Uma orientação do regulador inglês Financial Reporting Council tratou da questão da inteligência artificial na auditoria. De uma forma resumida seria: os auditores são responsáveis pelo que a IA produz. Eis um exemplo de como isto está ocorrendo nos dias atuais:
A equipe de liderança global da EY teve, no fim do mês passado, uma prévia das poderosas ferramentas de IA que estão prestes a ser implementadas em toda a sua área de auditoria. Os tecnólogos da firma apresentaram uma versão reformulada da plataforma de auditoria EY Canvas, com recursos que aceleram drasticamente a avaliação de riscos corporativos usada para planejar uma auditoria, enviam orientações contábeis relevantes à equipe enquanto ela trabalha e pré-preenchem os papéis de trabalho que documentam seu progresso.
A EY afirma que, quando a atualização do Canvas entrar no ar neste mês, o trabalho de auditoria não será apenas mais rápido, mas também mais minucioso, com maior probabilidade de detectar fraude e de garantir a precisão das demonstrações financeiras das quais dependem os mercados de capitais.
Agora é sentar e esperar a primeira falha acontecendo.

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