siena - República de Siena - Siena, Itália
1290 - Coimbra - Reino de Portugal - Coimbra, Portugal
1290 - Macerata - Estados Papais - Macerata, Itália
1293 - Valladoid - Coroa de Castela - Valladoid, Espanha
1293 - Complutense - Coroa de Castela - Madrid, Espanha
1303 - Sapienza - Estados Papais - Roma, Itália
1308 - Perugia - Estados Papais - Perugia, Itália
1321 - Florença - República de Florença - Florença, Itália
1343 - Pisa - República de Pisa - Pisa, Itália
1348 - Charles - Reino da Boêmia e Santo Império Romano - Praga, República Tcheca
1361 - Pavia - Casa de Visconti - Pavia, Itália
1364 - Jagiellonion - Reino da Polônia - Cracóvia, Polônia
1365 - Viena - Santo Império Romano - Viena, Áustria
1386 - Ruprecht Karl - Santo Império Romano - Heidelberg, Alemanha
1391 - Ferrara - Casa do Este - Ferrara, Itália
1404 - Turim - Duque de Savoy - Turim, Itália
1409 - Leipzig - Santo Império Romano - Leipzig
1413 - St Andrews - Reino da Escócia - St. Andrews, Reino Unido
1419 - Rostock - Santo Império Romano - Rostock, Alemanha
1434 - Catania - Reino da Sicília - Catania, Itália
1450 - Barcelona - Coroa de Aragão - Barcelona, Espanha
1451 - Glasgow - Reino da Escócia - Glasgow, Escócia
1456 - Greifswald - Santo Império Romano - Greifswald
1457 - Freiburg - Santo Império Romano - Freiburg, Alemanha
1460 - Basiléia - Santo Império Romano - Basileia, Suiça
1472 - Munique - Santo Império Romano - Munique, Alemanha
1477 - Tubingen - Santo Império Romano - Tubingen , Alemanha
1477 - Uppsala - Reino da Suécia e União Kalmar - Uppsala, Suécia
1479 - Copenhague - Reino da Dinamarca e União Kalmar - Copenhague, Dinamarca
1481 - Genova - República de Genova - Genova, Itália
1495 - Aberdeen - Reino da Escócia - Aberdeen, Escócia
1495 - Santiago de Compustela - Reino da Galícia e Coroa de Castela - Santiago de Compustela, Espanha
1499 - Valência - Coroa de Aragão - Valência, Espanha

Fonte: aqui

25 abril 2018

Estafa Maestra

Recentemente, um ex-governador do México, Javier Duarte, fugiu do país após uma denúncia de desvio de dinheiro público. Foi preso na Guatemala no ano passado e extraditado para o México, onde cumpre pena. A questão é que o esquema montado por Javier Duarte não é original. Provavelmente foi inventado no governo federal do México. O Animal Político fez um levantamento nas contas públicas entre 2013 e 2014 e descobriu contratos ilegais onde quase a metade dos recursos “desapareceram”. Foram 186 empresas que receberam dinheiro do governo e delas 128 não possuem condições de fornecer o serviço pelas quais foram contratadas (ou não existiam). Para isto, o esquema montado contava com a participação de universidades públicas, que intermediavam a operação:

La diferencia radica en que aquí el gobierno no entrega los contratos directamente a las empresas, sino que primero los da a ocho universidades públicas y éstas lo dan después a las empresas. Sólo por triangular los recursos, las universidades cobraron mil millones de pesos de “comisión”, aunque no hayan dado ningún servicio.

A investigação do Animal Político foi tão importante que ganhou o prestigiado prêmio Ortega Y Gasset. Foram mais de 100 entrevistas e chegou-se a um valor de 420 milhões de dólares. E ninguém punido. Eis o que diz o El País:

A diferencia de otros países latinoamericanos que han castigado los escándalos recientes de corrupción, en México no hay un caso similar a los de Lula en Brasil, Ollanta Humala en Perú y Otto Pérez en Guatemala en gran parte porque no hay fiscalías independientes. La Procuraduría General de la República y la Secretaria de la Función Pública dependen del Ejecutivo y la Auditoría Superior de la Federación, del Congreso. “Los amigos no se investigan entre sí”, dice Roldán. “No queremos que rueden cabezas, solo exigimos que haya una investigación real”, agrega Ureste.

