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16 fevereiro 2026

Ingresso para o Louvre


A notícia que li na newsletter 1440 (fonte AP) comenta mais um problema com o Museu do Louvre. O mais prestigiado museu do mundo, depois de passar pelo roubo de uma coleção valiosa no final do ano passado, descobriu uma fraude de 11,8 milhões de dólares. A polícia francesa prendeu nove pessoas, incluindo dois funcionários do museu e guias turísticos.

O interessante de uma notícia como essa é notar as falhas de controle de uma organização. No caso do museu, ingressos estavam sendo reutilizados por guias chineses, e os funcionários participavam do esquema evitando a verificação dos bilhetes. A estimativa da investigação é de que até 20 grupos de turismo por dia tenham passado pelo esquema nos últimos dez anos, totalizando cerca de 72 mil grupos.

A suspeita existe desde o final de 2024, mas somente agora o caso foi oficialmente apresentado, após a polícia usar escutas para embasar o inquérito. Há suspeitas de que um caso semelhante possa ter ocorrido no Palácio de Versalhes. Vejam que impressionante: bastam dois funcionários para viabilizar uma fraude de 11,8 milhões.

27 novembro 2023

Museu da Internet

 Se temos museu de várias coisas, surge agora o museu da internet. Sites antigos são curiosos de ver. Eis uma amostra:


em 2005

em 2004

2004

em 2001

em 2002

02 julho 2023

Doação para o Museu Nacional


O Museu Nacional da Dinamarca doou a sua mais excepcional Capa de Penas brasileira do século XVII para o novo Museu Nacional, a fim de ajudar na reconstrução do patrimônio do museu, após a destruição de toda a sua coleção etnográfica de 20 milhões de artefatos insubstituíveis em um incêndio em 2018. Curiosamente, as icônicas capas de penas de ibis escarlate não estavam entre elas, pois todos os poucos exemplares sobreviventes conhecidos estavam em museus europeus.

Feita com penas de ibis escarlate e arara em uma rede de algodão tecida, a capa remonta ao início dos anos 1600 e foi criada pelo povo Tupinambá do Brasil. Os Tupinambá foram os primeiros povos indígenas que os portugueses encontraram quando chegaram ao Brasil em 1500. Os cronistas europeus registram que os Tupinambá eram adeptos das penas e as utilizavam em joias, faixas, bandanas, mantos e até mesmo como agulhas de tatuagem, todas feitas com penas de aves locais. As capas escarlates de ibis, utilizadas em rituais e cerimônias importantes, eram reverenciadas por sua beleza e significado religioso. (...)

Sabe-se que apenas 11 capas de penas Tupinambá sobreviveram, sendo que várias delas também pertencem ao Museu Nacional da Dinamarca. A capa recém-doada é a melhor preservada de todas elas.

Fonte: aqui

Fiquei pensando em como a capa seria contabilizada pelo Museu Nacional. É uma doação, mas cujo valor monetário é muito difícil de ser estimado.