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09 novembro 2011

Sonegação fiscal na Grécia



Deu no The Telegraph:

There are more Porsche Cayennes registered in Greece than taxpayers declaring an income of 50,000 euros (£43,800) or more, according to research by Professor Herakles Polemarchakis, former head of the Greek prime minister’s economic department.

Parece que esses dados não são verdadeiros. Veja:

En las últimas horas ha circulado una estadística a lo largo del planeta según la cual Grecia tenía más dueños de Porsche Cayenne que contribuyentes que declarasen ganar más de 50.000 euros al año. Es falso. La fuente que ha propagado este error (en el que yo también he caído) ha sido un blog del diario británico The Telegraph, que a su vez cita a un economista griego, Herakles Polemarchakis, que ha sido asesor del Ministerio de Economía de Grecia. La frase nace en este artículo de Polermarchakis publicado en una revista económica donde no se aporta un sólo número. ¿Cuadran las cifras? Ni de lejos.

Los datos. El Porsche Cayenne vendió en todo el mundo entre 2002 y 2010 unas 270.000 unidades. ¿Cuántos en Grecia? Según las estadísticas de importación de coches, que enlaza este blog griego, fueron sólo 1.570 coches entre 2002 y 2009.

Por otro lado, el ministro de Economía de Grecia, Evaggelos Venizelos, asegura que hay 160.000 griegos que declaran ganar al año más de 50.000 euros. Así que estamos ante la típica estadística equivocada. La proporción exacta es que hay un Porsche Cayenne por cada 101 contribuyentes que gana más de 50.000 euros al año.

08 novembro 2011

Rir é o melhor remédio




A crise grega

JSCP = Dividendos?


Os Juros sobre o Capital Próprio são Dividendos? Apesar dos juros sobre o capital próprio (JSCP) serem uma espécie de distribuição de lucros, a rigor não se pode considerá-lo como sinônimo de dividendos.

É muito comum que pesquisas na área de finanças considerem o JSCP como uma forma de remuneração ao capital próprio. É o caso, por exemplo, da pesquisa de Futema, Basso e Kayo (2009). Isto ocorre já que a teoria de finanças, desenvolvida em mercados desenvolvidos, não incorpora esta figura, já que é própria da nossa legislação. Assim, os estudiosos de finanças no Brasil foram obrigados a estudar os efeitos dos JSCP na estrutura de capital, por exemplo. Ou a verificar se os JSCP podem ser usados para substituir os dividendos (neste sentido, o trabalho de França, de 1997, é um dos primeiros a analisar este ponto).

É interessante notar que a própria história da criação dos JSCP no Brasil mostra que não se deve confundir os dois aspectos. Conforme lembra Martins, em 2004, a criação deste mecanismo decorreu como uma compensação pela extinção da correção monetária de balanços, em 1995.

Finalmente, o próprio Manual de Contabilidade Societária lembra que o tratamento contábil é, em algumas circunstâncias, como se fosse despesa financeira.

Fonte:
FUTEMA, Mariano; BASSO, Leonardo; KAYO, Eduardo. Estrutura de capital, dividendos e juros sobre o capital próprio: testes no Brasil. Revista de Contabilidade & Finanças. USP, São Paulo, v. 20, n. 49, 2009.

FRANÇA, José A. O Benefício da Substituição de Dividendos e da Remuneração do Trabalho de Sócios Dirigentes pelos Juros Sobre o Capital Próprio – JCP. UnB contábil. V. 1, n.1,  1996.

MARTINS, Eliseu. Um pouco da história dos Juros sobre o capital próprio. Temática contábil e balanços – IOB, Bol. 49/2004

IUDICIBUS, Sérgio de et alii. Manual de Contabilidade Societária. Atlas, São Paulo, 2010, p. 478

Links


Lista

As pessoas mais poderosas do mundo

As quatro empresas mais inovadoras em tecnologia

Crise e Mercado

O que causou a crise: a grande mentira

Efeito da crise de 2001 sobre a Argentina

Duas análises sobre o mercado de café: aqui e aqui

Miscelânea

A dieta de Adriana Lima (foto) para o desfile da Victorias Secret

NYTimes: 36 horas em Brasília (via Marginal Revolution)

Pesquisadores brasileiros recebem aula sobre como escrever artigos científicos

Discurso de Hans Hoogervorst, Chairman do IASB, em Sao Paulo

Cursos gratuitos on-line da FGV (dica de Alexandre Alcantara, grato)

Pesquisa


Prezado Leitor,

Convidamos você a participar desta pesquisa conduzida no âmbito do doutorado do Programa Multiinstitucional e Interregional de Pós-Graduação em Contabilidade integrado pelas Universidades de Brasília UnB), Federal da Paraíba (UFPB) e Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Trata-se de investigação sobre a percepção de leitores de relatórios anuais disponíveis em sites de empresas.

Para isto, clique neste link e siga as instruções.

Agradecemos a contribuição.

César Augusto Tibúrcio Silva, Carlos Jorge Fontainhas e Nair Aguiar-Miranda

Zong Qinghou



A ambição que Zong Qinghou, o homem mais rico da China, tem para os negócios não é a mesma na vida pessoal. O executivo, que tem US$ 12 bilhões (R$ 19,4 bilhões) segundo o relatório Hurun Report, que reúne lista os endinheirados chineses, é conhecido por ser mão de vaca, rótulo que prefere ignorar. O fato de não gastar se dá por não ter tempo e hábito de consumir. “Eu não me controlo para não ser consumista. Sou de origem pobre e não desenvolvi o hábito de comprar”, disse em entrevista exclusiva ao iG, em seu escritório, em Hangzhou, na China. “Além disso, sou muito ocupado para pensar em luxo”.

Antes de criar sua empresa de bebidas alcoólicas, a Wahaha, nome que foi inspirado no som de uma gargalhada de um bebê, Zong havia trabalhado por 15 anos no campo. Filho de uma professora de escola primária – ele jamais cita o pai quando perguntado sobre os pais –, ele fundou a companhia quando já tinha 42 anos. “Quando minha mãe aposentou, ocupei a posição dela na escola. Comecei então um negócio, mas as pessoas me subestimavam. Decidi trabalhar para valer, para que pudesse ser respeitado”, diz.


Fonte: aqui

Correlação

Ao comentar sobre o novo livro de Daniel Kahneman este texto fez a seguinte observação:

As Mr. Kahneman notes, the year-to-year correlation between the performance of the vast majority of funds is barely above zero, which suggests that most successful managers are banking on luck, not talent.


Isto não faz sentido, já que tudo leva a crer que Kahneman estava afirmando que o desempenho dos fundos, através da sua rentabilidade, não deveria ser muito diferente. Ou seja, não existiria um fundo ganhador. O termo correlação indicaria, neste caso, uma correlação próxima de um.