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03 fevereiro 2010

As cidades mais sujas do mundo

  1. Baku, Azerbaijão
  2. Daca, Bangladesh
  3. Antananarivo, Madagascar
  4. Port au Prince, Haiti
  5. México, México
  6. Addis Ababa, Etiópia
  7. Mumbai, Índia
  8. Bagdá, Iraque
  9. Almaty, Cazaquistão
  10. Brazzaville, Congo
  11. Ndjamena, Chade
  12. Dar es Salaam, Tanzânia
  13. Bangui, República Centro-Africana
  14. Moscou, Rússia
  15. Ouagadougu, Burkina Faso
  16. Bamako, Mali
  17. Pointe Noire, Congo
  18. Lome, Togo
  19. Conakry, República da Guiné
  20. Nouakchott, Mauritânia
  21. Niamey, Niger
  22. Luanda, Angola
  23. Maputo, Moçambique
  24. Nova Deli, Índia
  25. Port Harcourt, Nigéria

Fonte: Forbes

Remuneração dos executivos dos bancos

Agora, a reação a notícia de que o Banco Central pode controlar os salários dos executivos dos Bancos.

O Jornal do Commercio (Controle de bônus pode ser questionado, 3/2/2010, Anne Warth) traz a opinião de "advogados", que consideram a intervenção do poder público em assunto privado desnecessária.

Para o advogado José Carlos Arouca, desembargador aposentado do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), uma resolução nesse sentido seria "totalmente ilegal". "É algo que não tem pé nem cabeça. Coisa para esquecer a partir de amanhã", afirmou. "Resolução não tem natureza de lei. O BC pode recomendar, mas o banco cumpre se quiser. A legislação teria de ser de órbita federal, e mesmo que houvesse essa lei ela seria inconstitucional", explicou.


Segundo a Folha de São Paulo (Bancos afirmam que pagam bônus "conservador" no país, TONI SCIARRETTA) a "Febraban(Federação Brasileira de Bancos) afirmou que o sistema financeiro nacional tem uma política "conservadora" de bonificação dos executivos e que adota práticas rigorosas de controle de riscos."

O Globo optou por analisar os bancos públicos. Seu texto, Limite a bônus de executivos proposto pelo BC não vale para bancos estatais, de Patrícia Duarte e Ronaldo D'Ercole, mostra que as regras não valem para o Banco do Brasil e a Caixa Econômica.

Já o Estado fez um levantamento das remunerações (Salários e bônus no Bradesco e no Itaú superaram R$ 500 milhões em 2008)

Especialistas da CIA

Segundo o The Guardian (New mission for CIA agents: help boost Wall St profits, Daniel Nasaw, 3/2/2010), a partir de uma livro do reporter Eamon Javers, as instituições financeiras estão contratando especialistas da CIA para ajudar na detecção de mentiras.

Os especialistas procuram pistas verbais e comportamentais para saber se as declarações são "honestas". Num caso descrito por Javers e relatado pelo The Guardian, funcionários da CIA ajudaram clientes de um fundo de hedge. O objetivo do fundo era saber se a apresentação financeira de uma empresa era verdadeira ou não.

Num episódio, numa apresentação de uma empresa UTStarcom, uma pergunta sobre o reconhecimento da receita não foi respondida de maneira direta, sendo considerado pelos especialistas uma forma de "evitar" o comentário. No trimestre seguinte o resultado da empresa trouxe surpresa para o mercado pelo fato das receitas estarem abaixo do esperado.

Num episódio do seriado Lie to me é relatado uma situação parecida, onde o especialista em mentiras escuta notícias financeiras para determinar se os executivos das empresas estão falando a verdade ou não.

02 fevereiro 2010

Rir é o melhor remédio


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Tuyuca: A língua mais difícil do mundo

Foto: As montanhas de Avatar, nas China

Bicicleta conceitual da Peugeot

Teste #225

Um governo de um país desenvolvido afirmou que pretende comprar informações roubadas de bancos suíços para certificar de quais cidadãos cometeram crime de evasão fiscal. Os dados foram oferecidos por um informante por 3,5 milhões de dólares e diz respeito a cerca de 1.500 pessoas. As informações permitiriam recuperar 200 milhões de dólares de impostos não pagos. Que país é este?

Alemanha
Estados Unidos
França


Resposta do Anterior: c. A numeração começa com 7 por ser este um número da "sorte" nos EUA. Fonte: Valor Econômico, Nomes e numeração de aviões não seguem lógica. 4 de outubro de 2002

Por que a IFRS não será adotada nos EUA?

Esta questão, no sítio CPA Sucess apresenta algumas possíveis respostas interessantes, quais sejam:

  1. Existem outras prioridades, que inclui desde reforma no sistema de saúde até mudanças nos órgãos reguladores
  2. Custo de conversão pode ser elevado, num momento onde a economia está frágil e as empresas já passaram por um aumento no custo do sistema de informação em razão da SOX
  3. Confusão entre os reguladores, com idas e vindas e prazos que não foram cumpridos
  4. Questões contábeis substanciais que geram polêmica, como o abandono da UEPS (a IFRS não admite este método e sua mudança pode trazer mais carga tributária) e o risco de litígio
  5. As diferenças entre o IFRS e o US GAAP são amplas e não existe um projeto claramente definido sobre como atacá-las
  6. Padrões para empresas fechadas. A IFRS possui as normas para pequenas e médias empresas, mas a adoção pode ser muito brusca

Acrescentaria a esta lista alguns outros itens, como (g) nacionalismo ianque, (h) dúvida sobre a superioridade da IFRS sobre o US GAAP (na realidade parece existir um consenso que o US GAAP é melhor); (i) desconfiança sobre os benefícios da IFRS; e (j) desconfiança da pressão das Big Four.