19 fevereiro 2018

Tecnologia na Universidade

Rogoff analisa a lenta adoção de tecnologia no ambiente universitário.

Enfrentémoslo: los docentes universitarios no están más dispuestos a ver cómo la tecnología interfiere en sus empleos que cualquier otro grupo. Y, a diferencia de la mayoría de los trabajadores industriales, los docentes universitarios tienen un enorme poder sobre la administración. Cualquier decano universitario que se atreva a ignorarlos normalmente perderá su empleo mucho antes que cualquier miembro docente.

O interessante é que poucos professores se deram conta do aumento da concorrência da sua aula. Eles entendem isso como uma distração, como é o caso do aluno que olha o celular enquanto o professor explica a matéria. Além disto, diante de um problema, o Youtube possui aulas interessantes que são mais didáticas que um professor universitário. E existem muitas oportunidades de adquirir o conhecimento nos dias atuais: cursos de instituições estrangeiras de renome, pequenos vídeos sobre assuntos específicos, verbetes da wikipedia, entre outros. E postagens de blogs !

20 dezembro 2017

Missão e visão nas universidades do mundo

Durante três anos trabalhei na área de planejamento da minha universidade (entre 2014 a 2016). Uma das tarefas foi fazer o planejamento e, neste, uma declaração de missão e visão. Usando o método desenvolvido pelo professor Gileno Marcelino, chegamos a uma conclusão.

Agora, um pesquisador argentino fez um levantamento global das missões e visões das universidades. Apesar de não estar mais trabalhando na área, o resultado despertou interesse pelos padrões encontrados. Foram 338 declarações de missão e 291 de visão. Foram diversas conclusões, mas gostaria de destacar a ausência de elementos quantitativos, a ausência de semelhanças com as empresas privadas, o fato dos enunciados da América do Sul serem mais longos e os termos mais usados foram "pesquisa, universidade, mundo, conhecimento e educação".

06 julho 2017

Falta de equilíbrio nas bibliotecas das universidades

O equilíbrio entre esquerda e direita (ou a falta dele) nas universidades públicas é tema de controvérsia permanente. Dentre os métodos disponíveis para medir a correlação de forças, uma das formas menos subjetivas é avaliar a bibliografia disponível nas bibliotecas. Foi o que fez a Gazeta do Povo, levando em conta as cinco maiores universidades brasileiras de acordo com o renomado ranking da Times Higher Education – todas públicas.

Listas dos autores mais influentes em cada grupo serão sempre objeto de questionamento. Mas é possível chegar a um time de pensadores incontestáveis de cada lado. A lista utilizada na comparação tem, na esquerda, Karl Marx, Vladimir Lenin, Antonio Gramsci, Jean-Paul Sartre e Paulo Freire. Na direita, Adam Smith, Edmund Burke, Ludwig Von Mises, Roger Scruton e Thomas Sowell.

É evidente que fatores diversos pesam no número de livros disponíveis – um autor com mais obras tende a ter mais volumes, por exemplo. Ainda assim, a desproporção é evidente, e um sinal de que a diversidade de ideias não vai bem: a contabilidade final aponta para 7.701 obras dos cinco autores de esquerda contra 712 dos cinco de direita.

(...)
Ainda assim, os números não convencem a todos: “O que importa é a relevância dos autores em relação à perspectiva histórica e teórica que eles têm. Essa é uma falsa questão”, diz Alexandre Bernardino Costa, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). “Paulo Freire é um educador difundido no mundo inteiro. Você vai colocá-lo ao lado de um pensador de direita que não tem a mesma expressão dele?”, indaga.

Mas, na visão do professor de Filosofia Rodrigo Jungmann, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a contabilidade evidencia um problema crucial: “Isso reflete a maioria esmagadora de professores esquerdistas nas universidades, que desejam que seus alunos tenham uma exposição quase que exclusiva a autores de esquerda”.

O docente diz que a falta de equilíbrio traz consequências negativas para os alunos. “Você só pode formar uma opinião bem abalizada sobre um assunto quando você tem acesso a todas as perspectivas, as várias linhas teóricas concorrentes e antagônicas em torno do assunto, com a visão devidamente equilibrada”, argumenta.


Grifo do blog, para destacar o absurdo da afirmação. Fonte: Gazeta do Povo

16 abril 2017

O que é mais gratificante em ser professor?

