29 março 2011
A história em gráficos
Os gráficos abaixo mostram dados como o número de telefones, veículos, restaurantes, consumo de papel, população urbana, consumo de fertilizante, uso da água, investimento estrangeiro, turismo internacional, PIB e população. Entre 1750 a 2000.
28 março 2011
Teste 453
Esta empresa tradicional chegou a fabricar cartas para jogar. A figura (na verdade uma pequena amostra da figura, já que o blog não pode exibir material pornográfico) mostra uma das cartas, chamado Hanafunda, que a empresa produziu ao longo de sua história para os jogadores japoneses. No final do século XIX, hanafunda era jogado por “indíviduos inúteis”, ou yakuza, em japonês. Esta empresa é:
Atari
Nintendo
Sony
Resposta do Anterior: PwC e KPMG
Atari
Nintendo
Sony
Resposta do Anterior: PwC e KPMG
Links
A cor vermelha é ideal para o primeiro encontro
A inteligência do enxadrista (e seu custo)
Agressividade em meninos e meninas
Vídeo sobre o Efeito placebo
As raízes das árvores são armas
A voz da mulher durante o sexo e os efeitos sobre o homem
Bebês entendem o ponto de vista de outra pessoa
No período fértil, mulher presta mais atenção em homem com cara mais masculina
Metade dos médicos da Alemanha receitam placebo
Religião e felicidade
Falta de sono torna as pessoas exageradamente otimistas
Medo do Medo
Alguns animais são mais animais do que outros
Desastres e emoções
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Desastres e emoções
Os motivos econômicos dos terroristas
O blog de Tyler Cowen comenta a decisão de um terrorista da Al Qaeda em atacar um alvo em Detroit, em vez de Houston e Chicago, pois a passagem aérea era mais barata. Ele sugere que " este exemplo mostra como é difícil entender os motivos dos terroristas". (...) Jacob Shapiro e David Siegel num artigo de 2007 fazem exatamente este argumentoFonte: aquiPouco depois de meio-dia de 26 de fevereiro de 1993, cerca de 1.500 quilos de bombas caseiras foram detonadas no segundo nível da estrutura do estacionamento do World Trade Center. Seis pessoas foram mortas e mais de mil ficaram feridas. Poderia ter sido muito pior, o F-350 Econoline van alugada pelos terroristas tinham uma capacidade de carga de mais de 4.000 libras. Ramzi Yousef, líder do ataque, depois declarou que não tinha dinheiro suficiente para comprar material suficiente para construir uma grande bomba
Obesidade e Custos
Para reduzir custos com planos de saúde e estimular seus colaboradores a perder peso com um estilo de vida mais saudável, as empresas estão apostando em ações que vão desde orientação nutricional até a redução de bônus, caso seus executivos não cumpram “metas” de emagrecimento.
(...) Segundo os headhunters, algumas companhias associam os quilos extras à falta de dinamismo e disciplina, o que atrapalha a contratação. Pesquisas da consultoria Aon Hewitt indicam que as taxas de sobrepeso e obesidade nas empresas do Brasil variam entre 40% e 60%. “É alarmante”, diz o médio Rodolfo Milani. De acordo com a OCDE, os gastos com planos de saúde de uma pessoa obesa são, em média, 25% maiores. Além disso, o levantamento revela que profissionais acima do peso ganham, em média, 18% menos.
Para evitar custos, empresas declaram guerra à obesidade – Vivian Soares – Valor Econômico – 28 de mar de 2011
O impacto das catástrofes no valor dos ativos
Postado por Pedro Correia
Damodaran escreveu excelente artigo sobre o impacto de catástrofes: na avaliação de ativos, no mercado e a exposição aos riscos. Escolhemos alguns trechos de extrema relevância e que demonstram a visão diferenciada do autor.
Gerenciar a exposição ao risco catastrófico é muito mais difícil do que administrar a exposição ao risco contínuo:
As companies and investors with Japanese risk exposure struggled with the aftermath of the disaster, I was reminded again of how much more difficult it is to manage and deal with discontinuous risk than continuous risk, especially if that risk occurs infrequently and has large economic consequences.In fact, this is the reason that I argued that companies that think that operating in authoritarian, stable regimes is less risky than operating in democratic chaos are mistaken.
Em seguida apresenta argumentos para mostrar que, ao contrário do mercado, a queda da bolsa japonesa não foi desproporcional aos custos do dano:
While much of the commentary has noted that the market value lost (in the Nikkei) has been disproportionally large, relative to the cost of of the damage, the definition of cost (as damage to existing assets) seems crimped.
Segundo ele existe 3 níveis de custo (como dano aos ativos existentes) em qualquer catástrofe:
a. Damage to existing assets: This is measured, either in terms of book value (or what was originally spent to build or acquire these assets) or replacement cost (to replace the damaged assets).
b. Loss of earnings power: The true value lost in a catastrophe is not the original cost, replacement cost or book value of the assets destroyed but the present value of cash flows lost in future periods as a result of the loss. Thus, when a factory with a book value or replacement cost of $50 million collapses, the value lost is the present value of the expected cash flows that would have been generated by the factory. If the firm was generating returns that exceeded its cost of capital, the value from the foregone cash flows will exceed $ 50 million.
c. Psychic damage: Catastrophes create psychic damage by reminding investors not only of their own mortality but of the fragility of the assumptions that they make to justify value. After all, in discounted cash flow valuations, we assume that cash flows continue in perpetuity for most companies and that big chunks of value (especially for growth companies) come from expectations of excess returns from investments that firms will make in the future. To the extent that catastrophes shake this faith that investors have in the future, they can create significant damage to the value of growth assets.
Leia o artigo na íntegra.
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