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Sobre débitos e créditos da vida real
A dívida teve origem numa cobrança indevida do Banco Bandeirantes contra a empresa Transporte Pontes. Eram exatos R$ 2.260,20. Esse valor aumentou em virtude da cobrança de juros sobre juros e de atualizações de acordo com as taxas praticadas pelo banco para o cheque especial que, em alguns anos chegou a 90%. Isso fez com que a dívida ganhasse contornos dramáticos.É interessante notar que no livro Teoria da Contabilidade consta, na página 169, um caso parecido referente ao Bradesco.
(...) O processo só não se tornou um pesadelo para o Itaú porque o STJ barrou a tese de que os bancos devem ser punidos por danos causados aos correntistas.
Em julgamento realizado em 19 de fevereiro, o relator do processo, ministro Carlos Fernando Mathias, afirmou que, se houve o débito de quantias indevidas, "o que se impõe não é aplicação dos encargos próprios das instituições financeiras, mas, sim, os juros moratórios e a correção monetária". O ministro Aldir Passarinho Junior disse que essa tese de punir os bancos aplicando contra eles os juros cobrados em cheque especial "foi banida pela jurisprudência do STJ, por redundar em enriquecimento sem causa do credor". (...)
STJ nega pedido de indenização de R$ 1,77 bi – 23/3/2009 Valor Econômico
De esta forma, los equipos ya no pueden incluir como partida para posibles incobrables todos los ingresos plurianuales de ingresos televisivos, como permitía la norma anterior (de 1991). Este cambio, según fuentes del sector, dispara las posibilidades de quiebra de los clubs. El PGC, así, ha rematado la maltrecha situación que atravesaban los equipos, especialmente en Segunda, Segunda B y Tercera División. Mientras, gran parte de los clubes de Primera admiten que se han retrasado en la aplicación del nuevo PGC. Por ahora, sólo han coqueteado con estas normas, que no se plasmarán del todo en las cuentas hasta julio.
Así, las consecuencias de esta situación empezarán a verse en los próximos meses en los grandes equipos, ya dañados por las deudas con Hacienda, que asciende a 625 millones. Para hacer frente a estos pagos, ya se han visto abocados a acogerse a la ley concursal ocho clubs históricos del fútbol español -Celta, Málaga, Sporting, Las Palmas, Levante, Real Sociedad, Alavés y Murcia-, que ahora están al borde de la quiebra.
La nueva contabilidad pone en riesgo de quiebra a los clubes de fútbol
20/3/2009 – Expansión – GENERAL - 21