26 maio 2011
Contador = Impostos
A profissão contábil está muito vinculada a questão de tributos. Existem diversas situações onde isto aparece. Numa nova ferramenta do Google, denominada Correlate, você pode inserir uma palavra aparecem resultados com elevada correlação. Se você digitar “accountant” seis resultados vinculados a “tax” (impostos). Assim, “accountant” e “taxability” possuem correlação de 0,8617 nos resultados das pesquisas, entre 2004 a 2011.
Impostos 2
O Fisco diz que finalmente está alcançando a tão propalada inteligência fiscal (Protocolo ICMS 66/2009). Tal empreitada é seriamente comprometida por um fenômeno que há décadas emperra o desenvolvimento do país. Trata-se do descompasso entre a prolixa e indecifrável complexidade da legislação tributária e a sua efetiva aplicabilidade. Basta lembrar que os técnicos de uma conceituada “software house” alemã não conseguiram preparar o mais poderoso sistema de gestão conhecido para atender as necessidades fiscais da maior empresa do Brasil. Isso, apesar de muito dinheiro despejado no projeto. Se uma empresa de porte gigantesco, que investe maciçamente na capacitação do seu capital intelectual passa diariamente por dificuldades relacionadas ao cumprimento das normas tributárias, que dirá as que não dispõem de tantos recursos. (...)
Reginaldo de Oliveira - O Rastro da Onça
Reginaldo de Oliveira - O Rastro da Onça
Leitura 2
Uma continuação do post sobre leituras em geral de economia; sobre política, cultura, etc. há outros blogs que leio com bastante frequência. Sobre política, Greg Sargent, Josh Marshall, Digby e gosto muito do blogueiro Atrios, que costuma usar todas as palavras que eu não posso usar. E sou um grande fã do pessoal de Crooked Timber.
Alguns perguntaram se não costumo ler sites conservadores. Na realidade, não. Leio tudo o que, segundo me informam, é interessante ou importante; mas não conheço sites de economia ou política desse lado que apresentem em geral análises ou informações que eu deva levar a sério. Sei que precisamos fazer de conta de que ambos os lados sempre têm razão; mas a verdade é que, na maior parte das vezes, não têm. As duas partes não são igualmente irresponsáveis; Rachel Maddow não é Glenn Beck; e um blog conservador, quase por definição, é um blog escrito por alguém que escolhe não se preocupar com esta assimetria. Além disso, a vida é muito curta…
Outras leituras - 9 de março de 2011 - Paul Krugman Dica de Marlon Fernandes, grato.
Leitura
Várias pessoas pediram a lista dos blogs sobre finanças, economia etc. que costumo ler. Não sei se conseguirei ser sistemático. Entretanto, o que posso mencionar é o que leio em geral pela manhã.
Para começar, evidentemente The New York Times - o que faria mesmo que o jornal não fosse o meu empregador. Contudo, é uma leitura imprescindível. Depois olho o Financial Times. Leio os dois jornais impressos, embora, quando viajo, costume lê-los online.
Quanto aos blogs, o primeiro é Economist View, de Mark Thoma, em parte pela profundidade de Mark, em parte por se tratar de uma espécie de bolsa de informações. Em seguida, frequentemente vejo alguns dos links que ele recomenda.
Leio então o Wonkbook, de Ezra Klein, e tudo o que ele traz. E muitas vezes sigo também alguns dos links. A revista Washington Monthly é excelente para acompanhar o que acontece em política.
E lá pelo fim do dia, por causa do horário da Califórnia, Brad DeLong.
Não pretendo com isto menosprezar outros blogs. Leio Calculated Risk, Econbrowser, Rortybomb, Naked Capitalism, Yglesias, o Jon da revista The New Republic, e outros, inclusive não tão sistematicamente.
Há muita informação por aí; se o mundo não estivesse indo para o inferno, seria um lugar formidável.
O que eu leio - 9 de março de 2011 - Paul Krugman. Dica de Marlon Fernandes, grato.
