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Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens
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28 setembro 2022

Efeito de eventos da vida para homens e mulheres

 Os dois gráficos mostram que homens e mulheres reagem de forma diferente a alguns dos principais eventos da vida:


(Acima da linha horizontal, um aumento na felicidade; abaixo, redução. Fonte: aqui e aqui


23 agosto 2022

Quanto de dinheiro as pessoas precisam para serem felizes?


Eis uma pergunta difícil. Uma possível ideia apresentada neste texto:

Pesquisamos pessoas sobre esse assunto em 33 países abrangendo todos os continentes habitados, obtendo respostas de cerca de 8.000 pessoas no total. Incentivamos os participantes a se concentrarem no que significaria ter todos os seus desejos cumpridos, pedindo-lhes que imaginassem sua "vida absolutamente ideal", sem se preocupar se era realisticamente viável.

Para avaliar os desejos econômicos, pedimos às pessoas que considerassem quanto dinheiro elas queriam nesta vida ideal. (...)

Então fizemos uma questão de acaso, pedindo-lhes que escolhessem um prêmio em uma loteria hipotética. Eles foram informados de que as chances de ganhar cada loteria eram as mesmas, então a escolha deles era quanto dinheiro eles queriam em suas vidas ideais, não em qual loteria eles provavelmente ganhariam.

Os prêmios da loteria começaram em US $ 10.000 (convertidos em moedas locais, portanto, £ 8.000 para participantes do Reino Unido), com opções aumentando em um múltiplo de 10. Na época em que realizamos o estudo, o prêmio máximo de US $ 100 bilhões os tornaria a pessoa mais rica do mundo.

Provavelmente a resposta seria o valor máximo, mas não foi isto que ocorreu. Algo entre 8 a 39% dos respondentes, dependendo de cada país, fizeram esta escolha. A maioria escolheu algo equivalente a US$10 milhões ou menos. Em alguns países (Índia e Rússia), a escolha foi ainda menor, de US$1 milhão ou menos.

A escolha não foi influenciada por gênero, educação ou status, mas a idade influenciou, sendo que os mais jovens escolheram mais valores maiores. 

Descobrimos que mais pessoas escolheram a loteria de US $ 100 bilhões em países onde houve maior aceitação da desigualdade na sociedade (chamada "distância de poder") e onde havia mais foco na vida em grupo (chamada "coletivismo"). 

Esta é a famosa escala de Hofstede. 

27 abril 2021

Felicidade

 

Uma pesquisa, realizada desde 1972, pergunta: "levando em consideração todo o conjunto, como você diz que estão as coisas nos dias de hoje. Você está muito feliz, feliz ou não muito feliz?". A evolução não mudou muito, desde o início da pesquisa. Exceto 2020. Via aqui

09 fevereiro 2021

Felicidade e Idade

 

Será possível medir a "felicidade"? Bom, se for possível, eis um gráfico interessante que associa felicidade com a idade (via aqui). Quando estamos na adolescência, somos imensamente felizes. Mas vamos envelhecendo e ganhando responsabilidades e nosso nível de felicidade diminui. A idade dos 50 é muito ruim mesmo: percebemos que estamos envelhecendo e somos um fracasso. Mas depois disto, a felicidade aumenta de forma surpreendente. 

A felicidade tem um formato de U. Ou talvez seja a expressão dos nossos lábios, ao sorrir. 

21 dezembro 2020

Felicidade medida no Twitter

 Fazendo contagem de palavras positivas e negativas, o ano mostrou dois momentos de "infelicidade":

a pandemia e a reação policial aos protestos (Clique na imagem para ver melhor). A figura acima é em língua inglesa. Em língua portuguesa, para 2020:


Quanto maior o valor, maior seria as emoções positivas. É muito claro março, onde o gráfico mostra uma grande redução, por conta da pandemia. Também destaca-se a morte de Soleimani (inicio do ano), a violência policial e as eleições dos EUA. 

Emoções positivas nos dias das mães, dos namorados (ponto máximo do ano) e das crianças. 

Eis as palavras com maior escore de "felicidade":

Fonte dos dados: aqui

P.S. Eis o resultado de contabilidade: nem positivo, nem negativo. Neutro, como deve (?) ser. 

