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Mostrando postagens com marcador séries. Mostrar todas as postagens
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20 dezembro 2021

PBC: uma série sobre trabalho do contador

A FloQast anunciou que seu estúdio estará lançando, em janeiro, um série chamada PBC. O estilo aproxima-se do The Office e conta, inclusive, com dois personagens da série famosa: Kate Flannery (a Meredith Palmer) e Creed Bratton. Além disto, Danny Trejo, ator mexicano, com rosto de mau, muito conhecido pelo papel de Machete. 

Sendo sobre contabilidade, PBC trata de um departamento de contabilidade. Segundo o produtor, o objetivo é "combater o estereótipo de que contadores são chatos e pouco criativos". Os seis episódios iniciais serão lançados no Youtube e no site FloQastStudios. 

25 fevereiro 2021

14 abril 2020

Para maratonar

Em tempos de Covid-19 eis uma lista de série e o respectivo tempo que você levaria para assistir todos episódios. Algumas não sei se estão disponíveis no streaming no Brasil:

General Hospital—11,398 hours (474 days, 22 hours) - esta série existe desde 1963.
Days of Our Lives—11,281 hours (470 days, 1 hour)
Saturday Night Live—1308 hours (54 days, 12 hours)
Pokémon—513 hours (21 days, 9 hours)
Law and Order: Special Victims Unit — 460 hours (19 days, 4 hours)
NCIS—379 hours (15 days, 19 hours)
Grey's Anatomy—343 hours (14 days, 7 hours)
The Simpsons—334 hours (13 days, 22 hours)
Criminal Minds—317 hours (13 days, 5 hours)
The X-Files—218 hours (9 days, 2 hours)
Star Trek: The Next Generation—178 hours (7 days, 10 hours)
House—176 hours (7 days, 8 hours) 
The Vampire Diaries—171 hours (7 days, 3 hours)
Dragon Ball Z—170 hours (7 days, 2 hours)
Family Guy—165 hours (6 days, 21 hours)
The West Wing—154 hours (6 days, 10 hours)
Gilmore Girls—153 hours (6 days, 9 hours)
South Park—152 hours (6 days, 8 hours)
Buffy the Vampire Slayer—144 hours (6 days)
The Big Bang Theory—139 hours (5 days, 19 hours)
Cheers—138 hours (5 days, 18 hours)
The Walking Dead—131 hours (5 days, 11 hours)
M*A*S*H—129 hours (5 days, 9 hours)
King of the Hill—127 hours (5 days, 7 hours)
Gossip Girl—121 hours (5 days, 1 hour)
Lost—121 hours (5 days, 1 hour)
Friends—121 hours (5 days, 1 hour)
SpongeBob SquarePants—120 hours (5 days)
Shameless—110 hours (4 days, 14 hours)
Sons of Anarchy—105 hours (4 days, 9 hours)
How I Met Your Mother—104 hours (4 days, 8 hours)
That 70s Show—102 hours (4 days, 6 hours)
The Office—99 hours (4 days, 3 hours)
Dexter—96 hours (4 days)
Mad Men—92 hours (3 days, 20 hours)
Orange Is the New Black—91 hours (3 days, 19 hours)
Seinfeld—90 hours (3 days, 18 hours)
The Sopranos—86 hours (3 days, 14 hours)
Fresh Prince of Bel-Air—74 hours (3 days, 2 hours)
It's Always Sunny in Philadelphia—71 hours (2 days, 23 hours)
Adventure Time—70 hours (2 days, 22 hours)
Game of Thrones—70 hours (2 days, 22 hours)
Brooklyn Nine-Nine—65 hours (2 days, 17 hours)
Parks and Recreation—63 hours (2 days, 15 hours)
Breaking Bad—62 hours (2 days, 14 hours)
Futurama—62 hours (2 days, 14 hours)
The Wire—60 hours (2 days, 12 hours)
Downton Abbey—56 hours (2 days, 8 hours)
Avatar: The Last Airbender—30 hours (1 day, 6 hours)
Black Mirror—21 hours
Stranger Things—20 hours
Rick and Morty—15 hours

Fonte: Aqui
Somei as séries que assisti integralmente e deu 26 dias (626 horas para ser exato)

09 fevereiro 2019

Impostos em série

Parece que as séries caíram no gosto das pessoas. A seguir uma relação de episódios - considerados pelo seu autor - como os episódios mais engraçados quando o assunto é impostos. Como não assisto tanta televisão assim, confesso que não vi nenhum dos episódios citados. Mas fiz um pequeno resumo, baseado no texto original. E acrescentei a nota do IMDB de cada série. E você, assistiu algum?

