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04 fevereiro 2026

Descarte de lixo como um negócio no Japão

Um texto do Wall Street Journal explica a razão dos turistas não encontrarem lixeiras no Japão. E as ruas são limpas e os turistas, 43 milhões em 2025, não sabem aonde descartar o lixo que geram nos passeios.  

Tudo começou com um ataque com gás sarin no metrô de Tóquio. No ataque, o terrorista usou um lixeira e por motivo de segurança, as lixeiras públicas foram removidas e as pessoas passaram a carregar o lixo para casa.  

Em locais muito turísticos, as autoridades abrem uma exceção e colocam lixeiras, como é o caso de Osaka. Uma parte do texto mostra como o capitalismo funciona:

Alguns japoneses decidiram resolver o problema por conta própria. Um grupo de estudantes da Universidade Seikei, em Tóquio, começou a caminhar por Shibuya no ano passado carregando lixeiras nas costas como mochilas [foto]. O que começou como uma iniciativa voluntária está se transformando em um negócio que vende anúncios nos recipientes. “Toneladas de pessoas jogam o lixo nas nossas lixeiras”, disse o cofundador Junsei Kido, de 20 anos, que quer levar o negócio para outras cidades como Quioto, além de festivais e shows. 


 

21 agosto 2012

Lixo e Economia

O gráfico mostra, em vermelho, o comportamento da economia dos Estados Unidos. Em azul, lixo. É interessante notar a elevada correlação entre as variáveis: quando a economia vai bem, mais lixo; economia em recessão, menos lixo. O lixo é decorrente do que está ocorrendo na economia. Como a relação é significativa e os dados do lixo possuem periodicidade semanal, usar o comportamento do lixo pode ajudar a acompanhar mais de perto o que está ocorrendo na economia.

(Um artigo sobre o assunto foi escolhido como um dos melhores do ano pelo Journal of Finance recentemente)