A pergunta acima apareceu no Quora, um endereço onde as pessoas fazem perguntas e outras podem responder. Até o momento que escrevo esta postagem somente Ben Zhao, um professor de computação, respondeu. Mas muito do que ele disse parece que tem a minha história (grifo meu e fiz pequenas mudanças no texto).

Há uma série de respostas para esta pergunta, e dependendo da sua personalidade, elas provavelmente produzirão níveis variáveis ​​de impacto. Em vez de tentar chegar a uma lista exaustiva, vou fazer o meu melhor para mencionar alguns dos melhores momentos que eu experimentei a partir da minha perspectiva pessoal.

1. Observando como um estudante de doutorado (quase) terminando seu curso receber essa oferta de trabalho cobiçado. Este é o culminar de anos de trabalho duro, pelo estudante, e em menor grau, pelo orientador. Estes são momentos em que você vê maneiras quantificáveis ​​que seus esforços literalmente alteraram e moldaram a vida de outro ser humano. Ao contrário dos pais e professores que muitas vezes precisam esperar anos para ver seus esforços chegarem a bom termo, um conselheiro de doutorado vê que o impacto direto de seus esforços dos últimos N anos, materializado imediatamente em um único momento.

2. Assistir um de seus alunos apresentar uma palestra fantástica numa conferência de primeira linha, na frente de uma sala cheia de participantes de todo o mundo.

3. Recebendo uma inesperada nota de agradecimento no correio (ou e-mail) de um ex-aluno, agradecendo pela disciplina que você ensinou a ele há 6 anos e detalhando como mudou a trajetória de sua vida e carreira. Apesar do nível de esforço significativo que a maioria dos professores colocam no ensino, tendemos a esquecer quantos alunos são afetados pelo que e como ensinamos. Essas notas ocasionais são grandes lembretes de quanto nossa aula importa.

4. Encontrar-se com um ex-aluno em uma conferência acadêmica, e ser apresentado aos seus atuais alunos se preparando para apresentar o seu trabalho.

Todos estes item têm o mesmo tema recorrente: o impacto sobre a vida dos alunos e ex-alunos. Há muitos outros componentes que fazem a vida acadêmica, como publicar, obter bolsa, receber prêmios e reconhecimento, ver nossa pesquisa impactar diretamente na indústria e nos usuários reais, etc. Mas pessoalmente acho que o papel do professor é mais satisfatório e é por isso que esses momentos são os mais gratificantes e memoráveis ​​para mim.

14 setembro 2016

Relevância das universidades

The Conversation reflete sobre a perda de relevância das universidades. Segundo o texto, a academia não consegue impor algumas verdades triviais, como a evolução das especies, a existência do holocausto entre outros.

Para o autor, existe esperança. As universidades devem focar na pesquisa, ensino e serviço. Mas também no impacto no mundo. Isto passaria por melhorar o discurso público da ciência, mas também entender e participar do impacto da mídia social na sociedade. Ou, "engajar nas novas realidades da idade da informação". Isto significa inclusive ir onde as pessoas estão e treinar os professores para esta nova realidade. Isto inclui também ter um blog para divulgar as novas verdades.

Em frente Contabilidade Financeira!

15 agosto 2016

Impacto econômico das universidades

Estudando 78 países e 15 mil universidades, Anna Valero e John Van Reenen estimaram os efeitos econômicos, do século XI até os dias de hoje. O número de universidades está associado a taxa futura de crescimento da economia:

We estimate fixed effects models at the sub-national level between 1950 and 2010 and find that increases in the number of universities are positively associated with future growth of GDP per capita (and this relationship is robust to controlling for a host of observables, as well as unobserved regional trends). Our estimates imply that doubling the number of universities per capita is associated with 4% higher future GDP per capita. Furthermore, there appear to be positive spillover effects from universities to geographically close neighboring regions. We show that the relationship between growth and universities is not simply driven by the direct expenditures of the university, its staff and students. Part of the effect of universities on growth is mediated through an increased supply of human capital and greater innovation (although the magnitudes are not large). We find that within countries, higher historical university presence is associated with stronger pro-democratic attitudes.

02 setembro 2015

Universidade pública deve ser grátis para quem pode pagar?