P.S.2 - contador teve nota 5. Não 5,01 ou 4,99. 



23 julho 2018

Felicidade

No momento que a Universidade de Brasília cria uma disciplina com o nome de Felicidade, uma pesquisa mostra os problemas nas pesquisas relacionadas com o tema.

As descobertas na literatura [sobre felicidade] são altamente dependentes das crenças (...) da felicidade na sociedade ou a função de bem-estar social que se escolhe adotar. Além disso, qualquer conclusão alcançada a partir dessas abordagens paramétricas se baseia no pressuposto de que todos os indivíduos relatam sua felicidade da mesma maneira. 

The Sad Truth About Happiness Scales: Empirical Results. Timothy N. Bond e Kevin Lang.

O tema felicidade (fotografia) é bastante abstrato. Há um livro, Dinheiro Feliz, que procura relacionar o tema com finanças pessoais. Muito bom. Aqui um texto sobre sofrimento no futebol.

30 junho 2018

Felicidade e Idade

Um novo estudo sobre satisfação com a vida abrangendo sete enormes pesquisas a mais de 1,3 milhões de pessoas numa amostra aleatória em 51 países diferentes, mostra que a felicidade segue uma forma em U ao longo de uma vida: a maioria das pessoas identificam altos graus de felicidade no final da adolescência e início dos 20 anos, seguidas por uma fase em que se se tornam cada vez mais infelizes – a tingindo o ponto mais baixo na satisfação com a vida por volta dos 50 anos – para finalmente recuperarem a capacidade de serem felizes. 

O estudo, dado a conhecer pelo World Economic Fomrum, adianta que perguntou sobre a felicidade de formas diferentes, mas as respostas tendem sempre para o mesmo padrão: a forma em U.
 

A juventude e a velhice são períodos de relativa felicidade, conclui o estudo, enquanto a meia-idade aparenta ser o pior período da vida – que na maioria dos casos ‘bate no fundo’ por volta dos 50 anos.

Estas semelhanças são ainda mais notáveis, dadas não apenas as diferenças dos inquéritos mas também a extensão das geografias em que foram efetuados. Os dados incluem o Inquérito Social Geral (54 mil inquiridos americanos), o Inquérito Social Europeu (316 mil inquiridos em 32 países europeus) e o inquérito da Understanding Society (416 mil inquiridos na Grã-Bretanha), entre outros.

Note-se que o pior período da vida das pessoas não tem nada a ver, ou pode não ter, com miséria, dificuldades financeiras, desemprego, ou outro drama pessoal qualquer. “Há uma evidência em que os seres humanos experimentam uma meia-idade psicológica em baixo. As causas exatas não são totalmente claras. Uma explicação comum é que em países ricos a meia-idade é entre o final dos 40 anos e início dos 50, altura em que estão frequentemente no auge das suas carreiras (com todas as dores de cabeça que isso acarreta), e muitas estão a lidar com crianças adolescentes indisciplinadas”, afirma o estudo.
 

Há também algum desacordo sobre a universalidade da curva de felicidade em forma de U. Os analistas que investigaram as tendências encontraram variações diferentes na curva, particularmente entre nações menos ricas.

Ainda assim, os autores do estudo afirmam que as provas que já reuniram são uma ótima ferramenta de trabalho para psicólogos e economistas.



Fonte: Aqui

Mudança no trabalho

Dados de 1950 até os dias atuais mostram, nos EUA, que a mudança no mercado de trabalho fez com que as mulheres ficassem mais felizes e menos cansadas

Rir é o melhor remédio




Enquanto isto na internet ...

08 julho 2015

Precisa de uma revigorada rápida?



Em julho geralmente estamos exaustos. O primeiro semestre terminou e o meio do ano traz cansaço e desânimo especialmente para quem não tem férias. Por isso selecionamos uma lista com algumas atividades que podem ajudar a engatar o terceiro trimestre com mais vigor:

1: Ande um pouco ao ar livre, receba luz natural: Privação de luz solar é uma das coisas que mais nos deixa cansados. Aqui no Brasil é fácil resolver esse problema, mas nem sempre nos esforçamos ou nos lembramos. Pesquisas sugerem que a luz natural estimula o cérebro e melhora o humor. Para um impulso a mais, pegue sol no início da manhã. E já que você está ao ar livre...

