
Este é um cartoon onde o coelhido deseja suicidar. Algumas formas são criativas.
Sobre débitos e créditos da vida real
Eu começo minha aula a cada ano dizendo o seguinte: "Existem modelos. E a razão pela qual nós chamamos de modelos é que eles não são 100% verdadeiros. Se eles fossem, nos poderíamos chamá-los de realidade, não modelos. Eles são simplificações."
'O noivo trouxe o talão de cheques?'
Por Robert Frank - 16/12/2007
The Wall Street Journal
Num episódio de "Dirty Sexy Money", um seriado da rede de TV americana ABC sobre os podres de rico, a herdeira Karen Darling se casa pela quarta vez, com um astro do golfe. Minutos depois da cerimônia, ela decide que quer o divórcio, deixando o jogador em dúvida sobre a garantia de US$ 3 milhões estabelecida no acordo pré-nupcial.
"Eu ainda levo o cheque, certo?", pergunta ele.
"Claro", diz Darling, com escárnio. "Eu me comprometi."
Casar por dinheiro não é só material para roteiros de TV. E o preço de um casamento de interesse está na casa dos milhões de dólares, segundo uma nova pesquisa.
Claro que os famosos dominam os holofotes, sejam eles Kevin Federline, o dançarino que virou milionário ao separar-se de Britney Spears, ou Heather Mills, a segunda mulher de Paul McCartney, que deverá receber dezenas de milhões de dólares quando o tumultuado divórcio dos dois for completado, segundo a imprensa britânica.
Mas também longe das luzes o amor pode ser medido em dólares. Segundo uma pesquisa da Prince & Associates, uma firma especializada em riqueza, o "preço" médio exigido por homens e mulheres americanos para casar por dinheiro hoje em dia é US$ 1,5 milhão.
A pesquisa consultou 1.134 pessoas nos Estados Unidos com rendas que variam entre US$ 30.000 e US$ 60.000 por ano (a faixa de renda média no país). A pergunta: "Qual seria sua disposição de casar com alguém de aparência média de que você gosta, se ela tivesse dinheiro?"
Dois terços das mulheres e metade dos homens responderam que estariam "muito" ou "extremamente" dispostos a casar por dinheiro. As respostas variaram com a idade: as mulheres na casa dos 30 foram as mais propensas a responder que casariam por dinheiro (74%), enquanto as entre 20 e 30 foram as menos dispostas (41%).
"Eu fiquei um pouco chocada com os números", diz Pamela Smock, socióloga da Universidade de Michigan que estudou a correlação entre casamento e dinheiro. Mesmo assim, Smock descobriu em sua própria pesquisa que ter dinheiro realmente incentiva as pessoas a se casarem. "A união do casal é mais provável se eles tiverem dinheiro, ou se o homem é economicamente estável", diz ela.
No estudo da Prince & Associates, 61% dos homens quarentões disseram que casariam por dinheiro.
Quando perguntadas quanto dinheiro um potencial consorte tem de ter num casamento de interesse, as mulheres na faixa dos 20 anos responderam US$ 2,5 milhões; as de 30, US$ 1,1 milhão; e as de 40, US$ 2,2 milhões. Smock e Russ Alan Prince, fundador da Prince & Associates, atribuem a diferença à suposição de que as balzaquianas sentem-se mais pressionadas a casar do que as mulheres mais jovens, então baixam o preço. Mas aos 40, as mulheres sentem-se mais autoconfiantes, então pedem mais dinheiro.
Os homens são mais baratos. Na pesquisa, o preço médio que pediram foi de US$ 1,2 milhão, com os de 20 pedindo US$ 1 milhão e os de 40 , US$ 1,4 milhão.
É claro que quando o golpe do baú desaponta, há o divórcio. Entre as mulheres de 20 anos que disseram que casariam por dinheiro, 71% disseram que esperariam o divórcio — a porcentagem mais alta em qualquer faixa etária. Apenas 27% dos homens de 40 anos esperam o divórcio.
Um levantamento da Lexmark mostra que as companhias gastam em média 3% de sua receita com impressão. As empresas que atuam com terceirização de impressão garantem que a redução de custos pode chegar a 40%. Isso porque o fornecedor atualiza o parque de impressoras, com modelos mais eficientes e adaptados para a demanda do cliente. Além disso, tem maior poder de barganha com fabricantes e ganho de escala. O contrato tem em média 36 meses e o pagamento é feito somente pelas páginas impressas. “É interessante para empresas que fazem mais de 10 mil impressões por mês. A partir de 1,5 mil páginas a locação é mais indicada ”, diz Alexssandra Moreno, da Toner Print. Na locação, não existe acompanhamento por software dos gastos em impressão. Segundo Alexssandra, o custo por página varia muito, mas gira em torno de 7 centavos, o que representa R$ 700 para as 10 mil impressões.
O especialista da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) Sebastian Sáez também aponta a necessidade de serem feitos investimentos em exportações de serviços e não apenas matéria-prima. Sáez também participou do Encontro de Instituições de Promoção de Comércio e Investimentos da América Latina e do Caribe.
Setores como arquitetura, engenharia, contabilidade e auditoria estão entre os que têm grande potencial de exportação de serviços. (...)