05 abril 2011
Sobre o acesso ao portal da Capes
Na postagem “como melhorar seu referencial” eu ensinei como utilizar o portal de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes para consultas na rede de sua biblioteca. Agora gostaria de acrescentar algumas observações:
- Para quem tem e-mail universitário, geralmente é possível acessar a rede “de casa”, sem ser necessário ir até a sua universidade ou biblioteca.
Na UnB, o Centro de Informática – CPD disponibiliza três tutoriais de configuração do navegador para que isso seja possível – disponível aqui. Recomenda-se que você deixe configurado em seu computador um navegador secundário, que você utilize apenas para o acesso a Capes. Assim você se poupa de uma reconfiguração constante.
Eu fiz uma pesquisa rápida e encontrei, no site da Universidade de Pernambuco a configuração que eles utilizam, aqui; na Universidade Federal do Pará, aqui; e na Universidade de São Paulo, aqui. Procure esse acesso em sua universidade. Assim será ainda mais fácil melhorar o seu referencial teórico.
China e o rápido crescimento econômico
No mais novo artigo de Barry Eichengreen:WHEN FAST GROWING ECONOMIES SLOW DOWN: INTERNATIONAL EVIDENCE AND IMPLICATIONS FOR CHINA. O autor mostra que economias com crescimento muito rápido entram em suave declínio.Quando o país atinge a renda per capita de 17 mil dólares a taxa de crescimento cai no mínimo em 2%.No caso chinês essa renda per capita será atingida por volta de 2015.Segue resumo:
Using international data starting in 1957, we construct a sample of cases where fast-growing economies slow down. The evidence suggests that rapidly growing economies slow down significantly, in the sense that the growth rate downshifts by at least 2 percentage points, when their per capita incomes reach around $17,000 US in year-2005 constant international prices, a level that China should achieve by or soon after 2015. Among our more provocative findings is that growth slowdowns are more likely in countries that maintain undervalued real exchange rates.
Fraude
Investigadores alemães dizem ter descoberto um imenso escândalo envolvendo a reintrodução de moedas do euro que tinham sido tiradas de circulação e vendidas como sucata para a China. A fraude, que pode custar ao Banco Central alemão a soma de € 6 milhões, envolvia funcionários de empresas aéreas - entre eles, equipes de bordo da Lufthansa.
Na quarta-feira, as autoridades realizaram uma busca nos endereços dos funcionários da empresa aérea alemã. Seis pessoas foram detidas.
Todos os anos, toneladas de moedas danificadas do euro são tiradas de circulação e revendidas como sucata. Mas, com frequência, as moedas do euro são simplesmente separadas em duas partes principais - o núcleo e o anel externo - antes de serem entregues aos negociantes de sucata na China.
No país asiático, um grupo remontava as moedas. Os criminosos pagavam quatro funcionários de empresas aéreas para que transportassem o dinheiro de volta à Alemanha. Eles então levavam as moedas ao Bundesbank e as trocavam por dinheiro.
Segundo os promotores públicos de Frankfurt, o Bundesbank alemão é o único estabelecimento em toda a Europa que aceita trocar gratuitamente moedas danificadas. O banco aceita material desse tipo em sacos contendo até € 1 mil em moedas. Uma checagem mais rigorosa ocorre apenas periodicamente.
Os promotores dizem que nenhum funcionário do Bundesbank é considerado suspeito. As autoridades estimam que entre 2007 e 2010 o grupo tenha conseguido trocar 29 toneladas de moedas.
Com os chineses, foram apreendidos laptops, documentos e uma prensa que remontava as moedas. Segundo o tabloide alemão Bild, o esquema foi descoberto depois que um funcionário da alfândega reparou num membro da equipe de bordo que tinha dificuldades para arrastar as malas pesadas. Quando elas foram abertas, a alfândega encontrou milhares de moedas.Fraude contra BC Alemão - DER SPIEGEL - Estado de São Paulo
Estatística
Novo presidente da Vale
Governo corta investimentos e eleva gastos
[1]As primeiras dúvidas em relação à política econômica do governo Dilma começaram a surgir.Segue comentário de Mansueto Almeida: "A consultoria da Credit Suisse sugere que o cenário para a nova presidente pode piorar por três motivos: (1) redução do crescimento econômico (muito gente já estima que o crescimento este ano fique abaixo de 4%); (2) aumento da inflação, que vai corroer o poder de compra do trabalhador de mais baixa renda; e (3) o cenário fiscal pior de 2012, que já começa com um gasto extra de quase R$ 25 bilhões em virtude a regra atual de reajuste do salario mínimo e novas demandas fiscais que ficarão cada vez maiores em um governo com índices de popularidade caindo."
