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12 julho 2011

Quantificando a história

SOME people recite history from above, recording the grand deeds of great men. Others tell history from below, arguing that one person's life is just as much a part of mankind's story as another's. If people do make history, as this democratic view suggests, then two people make twice as much history as one. Since there are almost 7 billion people alive today, it follows that they are making seven times as much history as the 1 billion alive in 1811. The chart below shows a population-weighted history of the past two millennia. By this reckoning, over 28% of all the history made since the birth of Christ was made in the 20th century. Measured in years lived, the present century, which is only ten years old, is already "longer" than the whole of the 17th century. This century has made an even bigger contribution to economic history. Over 23% of all the goods and services made since 1AD were produced from 2001 to 2010, according to an updated version of Angus Maddison's figures.




Fonte: aqui

Incentivos

Dica do Cládio Shikida: trecho do livro Spousonomics.

os incentivos que não demandam esforço mental – receber mais dinheiro ou trabalhar melhor – podem ricochetear se você não os desenhar sabiamente. [Szuchman, P. & Anderson, J. Spousonomics]

Alpargatas e Disney

As Havaianas ganharão novas estampas: personagens da Disney. Segundo a Forbes, a Alpargatas, dona da marca Havaianas, assinou um contrato com a Disney para formalizar a licença.

A reportagem da Forbes conta que a marca se tornou popular entre os ricos e a classe média após a joalheria H. Stern elaborar uma edição com diamantes, pela bagatela de R$ 58.000. No meio nos anos 2000, Gisele Bundchen se tornou a garota propaganda da marca rival Ipanema, que se tornou igualmente importante no mercado. A reportagem acrescenta, ainda, que isso tornou a marca popular nos Estados Unidos, especialmente em Miami.

Por Isabel Sales
Fonte: Forbes

11 julho 2011

Rir é o melhor remédio





Brincadeiras com o Código de Barra

O patrimônio é o objeto da contabilidade?

Por Pedro Correia



Neste artigo, Eric Martins e Nelson Carvalho questionam se o objeto da contabilidade é o patrimônio. Segundo os autores, o objetivo da ciência da contabilidade é estudar a informação contábil, e que essa atua em três ambientes diferentes, quais sejam, o patrimonial, o econômico e o social.É um belo ensaio teórico. Segue o resumo:

O presente artigo tem como objetivo principal argumentar que o objeto da
ciência da contabilidade é toda informação utilizada para se gerir as entidades e prestar contas sobre essa gestão, denominada informação contábil. A visão proposta rompe com os paradigmas estabelecidos de que o objeto da contabilidade é o patrimônio das entidades ou a prática contábil, diferenciando o objeto da ciência daquele da profissão.
Ainda, são apresentados três ambientes nos quais a informação contábil atua,exemplificando os tipos de pesquisas que os estudam. O primeiro, patrimonial, é aquele circunscrito no patrimônio da entidade, onde são geradas e formuladas as possibilidades de utilização da informação contábil. O segundo, econômico, é aquele no qual as entidades atuam, onde são estudadas as relações entre a utilização da informação contábil com as variáveis econômicas. O terceiro, o social, é aquele em que a informação contábil impacta o ser humano e sua organização social. A visão apresentada implica em uma delimitação da ciência da contabilidade como observadorade um espectro amplo de fenômenos que ocorrem nos três ambientes descritos,permitindo assim um entendimento das relações entre as mais diversas vertentes de pesquisa contábil científica.

(Dica do professor Cláudio Santana, grato)

Japão poderá adiar a adoção das IFRS

O Japão pode adiar a introdução obrigatória das normas internacionais para todas as empresas listadas para além da data alvo original de 2015, devido a forte oposição à mundança da comunidade de negócios do país. O ministro dos serviços financeiros, Shozaburo Jimi,afirmou que a mudança para as IFRS -dentro de alguns anos poderia ser um fardo grande e caro para as empresas. "Se as empresas japonesas forem obrigados a a adotar as IFRS, vamos precisar de bastante tempo,de 5 a 7 anos para a preparação," Mr. Jimi disse, acrescentando que as discussões sobre o assunto vão levar tempo.

Fonte: aqui

Quando será a próxima crise?

Por Pedro Correia

Segundo o economista, Nouriel Roubini, a próxima crise será em 2013.Em 2005, ele alertou sobre o problema da especulação imobiliária que iria afetar a economia mundial.Na época, suas palavras tornaram-se previsões de Cassandra e a crise se concretizou.

Em entrevista à CNBC, Roubini diz que estamos caminhando para uma tempestade perfeita daqui a dois anos. Ele acredita que a segunda metade deste ano pode ser um pouco melhor que o primeiro semestre.No entanto,afirma que vê todas as economias do mundo tentando empurrar seus problemas para o futuro. Assim,a tempestade perfeita virá em 2013.

No curto prazo, Roubini vê crescimento lento mas constante nos EUA, com um PIB acima de 2 por cento,no entanto,o desemprego e habitação continuam a segurar a economia americana.A recuperação será difícil, pois o governo corta gastos e aumenta os tributos para aliviar a pressão sobre as questões do déficit.

Ao mesmo tempo, as nações da zona do euro como a Grécia, Portugal e Espanha vão continuar a lutar com os seus problemas de dívida soberana e a China vai agir para evitar que a inflação não saia do controle.

O que faz a tempestade perfeita? Roubini explica: "se não resolvermos nossos problemas fiscais,nós teremos um problema nos EUA após a eleição...Na China o problema é o superaquecimento da economia, eventualmente, ele vai ter duras consequências ... "Começamos com a dívida privada, a dívida pública,a dívida supra-nacional, nós estamos chutando a lata pela ladeira e, eventualmente, isso vai vir à tona em 2013."


Será que o Dr.Doom não acertará? Ou será mais uma previsão de Cassandra?