
Fonte: aqui
Sobre débitos e créditos da vida real
Dos trabalhos aprovados no Congresso da USP, as instituições com maior número de autores são:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO | 40 |
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA | 23 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS | 18 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ | 17 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA | 12 |
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE | 11 |
UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS | 11 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA | 10 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO | 9 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA | 8 |
UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU | 7 |
FUCAPE | 6 |
Mas esta tabela possui três problemas relevantes:
Para corrigido o segundo problema, considerei que um artigo com quatro autores deveria contar ¼ para cada autor, um artigo com três autores corresponde a 1/3 para cada autor e um artigo com dois autores deveria contar ½ para cada autor. Desta forma, o ranking seria:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO | 15,3 |
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA | 8,0 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS | 6,9 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ | 5,3 |
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE | 3,8 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA | 3,8 |
UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU | 3,5 |
UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS | 3,3 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA | 3,0 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO | 3,0 |
FUCAPE | 2,8 |
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA | 2,2 |
O resultado do Congresso USP de Contabilidade mostra 91 trabalhos aprovados. Em média, cada trabalho possuía 2,81 autores. Dos 91 artigos aprovados, somente seis eram de um autor somente. Isto pode ser em conseqüência de dois pontos: (1) a pesquisa científica depende, cada vez mais, da iteração entre conhecimentos, o que faz com que a produção seja com vários autores; (2) a maneira como somos avaliados por nossa pesquisa induz a apresentação de trabalhos com mais autores. Particularmente acredito mais na segunda opção.
Outro aspecto importante é que 32% dos trabalhos eram da área de controladoria; 8% de educação e 16% de mercado financeiro. Mas 44% eram trabalhos da área de contabilidade financeira.
Ontem foi o dia do Contabilista. Você sabe a razão do dia 25 de abril ser o "dia do Contabilista"?
Resposta do Anterior: Ativos. Vide, por exemplo, aqui
"CITAÇÃO não é plágio. Copiar e colar é PLÁGIO. Mas, qual o limite para o plágio? A Lei não especifica limite, logo, cópia de um único parágrafo sem citação da fonte em um texto de 200 páginas, É PLÁGIO." (Jorge Scarpin, Contabilidade e Finanças)
Concordo com Scarpin. Na realidade, uma frase igual deve ser considerada plágio.
"Na primeira posição entre os que mais remuneram seus principais executivos está o Itaú Unibanco, o maior banco privado do país
As 50 empresas que melhor remuneraram seus executivos no ano passado tiveram uma despesa média de R$ 2,75 milhões com cada diretor e de R$ 29,8 milhões com diretoria e conselho, segundo levantamento do Valor com base em dados inéditos que começaram a ser divulgados este ano por determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) . Nas demais companhias, o valor individual cai para R$ 760 mil e o custo da administração recua para R$ 6,2 milhões.
Na média, o peso da parcela variável no total pago é de 56% nas empresas que pagam mais, em comparação com um índice de 29% nas demais, em uma amostra com 197 companhias abertas que divulgaram seus dados seguindo as normas da CVM.
Na primeira posição entre os que mais remuneram seus principais executivos está o Itaú Unibanco, o maior banco privado do país, com gasto médio de R$ 7,9 milhões por diretor, bem acima dos concorrentes Santander, com R$ 3,7 milhões, e Bradesco, com R$ 2,1 milhões. Em seguida aparecem a mineradora Vale, a cervejaria AmBev e o Pão de Açúcar.
A maior remuneração não está sempre relacionada ao porte da empresa. Há coincidência de 28 empresas entre o ranking do Valor e o das 50 maiores por valor de mercado na Bovespa. São destaque as empresas do setor financeiro e as que já tiveram ou têm investidores de "private equity" com participação relevante no capital e na gestão. Das 50 da lista, nove contaram em algum momento com gestão da GP ou do Pactual, por exemplo.
Felipe Rebelli, da área de talentos e recompensas da Towers Watson, consultoria especializada na área, diz que as empresas do setor financeiro costumam ter políticas de remuneração mais agressivas. "Elas pagam um salário fixo um pouco abaixo do mercado e dão como contrapartida uma parcela variável acima da média, sujeita aos resultados alcançados". A estratégia é repetida, às vezes com uma alavancagem menor, nas empresas não financeiras que possuem gestores de "private equity" no comando."
Ranking mostra empresas que pagam mais – Fernando Torres e Graziela Valenti – Valor Econômico – 26/4/2010