“The Audit” – The Golden Girls (no Brasil "Supergatas"), sessão 3, episódio 10 - quando os problemas de impostos do ex se tornam "seus" problemas. Nota: 7,9; nota do episódio = 7,6

“1040 or Fight” – The Mary Tyler Moore Show (no Brasil "Mary Tyler Moore), sessão 1, episódio 11 - Mary tem uma reunião com o auditor da receita. Uma citação do episódio: "sabe, Mary, você é a única pessoa que eu conheço que faz cookies de chocolate para um auditoria do governo dos Estados Unidos".  Nota da série: 8,1. Nota do episódio = 8

“Crimes e Misdemeanors e Ex-FSs” – The Mindy Project (no Brasil Projeto Mindy) sessão 3, episódio 3 - Mindy tem problemas com impostos atrasados. Nota = 7,4; nota do episódio = 7,6

“Trouble with trillions” – The Simpsons, seasssão 9, episódio 12 - Considerado um episódio clássico, que gerou um artigo na Forbes sobre as referências tributárias, Homer Simpson demonstra um falta de conhecimento sobre o assunto tributos. Nota: 8,7; Nota do episódio = 7,9

“The One with George Stephanopoulos” – Friends, sessão 1, episódio 4 - Tentativa de explicar para alguém sobre impostos se esta pessoa nunca pagou antes. Nota da série = 8,9; episódio = 8,2.

“E. Peterbus Unum” – Family Guy, seassão 2, episódio 18 - Sobre o recebimento da restituição do imposto. Nota da série = 8,2; episódio = 8,2.

09 novembro 2018

Contabilidade de série de televisão


O regulador da contabilidade dos Estados Unidos, o Fasb, está propondo uma mudança na contabilidade dos custos de produção de filmes e de séries de televisão / streaming. A principal questão sobre este assunto é se estes custos devem ser capitalizados ou não. Uma rede de televisão que produz um episódio de uma série tem, atualmente, restrições para capitalizar os custos. Entretanto, nos anos recentes o modelo de negócios mudou em termos da produção e distribuição, com a presença das receitas por assinaturas.

A proposta do Fasb é retirar algumas restrições à capitalização, convergindo para o mesmo modelo de contabilização dos filmes. A proposta é permitir a capitalização total dos custos de produção, assim como ocorre com os filmes.

Na próxima vez que você usar a Netflix para assistir sua série favorita, pense no assunto.

Fonte: aqui e aqui

14 maio 2017

Cortem-lhe a cabeça!

Um contador morre e uma das suposições é que alguém queria calá-lo por causa de coisas que ele sabia.

... se a moda pega.






Cenas da série Bones, temporada 5, episódio 22

22 março 2017

Resenha: Big Little Lies

Em 2014, eu comentei que li Big Little Lies. Nele a personagem Jane é uma contadora. Esse foi o primeiro livro da Liane Moriarty que li e a achei uma ótima autora. E com um sobrenome muito legal heim *.* #SherlockHolmes

O livro agora está sendo apresentado em forma de minissérie pela HBO e, milagre, a protagonista ainda é apresentada como uma contadora e não seguiu a linha tradicional de Hollywood que substitui contadores por advogados ou atuários. (Confesso que esse foi o principal motivo para eu correr para assistir a série.)

Na verdade eu tenho um emprego de meio período

O que você faz?

A melhor profissão de todas... Sou uma super-heroína e cuido sozinha do meu filho, além de ser contadora...
A história tem uma visão ampla de diversos personagens, mas fixa basicamente três mulheres. As três têm filhos iniciando a primeira série naquele ano e uma delas acabou de chegar na cidade. E há um assassinato. Alguém morre na noite de jogos realizada pela escola. Você não sabe quem morre. Você não sabe quem é o assassino.

A narração se inicia mais ou menos duas semanas antes do crime e apresenta alguns trechos de depoimentos feitos após aquela noite. Há intercalação entre o passado, desde quando Jane chegou à cidade, e o presente, quando a polícia está apurando os fatos.

Quando li o livro fiquei mais voltada para o mistério que ocorre na história: alguém morreu. Mas como? Quem? Foi a Jane que ocultava o seu passado e acreditava que bullying no parquinho não se tratava apenas das crianças? Foi a Madeline, que se esforçava tanto para se conectar à sua filha do primeiro casamento? Foi a bela Celeste, cuja vida perfeita esconde um segredo horrível?