Também tento acompanhar o NY Times e o Financial Times. O Economist View também acompanho, mas não é o favorito. Sempre uso o Reader, a sensacional ferramenta do Google, para estas (e outras) leituras.
Impostos
Cerca de 10% dos poloneses com renda não declarada se dedicam à prostituição, ou pelo menos é isso que eles alegam ao fisco para evitar pagar altos impostos, já que os lucros derivados dessa atividade não são tributados no país. "Obviamente é um número muito elevado, por isso que é evidente que, na maioria dos casos, se trata de uma afirmação falsa com o objetivo de evadir impostos", disse à EFE a contadora Aneta Tomaszek.Para evadir impostos, 10% dos poloneses dizem se prostituir - Dica de Alexandre Alcantara
O certo é que na Polônia os serviços sexuais em troca de dinheiro não estão proibidos, mas como os bordéis estão, eles costumam existir de forma clandestina. Embora o pagamento por sexo seja permitido, a prostituição se trata de uma atividade remunerada que não é submetida à tributação, o que a transformou em uma fórmula recorrente para justificar ao fisco altas quantias de dinheiro na conta bancária.
Mas esta maneira fácil de evitar o controle do fisco pode ter os dias contados, já que o governo decidiu exigir que as pessoas que asseguram viver do sexo demonstrem que realmente exercem a prostituição e que sua renda provém desta atividade. "Como prova servem as faturas de hotel, as fotos, as anotações no calendário de trabalho ou os e-mails", disse a porta-voz do escritório fiscal de Lódz (centro da Polônia), Agnieszka Pawlak, em declarações à imprensa.
No escritório de Lódz, pioneira na luta contra a fraude, os contribuintes que afirmam se dedicar à prostituição são submetidos a uma entrevista com dois funcionários, na qual devem provar a existência de uma atividade sexual remunerada. "No geral, eles não chegam a essa etapa", acrescentou Agnieszka, já que a maioria de pessoas que dizem se prostituir são incapazes de provar e acabam desistindo.
Os esforços do fisco polonês pretendem reduzir o peso da economia informal no país, onde, segundo um recente relatório do Banco Mundial (BM), corresponde a cerca de um terço do Produto Interno Bruto (PIB).
Não se sabe o número de poloneses que realmente exercem a prostituição na Polônia, onde a falta de trabalhos formais contrasta com a intensa publicidade de agências de acompanhantes. Segundo o site especializado na análise dos salários na Polônia, wynagrodzenia.pl, uma prostituta de 18 anos ganha uma média de 180 zloti (cerca de US$ 60) por uma hora de serviço, enquanto o valor se reduz para 110 zloti (US$ 40) quando se trata de uma mulher de 50 anos.
Já o custo de uma noite oscila entre 1,2 mil e 1,5 mil zloti (US$ 420 a US$ 520), com Varsóvia como a região mais cara e Poznan como a mais barata na hora de contratar os serviços de uma prostituta.
Além da existência de um mercado de prostituição real, a Polônia é considerada ainda um lugar de passagem da prostituição europeia, já que se estima que cerca de 15 mil pessoas, em sua maioria mulheres, passem a cada ano pelas mãos das máfias para exercer essa atividade em outros países da Europa, principalmente Inglaterra, França, Alemanha, Itália e Espanha.
Escassez
Profissões com escassez de talentos
1º Técnicos
2º Engenheiros
3º Motoristas
4º Operários
5º Operadores de Produção
6º Representantes de vendas
7º Secretárias e Assistentes Administrativos
8º Trabalhadores de Ofício Manual
9º Mecânicos
10º Contadores e Profissionais de Finanças
Fonte: exame. Dica de André Brandão (grato)
1º Técnicos
2º Engenheiros
3º Motoristas
4º Operários
5º Operadores de Produção
6º Representantes de vendas
7º Secretárias e Assistentes Administrativos
8º Trabalhadores de Ofício Manual
9º Mecânicos
10º Contadores e Profissionais de Finanças
Fonte: exame. Dica de André Brandão (grato)
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