Translate

15 novembro 2016

Links

A chuva pode influenciar sua decisão: caso de plebiscito na Suíça

Professores do ensino médio favorecem mais as meninas

Lucas Film possui os direitos de uso da palavra "droid"

Avaliação de empresas e eleição de Trump

México Recompensa: 15 milhões de pesos pela captura de um ex-governador

Distribuição do p-valor

No artigo abaixo, o autor mostra que a distribução do p-valor é extremamente assimétrica e volátil. Assim, p-valor de 0.05 (o ideal é 0.005, segundo o autor) e poder do teste de 90% (ideal é 99%, segundo Taleb) não fazem sentido.

Resumo:

We present an exact probability distribution (meta-distribution) for p-values across ensembles of statistically identical phenomena, as well as the distribution of the minimum p-value among m independents tests. We derive the distribution for small samples 2<n≤n∗≈30 as well as the limiting one as the sample size n becomes large. We also look at the properties of the "power" of a test through the distribution of its inverse for a given p-value and parametrization.
P-values are shown to be extremely skewed and volatile, regardless of the sample size n, and vary greatly across repetitions of exactly same protocols under identical stochastic copies of the phenomenon; such volatility makes the minimum p value diverge significantly from the "true" one. Setting the power is shown to offer little remedy unless sample size is increased markedly or the p-value is lowered by at least one order of magnitude.
The formulas allow the investigation of the stability of the reproduction of results and "p-hacking" and other aspects of meta-analysis.
From a probabilistic standpoint, neither a p-value of .05 nor a "power" at .9 appear to make the slightest sense.

Fonte: Taleb, Nassim Nicholas, The Meta-Distribution of Standard P-Values (September 3, 2016). Available at http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.2834266

Rir é o melhor remédio

14 novembro 2016

Presidente da SEC deixa o cargo

A presidente do organismo que regula o mercado financeiro nos Estados Unidos (SEC, o órgão regulador do mercado acionário americano), Mary Jo White, entrega o cargo em janeiro de 2017, três anos antes do fim de seu mandato — anunciou a entidade nesta segunda-feira.

White é a primeira funcionária com cargo de confiança a renunciar ao posto, diante do término do governo Barack Obama, após a vitória de Donald Trump na semana passada.

O republicano já anunciou uma mudança na regulamentação que rege os mercados financeiros.
“Estou muito orgulhosa dos nossos três anos consecutivos com um número recorde de inspeções, dezenas de reformas fundamentais na regulamentação que fortaleceu a proteção dos investidores e a estabilidade dos mercados”, declarou White.

Fonte: Aqui

Prosperidade

No ranking de prosperidade, de um grupo de pesquisa denominado Legatum Institute, o Brasil aparece em 52o. lugar. A melhor posição do país foi 46o em 2011 (de uma série histórica de 2007 a 2016).

Os pontos positivos do país: ambiente natural, em 28o., liberdade pessoal (36o.) e qualidade econômica (44o.). Os aspectos que pioraram a nota do país: ambiente de negócios (90o.), segurança pessoal e nacional (89o.), educação (81o.), saúde (81o.) e governança (74o.). No quesito de capital social a colocação do país é a mesma do índice geral.

Nova Zelândia, Noruega e Finlândia lideram o ranking geral.O índice de governança pode ser uma aproximação para qualidade do nosso governo.

Links

A crise da Holanda: pouca gente para suas cadeias

A LFR é ingnorada pelos gestores e os tribunais não fiscalizam

Um gif com Trump

Custo da Corrupção

A Petrobrás, a partir de auditorias internas, tem uma estimativa preliminar de que o grupo Odebrecht participou do desvio de aproximadamente R$ 7 bilhões da estatal. Os valores levam em consideração não apenas obras de engenharia. Incluem todo um passivo que teria sido criado com superfaturamentos aplicados em contratos de construção de unidades operacionais, de fornecimento de equipamentos, como sondas, e de prestações de serviços, como exploração de petróleo, e que ajudaram a cobrir o pagamento de propinas no esquema de corrupção que envolveu executivos da Petrobrás e políticos. (Petrobrás estima em pelo menos R$ 7 bi desvios em contratos com a Odebrecht, Alexa Salomão, O Estado de S Paulo, 14 de nov 2016)

No dia anterior o jornal tinha divulgado que a delação dos executivos da empresa irá duplicar a Lava-Jato. O número que o jornal apresenta mostra como a estimativa realizada no passado sobre o efeito da corrupção na empresa esta subestimado. Reforça isto a seguidas amortizações que a empresa fez, inclusive no último trimestre. Em suma, a empresa foi pouco conservadora na amortização e perdeu uma grande chance de limpar efetivamente o seu balanço; uma justificativa desta atitude talvez esteja no índice de endividamento.