Na série percebi melhor a parte sobre o relacionamento entre mulheres, entre casais, entre pais e filhos. Trata também da inocência, ou não, de lindas e abastadas criancinhas e de escândalos domésticos de uma forma curiosa, que não segue os clichês habituais.

De forma geral, e acho que era de se esperar, a série é um pouco devagar. Frequentemente eu me pegava fazendo alguma outra coisa enquanto a assistia, por ficar um pouco entediada. Acho que a Reese Whiterspoon, uma atriz eu adoro, me ajudou a continuar assistindo aos episódios. A série não é fantástica, mas não é ruim. O livro é ótimo e faz com que você não consiga parar de ler para descobrir os mistérios... e como ao invés da tradicional adaptação para filme, escolheram a minissérie, muita coisa é enrolada para preencher os sete ou oito episódios.


Há algumas mudanças em relação ao livro. Nada muito aberração até agora. Fiquei desanimada ao ler que talvez mudem a pessoa que foi assassinada. Na época em que li achei a trama muito bem elaborada, com um ótimo fim. Gosto de pensar que a autora fez relevantes ponderações e colocou pistas bem pensadas ao longo do caminho para que a solução do mistério fizesse sentido. Se simplesmente mudarem isso, perde um bocado da emoção. Dá a impressão que as pistas devem ser desconsideradas... Eles podem randomicamente escolher qualquer um. E fãs de mistérios “quem fez?” (whodunnit) não apreciam muito isso. Há razão para ódio entre os personagens, mas ter a natureza assassina e motivo o suficiente para isso não é tão comum. Vamos ver no que dá...

Até no mudo fictício está difícil arrumar emprego
Vale a pena: Sim, se você conseguir assistir o primeiro episódio até o final, vale continuar para ver a solução da história, mesmo sendo a um passo lento. Se você gostar muito de suspense, recomendo o livro.

24 abril 2016

De quem é esta casa?

É um teste para os fanáticos por séries. A seguir existem cinco plantas de casas/apartamentos que foram usadas em séries famosas. Você seria capaz de descobrir quais são? A resposta está no final, mas existem dicas para ajudar. Mais plantas aqui

Planta 1

Planta 2

Planta 3


Planta 4

Planta 5
A resposta a seguir:
Friends, The Big Bang (Penny e Leonard) (veja o símbolo no alto), Dexter (a mancha de sangue ajuda), Carrie Bradshaw e Lorelai

08 julho 2015

Resenha: Orange Is The New Black

Orange Is The New Black (OITNB) é uma série Americana produzida pelo Netflix (serviço de TV pela internet), baseada no livro publicado por Piper Kerman com base em sua vida e é da mesma criadora da série Weeds, Jenji Kohan.

A personagem Piper é uma nova-iorquina comum, aparentemente sem nada de muito interessante. Ela está noiva, tem amigos e familiares, um blog, um negócio de velas e produtos de banho (ou algo similar), até que um dia há um julgamento relacionado a tráfico de drogas, ela é citada porque  participou de um transporte internacional de entorpecentes e acaba se entregando voluntariamente (até onde isso é possível) em Litchfield, uma prisão de baixa segurança... Vemos como ela está despreparada quando pedem para ela entregar o iPhone para o noivo porque lá não é permitido. A primeira preocupação dela? Como atualizar o blog!? Pois é.

Aí ela entra e logo ficamos com receio de alguns clichês envolvendo a vida na prisão, mas eles até que conseguem consideravelmente contornar isso. Há riqueza de personagens, situações interessantes e bem elaboradas. Eu comecei a assistir por assistir, achei que logo acharia tedioso, mas ainda não foi o caso.

Não há nenhuma contadora encarcerada (!!!), mas há desvio cara de pau de dinheiro por uma das administradoras da penitenciária. Na terceira temporada há também dicas para se montar um negócio... claro que de forma nebulosa e na prisão, mas há alguns ensinamentos valiosos como motivação e valorização de funcionários, aproveitamento eficaz de recursos, importância da criatividade e de se pensar de formas não tradicionais.

Ah! Na terceira temporada tem uma cena bem legal também, em que comentam a parte do livro Freakonomics sobre aborto e violência. Leia mais aqui sobre o que foi escrito no livro. Não vou entrar em detalhes quanto a cena porque a resenha é spoiler free.