O governo brasileiro oferece anualmente mais de um milhão de vagas em universidades públicas e gratuitas. Entretanto, a educação superior no Brasil é altamente progressiva*. Neste artigo estudamos como a cobrança pela educação pública de alunos com elevada renda altera o equilíbrio no mercado de educação superior. Tal taxa encoraja alunos mais ricos a buscar a educação particular e aumenta o acesso de alunos carentes às universidades públicas. Mostramos que uma pequena taxa cobrada gera ganhos de bem-estar com uma cota inferior de cerca de R$100.000 por aluno carente extra atendido pelo sistema público.

*Dizemos que a educação é progressiva se indivíduos de famílias com renda mais elevada recebem mais educação do que indivíduos de famílias de baixa renda. 

Autores: Eduardo M. Azevedo(Harvard University) e Pablo Salgado(PUC-Rio)

AZEVEDO, Eduardo M.; SALGADO, Pablo. Universidade pública deve ser grátis para quem pode pagar?. Rev. Bras. Econ.,  Rio de Janeiro ,  v. 66, n. 1, p. 99-116, Mar.  2012 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71402012000100005&lng=en&nrm=iso>. access on  01  Sept.  2015.  http://dx.doi.org/10.1590/S0034-71402012000100005.

10 junho 2015

Sistema de Incentivo Fiscal a doações

[...]nossos sistemas de incentivo fiscal a doações. Nos Estados Unidos, se alguém quiser doar algum recurso para o MoMA (o Museu de Arte Moderna, em Nova York), poderá abater até 30% de seu rendimento tributável. Para algumas instituições, esse percentual sobe a 50%. No Brasil, seu abatimento é limitado a 6% do Imposto de Renda, se o contribuinte fizer a declaração completa.

O pior, no entanto, acontece do outro lado do balcão. Para receber a doação, o museu brasileiro deverá ter um projeto previamente aprovado pelo Ministério da Cultura, em Brasília. Serão meses em uma via crucis, listando minuciosamente o gasto futuro com o projeto, e depois mais alguns meses para a prestação de contas detalhada do que foi gasto com sua execução. Fico imaginando o que o MoMA faria se, para receber doações, tivesse de enviar previamente um projeto para ser analisado em Washington, linha a linha, por um grupo de funcionários públicos. Os Estados Unidos nem sequer têm um Ministério da Cultura. As doações e os incentivos são diretos, sem burocracia. Por isso, funciona.

Vamos a outro exemplo: os americanos adotam como principal estratégia de financiamento de suas instituições – sejam museus, universidades ou orquestras sinfônicas – os chamados “fundos de endowment”. A ideia é bem simples: uma poupança de longuíssimo prazo, destinada a crescer, ano a ano, da qual a instituição retira parte dos rendimentos para seu custeio. Simplesmente nenhuma grande instituição universitária ou cultural americana vive sem seu endowment. Há 75 universidades com fundos de mais de US$ 1 bilhão. O maior de todos, de Harvard, tem US$ 36 bilhões em caixa.

Pois bem, vamos imaginar que um milionário acordasse, dia desses, decidido a doar uma boa quantia para algum endowment no Brasil. Ele gosta de artes visuais e quer doar a um museu. Em primeiro lugar, ele não teria nenhum incentivo fiscal para fazer isso. O Ministério da Cultura simplesmente proíbe que um museu brasileiro apresente um projeto para receber doações para endowments. Em segundo lugar, não haveria nenhum endowment para ser apoiado. Nos Estados Unidos, ele encontraria milhares, e bastaria escolher algum, na internet. Em Pindorama, nenhum. As leis não favorecem, os incentivos inexistem, as instituições não estão organizadas para receber as doações. E a culpa segue por conta de nossa “formação cultural”.

Outra razão diz respeito ao modelo de gestão de nossas instituições. O Brasil teima, em pleno século XXI, a manter uma malha obsoleta de universidades estatais. Elas consomem perto de 30% dos recursos do Ministério da Educação, mas nenhuma se encontra entre as 200 melhores do mundo, no último levantamento da revista Times Higher Education. Enquanto isso, os Estados Unidos dispõem de 48 das 100 melhores universidades globais. Princeton, Yale, Columbia, MIT seguem, em regra, o mesmo padrão: instituições privadas, sem fins lucrativos, com largos endowments, cobrando mensalidades e oferecendo um amplo sistema de bolsas por mérito (em âmbito global), e ancoradas em uma rede de alumni e parcerias públicas e privadas. Não é diferente do que ocorre com museus e instituições culturais.