2: Faça uma caminhada estimulante. Até mesmo dez minutos de caminhada podem ser fonte de energia e ainda diminui a sua tensão.

3: Aja com vigor: nós achamos que agimos por causa da forma como nos sentimos, mas frequentemente nos sentimos por causa da forma como agimos. Tente buscar mais vigor ao se acostumar a se mexer mais rápido, andar enquanto fala ao celular, colocar mais energia na sua voz.

4: Escute suas músicas alegres favoritas: ouvir música estimulante é uma forma fácil e confiável de ter uma melhora instantânea no seu estado de ânimo.

5: Converse com um amigo vigoroso: não somente ganhamos energia interagindo com outras pessoas, como também – no que é chamado “emocionalmente contagioso” – absorvemos suas emoções. Ao invés de infectar as pessoas com seu humor nebuloso, tente se animar ao canalizar a energia de um amigo tempestuoso.

6: Lide com um item na sua lista de afazeres: Talvez você precise se dirigir a uma loja fora de seu caminho ou adicionar os toques mais difíceis e finais a um presente feito por você ou, ainda, telefonar para um parente trabalhoso. Sempre há uma corrente positiva de energia quando afazeres trabalhosos são completados. Se você está com dificuldades, tente fazer disso sua primeira tarefa matutina. Na noite anterior, decida o que você vai fazer e, no dia seguinte, se levante e faça. Simples assim. Não pense demais. Organização e controle podem inicialmente parecer trabalhosos, mas diminuem a ansiedade do dia e a cada tarefa realizada e marcada como completa, há um senso importante de produtividade.

7: Limpe: Para muitas pessoas, organização exterior atrai calma interior. Se você está se sentindo esmagado e lânguido, tente dar uma limpada e organizada. Nada de expurgação pesada, apenas ajeite as superfícies. Tornar o que te cerca mais agradável te trará energia, além da melhoria visível também ser um incentivador.

8: Pule: Isso, pule! Pule algumas vezes (vale até saltitar). Eu, vez ou outra faço isso e é impressionante o quanto revigora. Se você se sentir muito bobo fazendo isso, corra pelas escadas (com cuidado, por favor, não tropece!).

9: Nota de precaução: as pessoas frequentemente tentam utilizar comida para dar um jeito na falta de energia. Isso realmente ajuda se você estiver faminto ou com alguns nutrientes em falta no organismo (já fez o seu check up anual?) e a alimentação for saudável. Mas se você não estiver com fome, comer sorvete e chocolate realmente não vai ajudar.

“Energia é um prazer eterno”, escreveu William Blake, e é surpreendente como níveis baixos de energias podem afetar a qualidade de alegria e satisfação de um dia.

Esquecemos algo? Você tem alguma estratégia para uma ligeira melhoria de energia? Uma dica rápida para driblar o cansaço?

20 maio 2015

Felicidade: da criança ao adulto

Uma nova pesquisa com 53.000 crianças em 15 países revela que as crianças tendem a ser feliz independentemente do contexto de suas vidas. Do Nepal a Noruega, crianças entre as idades entre 10 e 12, dizem que estão muito satisfeitas com as suas vidas (pdf). 


"As crianças tendem a ser mais otimista sobre a vida", diz Elisabeth Backe-Hansen para Quartz, a pesquisadora líder da norueguesa Pesquisa Mundial para Criança. Apesar de não ser surpreendente, isso é reconfortante. 

Quando perguntado se essas crianças tiveram acesso a nove coisas: roupas boas, computador, acesso à internet, telefone móvel, seu próprio quarto, livros, um carro na família, um som e uma televisão, crianças na Noruega, em média, tiveram acesso a todos eles, mas aquelas na Etiópia tiveram acesso a apenas três. E, no entanto, entre os 15 países, não houve correlação entre a forma como as crianças estavam satisfeitas e quantos bens materiais que estavam faltando. 



Agora, se você comparar os rankings relativos de felicidade declarada infantil com os adultos (pdf), os resultados mudam significativamente. (...)


Adaptado daqui