Na quarta temporada (ainda não disponível) haverá uma prisioneira que remete um bocado à Martha Stewart (empresária e apresentadora de TV norte-americana que foi condenada a cinco meses de prisão em 2004). Ansiosa por isso!

Vale a pena: Sim. Não é uma série viciante, mas tem seu apelo. Além de o acesso ser fácil já que, por ser produzida pelo Netflix, basta que você seja assinante (o básico é R$19,90 por mês, o premium 29,90 - o primeiro mês é grátis). Ou seja, você pode assistir a qualquer momento e por diversos dispositivos (celular, tablets, smart TV, e outros gadgets que sejam preparados para o acesso à internet).

Formato: Série
Classificação indicativa: 18 anos
Gênero: Comédia dramática, humor negro, crime
Duração: 51 a 92 minutos
País de Origem: Estados Unidos
Distribuido por: Netflix
Empresa de televisão original: Netflix

Temporadas: 3 (39 episódios)



Evidenciação: Programa adquirido com recursos particulares, sem quaisquer ligações con o Netflix ou com a série resenhada.

16 junho 2014

Não conhecemos a causa de inflação ou recessões

Macroeconomics is a little like fusion power. When the Great Depression hit, economists finally started taking booms and busts seriously. There’s no denying that something weird happens when a country slips into recession -- all the same factories and offices and people and ideas are there, but suddenly people aren’t producing as much stuff. Why? John Maynard Keynes, Friedrich Hayek and Irving Fisher wrestled with this question in the 1930s, and their work kicked off a decades-long quest to understand what we now call the business cycle. But almost a century later, despite sending some of our best brains up against the problem, we’ve made frustratingly little progress.
It’s hard to overstate how few solid conclusions have emerged out of a century of macroeconomic research. We don’t even have a good grasp of what causes recessions. Robert Lucas, probably the most influential macroeconomist since Keynes, had this to say in 2012:
I was [initially] convinced…that all depressions are mainly monetary in origin…I now believe that the evidence on post-war recessions (up to but not including the one we are now in) overwhelmingly supports the dominant importance of real shocks. But I remain convinced of the importance of financial shocks in the 1930s and the years after 2008. Of course, this means I have to renounce the view that business cycles are all alike!
Lucas’ progression roughly reflects the shifting fads in academia. In the 1970s, people mostly thought that recessions were caused by tight monetary policy. After the big inflation in the '80s, people built models in which recessions happen because fewer new technologies got discovered in a given year. But that didn’t seem to explain the recessions induced by Federal Reserve Chairman Paul Volcker in the early 1980s, so new models were developed that attributed recessions, again, to tight monetary policy. After the financial crisis of 2008 and the deep recession that followed, macroeconomists shifted gears and started building models in which financial crises cause economic busts. The consensus shifts every time something big happens.
Other top macroeconomists put the problem even more starkly. Harvard’s Greg Mankiw said this in 2011:

After more than a quarter-century as a professional economist, I have a confession to make: There is a lot I don’t know about the economy. Indeed, the area of economics where I have devoted most of my energy and attention — the ups and downs of the business cycle — is where I find myself most often confronting important questions without obvious answers...
And in that same year, the University of Chicago’s John Cochranewrote:
Why are we stagnating? I don’t know. I don’t think anyone knows, really...Nothing on the conventional macro policy agenda reflects a clue why we’re stagnating...
We also don’t understand what causes inflation. It makes sense that printing more money would cause prices to rise, but trillions of dollars of quantitative easing -- a policy dreamed up by Milton Friedman as a way to fight stagnation -- haven’t budged the inflation rate from its low level of about 2 percent. That has led a small but growing number of macroeconomists, including Stephen Williamson of Washington University, to suggest that quantitative easing, or long periods of low interest rates, actually reduce inflation. At a recent Hoover Institute conference, Cochrane declared that inflation is actually the result, not of loose monetary policy, but of government borrowing (this is actually an old idea as well).
On the topic of what to do about recessions, opinion also is split. The dominant school of thought among macroeconomists (the “New Keynesians” and “monetarists”) says that fighting recessions is the Fed’s job -- lowering interest rates, or QE, or nominal gross domestic product targeting can get the job done. A branch of this school thinks that monetary policy loses its punch when interest rates are low, and recommends fiscal stimulus spending to fill the gap. A slightly smaller group (the “New Classicals”) think that nothing can be done -- we just need to wait it out, and in the meantime try to cut taxes and implement other structural reforms. The debate rages on. But this argument is a little like medieval doctors arguing over leeches versus bleeding -- without a real understanding of what causes recessions, our medicines are largely a shot in the dark.
Why is macroeconomics one of the great unsolved problems in the history of human science? It isn't because macroeconomists aren’t smart enough, as anyone who has hung around them knows. It’s also not because they’re too politicized; you can find macroeconomists on every end of the spectrum. Nor is it for lack of resources being thrown at the question.
The problem is data. Business cycles are few and far between. And business cycles that look similar to one another -- the Great Depression and the Great Recession, for example -- are even farther apart. It’s hard to tell whether policies have any effect, or whether those effects were about to happen anyway. The main statistical technique we have to analyze macro data -- time-series econometrics -- is notoriously inconclusive and unreliable, especially with so few data points. Comparing across countries helps a bit, but countries are all very different, and recessions can also spill over from one to another.
The uncomfortable truth is this: The reason we don’t really know why recessions happen, or how to fight them, is that we don’t have the tools to study them properly. This is the situation biologists were in when they were trying to fight disease before they had microscopes. Not only did they not have the right tools, they didn’t even have any way of knowing what the right tools would be!
So I can’t tell you when macroeconomics will have a real breakthrough. Will we be able to get insight from simulated economies (called agent-based models)? Will huge multiplayer online video games give us a laboratory to study recessions? Should we look at cities as economies, and gain some insight there? Or is there some other data-gathering method so different from what we do now that I can’t even imagine it?
It’s easy to point and laugh and say that macroeconomics isn’t a science. It’s also easy to convince yourself that if macroeconomists just ditched their blinkered political ideologies, all would become clear. But those are comforting fantasies. The fact is, there are just some big problems that mankind doesn’t know how to solve yet.
Fonte: aqui

30 agosto 2013

Garotas de programa que investem em marketing

A premissa de O Negócio, nova série da HBO Brasil, é de modernizar a profissão mais antiga do mundo. Ou, conforme explica a atriz Michelle Batista, que vive Magali, uma das protagonistas, “sair do clichê sobre prostituição”. “Nada de vestidos colados, curtos, decotes enormes”, ela explica. “São meninas inteligentes, elegantes, educadas e bem vestidas, interessantes pelo conjunto.”

O Negócio conta a história de garotas de programa de luxo que começam a estudar conceitos de marketing para tomar de volta o controle sobre o próprio corpo/vida/carreira, se liberando da dependência e exploração de “agentes”. “As estratégias de marketing são o diferencial da série”, diz a atriz Rafaela Mandelli (Karin). “Quando recebemos a sinopse, nossa curiosidade era saber como os roteiristas iam conseguir juntar uma coisa com a outra. São ideias totalmente possíveis e em que ninguém tinha pensado. Ficou muito claro, as pessoas vão entender bem como esses mecanismos funcionam e se interessar em ver as coisas por esse ângulo”, diz. “Elas realmente fazem disso um negócio - são visionárias, empreendedoras e isso vira uma empresa como qualquer outra. ”

Já Juliana Schalch, intérprete de Luna, a narradora da trama, esclarece que não há uma sensação de culpa nas histórias contadas: “A série teve o cuidado, no roteiro, de lidar com a profissão sem entrar em nenhuma forma de psicologismo”, diz. “As personagens escolheram a profissão, o que faz com que seja abordada de outra maneira. Realmente, há uma distinção e as pessoas fazem confusão [entre prostituição e exploração sexual]. Teve uma preocupação de lidar com [o tema] com naturalidade. São personagens que poderiam ser qualquer mulher na rua. Elas lidam muito bem com a escolha profissional e não têm crises com isso. Elas não caírem nessa por alguma situação da vida, elas decidiram”, diz “É uma mulher tomando posse do que é seu. O sexo é dela, ela que comanda o programa e a vida dela. Cria estratégias para avançar na profissão que ela define como sendo a dela. A Karin é uma mulher que traça com determinação os passos dela, é segura de si e sabe que tem um grande poder nas mãos – e sabe utilizá-lo.”