O ponto é que o Brasil pode mudar. Há exemplos de líderes empresariais que fazem sua parte. Há o caso exemplar do banqueiro Walter Moreira Salles, fundador do Instituto Unibanco, voltado à educação, e do Instituto Moreira Salles, voltado à cultura. Há a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, há o Museu Iberê Camargo, criado por Jorge Gerdau, e há a Fundação Roberto Marinho, à frente do maior projeto cultural do Brasil, nos dias de hoje, que é o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Há uma imensa generosidade e espírito público, no país, ainda bloqueados pelo anacronismo dos modelos de gestão pública que adotamos. Instituições, mais do que a história. Incentivos, mais do que uma suposta genética cultural. Essa deve ser nossa aposta.


Fonte: aqui

19 setembro 2014

Listas: As melhores universidades do Brasil

Segundo a QS 2014

Universidade de São Paulo (USP) – 132 lugar
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – 206 lugar
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – 271 lugar
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) - 421-430*
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - 451-460
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) - 471-480
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) - 501-550
Pontificia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) – 551-600
Universidade de Brasília (UnB) – 551-600
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) - 551-600
Universidade Federal da Bahia (Ufba) – 601 - 650
Pontificia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) – 651-700
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – 651-700
Universidade Federal do Paraná (UFPR) – 651-700
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) – 701-800
Universidade Estadual de Londrina (UEL) – 701-800
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – 701-800
Universidade Federal de Viçosa (UFV) – 701-800
Universidade Federal do Ceará (UFC) – 701-800
Universidade Federal do Pernambuco (UFPE) – 701-800
Universidade Federal Fluminense (UFF) – 701-800

11 setembro 2014

Listas: 10 melhores cursos de pós-graduação em contabilidade dos EUA

1) University of Texas—​Austin (McCombs) - Austin, TX (foto)
2) University of Pennsylvania (Wharton) - Philadelphia, PA
3) University of Illinois—​Urbana-​Champaign - Champaign, IL
4) University of Chicago (Booth) - Chicago, IL
5) University of Michigan—​Ann Arbor (Ross) - Ann Arbor, MI
6) Stanford University - Stanford, CA
7) Brigham Young University (Marriott) - Provo, UT
8) University of Southern California (Marshall) - Los Angeles, CA
9) New York University (Stern) - New York, NY
10) University of North Carolina—​Chapel Hill (Kenan-​Flagler) - Chapel Hill, NC

Fonte: Aqui

26 agosto 2014

Listas: As melhores universidades do mundo em 2014

Segundo classificação de Xangai:


1 Universidade Harvard - Estados Unidos
2 Universidade Stanford - Estados Unidos
3 Universidade da Califórnia - Berkeley - Estados Unidos
4 Instituto de Tecnologia de Massachusetts - Estados Unidos
5 Universidade de Cambridge - Reino Unido
6 Instituto de Tecnologia da Califórnia - Estados Unidos
7 Universidade de Princeton - Estados Unidos
8 Universidade Columbia - Estados Unidos
9 Universidade de Chicago - Estados Unidos
10 Universidade de Oxford - Reino Unido

USP é a 144a; UFMG = 317a.; UFRJ = 318; Unesp = 362; Unicamp = 365; e UFRGS = 421a.

08 agosto 2014

Qualidade das universidades

Em 1911 Charles Babcock Kendric criou um relatório onde analisava a qualidade das universidades dos Estados Unidos. A classificação dele era feita em quatro grupos, conforme a qualidade percebida por ele. Aqui o autor faz uma relação interessante: toma o ranking das melhores universidades em 2014, baseado nos dois melhores critérios de classificação dos Estados Unidos, e compara com a classificação de Kendric. A figura abaixo mostra as melhores universidades (Princeton em primeiro lugar) e a classificação de Kendric, onde a bola vermelha representa a “classe 1” (as melhores) e a verde a “classe 2”. Uma conclusão: boas universidades em 1911 continuavam sendo boas universidades mais de cem anos depois.

A imagem completa e em PDF pode ser obtida aqui.