Tradicionalmente os auditores sempre ficaram isentos de punições por falhas cometidas no seu trabalho. Mas os prejudicados deixaram de acreditar na conversa que o papel do auditor não é descobrir fraude e iniciaram uma longa jornada de solicitar indenizações em processos judiciais. Agora a conta está começando a chegar e a justiça tem, cada vez menos, confiado no argumento usado pelos profissionais e suas empresas.
A Deloitte & Touche LLP concordou, em março, em concluir um dos maiores acordos de uma ação coletiva contra auditores em uma década. O pagamento de US$ 34 milhões aos acionistas da Scana encerra uma disputa judicial de seis anos sobre as auditorias da Deloitte relacionadas a um projeto abandonado de usina nuclear na Carolina do Sul.
Isso veio na sequência de um caso em Nova York em que investidores de um hedge fund, que questionaram o trabalho dos auditores, processaram a BDO, hoje conhecida como BDO USA P.C., depois que o fundo entrou em colapso. Os investidores receberam cerca de US$ 9 milhões em indenização por meio de um painel arbitral. Em janeiro, um juiz estadual manteve a decisão, e o caso segue em grau de recurso.
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