[...]
De qualquer forma, sexo e dinheiro são temas polêmicos dentro de quase todas as circunstâncias em que estão inseridos. Quando somados e transformados em uma carreira, não haveria de ser diferente. “Não sei se [sexo em troca de dinheiro] deve ser encarado com naturalidade, mas deve ser encarado como uma coisa real, que está aí todos os dias e não tem razão para fingir que não. Mais com respeito do que naturalidade, sem julgamento”, opina Rafaela, cuja personagem Karin deverá sentir tudo isso na pele mais do que as outras garotas na primeira temporada. Há amores no horizonte de Karin (“que não podem ser entregue ainda [risos]”. “E tem sim um conflito aí, é um que deve acontecer com bastante frequência nessa situação”, adianta.


Sinopse:
Karin (Rafaela Mandelli), Luna (Juliana Schalch) e Magali (Michelle Batista), se juntam para mudar radicalmente suas vidas profissionais. Na cidade brasileira que concentra 60% de todos os milionários do país, elas identificam um potencial mercado para lucrar com a profissão mais antiga do mundo: Garota de Programa de Luxo. Lindas, bem vestidas e com formação universitária, as garotas aprimoram seu negócio com a aplicação de teorias de administração e marketing. Nomes como Kotler, Taylor e Levitt, principais expoentes da literatura “marketeira”, são as inspirações para que essas profissionais do sexo montem seu business plan.

por STELLA RODRIGUES

A estreia aconteceu domingo, 18, às 21h, na HBO Brasil.

05 novembro 2012

The Good Wife's CPA

The Good Wife (No Brasil: Pelo Direito de Recomeçar - wikipédia) é uma série sobre advogados. Em especial uma esposa que blá blá blá... essa trama está super chata. Sorte nossa pela sobreposição de plots. Especialmente pela presença charmosa de Nathan Lane, que faz o papel de Clarke Hayden, um agente fiduciário com o objetivo de evitar que a empresa vá à falência. O personagem é um ex-CPA e no último episódio (“Waiting for The Knock”, episódio 5, 4ª temporada) ele arrasou!!!




Analisando as informações financeiras ele é o grande herói do episódio.

Como defende o professor David Albrecht, se uma trama com advogados faz sucesso, com certeza uma com contadores seria fenomenal! ^.^

06 março 2012

Guerra dos Tronos

Eu tenho alguns vícios. Um deles é... Assistir séries. Anteriormente já foram postados tópicos sobre Numb3rs e Lie To Me. Atualmente falei sobre Os Simpsons e New Girl. Ainda não existe esquema de 10 passos para a cura, então ótimo. Vou continuar postando algumas coisas aqui, vez ou outra.

O lema dos seriadores anônimos (ou não tão anônimos) é: trocamos 40 minutos de sono por um episódio de série. (Tão bom encontrar gente como a gente!).

Pois bem. Estamos (Erika Chad, Frederico Batista, eu e vários outros nerds super estilosos e fofos) lendo os 5 livros que já saíram de as “Crônicas de Gelo e Fogo”, do escritor George R. R. Martin. O primeiro livro, “Guerra dos Tronos” se tornou uma série famosíssima.
Posteriormente, cada livro será uma temporada (mas sabe-se lá porque a série ganhou o título do primeiro livro apenas).
A abertura original é genial. Muito bem feita! Vejam só:


Mas hoje? Vim mesmo mostrar a homenagem de Os Simpsons. Há! Perdoem-me! O meu lado nerd-empolgado me impede de ignorar essa riqueza que a Erika Chad (agradeço MUITO) enviou:


E você? Já assistiu a série? Leu os livros?

17 fevereiro 2012

Momento Fora de Série

New Girl é uma série norte-americana que estreou em 2011 na Fox. De forma MUITO resumida, o show se desenrola em torno de uma garota esquisita (e ótima!) e seus amigos tentando ajudá-la a se adequar.

- O primeiro episódio é excelente! Amo as referências à trilogia ”Senhor dos Anéis”. -

No último episódio (Episódio 13, temporada 1), Schmidt tenta explicar a Jesse algumas regras sobre relacionamentos sem envolvimento emocional. Uma parte do diálogo bem peculiar:

“Sei do que estou falando. Tenho as minhas 10 mil horas. Fora de Série? Você deveria ler! Malcolm Gladwell, um dos meus favoritos”.

Ele cita ainda alguns outros livros sérios, com um mix de absurdos para dar o tom engreçado da série. Mas que foi interessante ouvir o nome de Gladwell meio a essa série – nossa, como foi!

Não o conhece? Já falamos antes no blog: aqui, aqui e aqui. Corre lá! ^.^