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06 outubro 2019

A/B Testing em Starups

Recent work argues that experimentation is the appropriate framework for entrepreneurial strategy. We investigate this proposition by exploiting the time-varying adoption of A/B testing technology, which has drastically reduced the cost of experimentally testing business ideas. This paper provides the first evidence of how digital experimentation affects the performance of a large sample of high-technology startups using data that tracks their growth, technology use, and product launches. We find that, despite its prominence in the business press, relatively few firms have adopted A/B testing. However, among those that do, we find increased performance on several critical dimensions, including page views and new product features. Furthermore, A/B testing is positively related to tail outcomes, with younger ventures failing faster and older firms being more likely to scale. Firms with experienced managers also derive more benefits from A/B testing. Our results inform the emerging literature on entrepreneurial strategy and how digitization and data-driven decision-making are shaping strategy. (Experimentation and Startup Performance: Evidence from A/B testing
Rembrand Koning, Sharique Hasan, and Aaron Chatterji, NBER 26278, set 2019)

O A/B testing tem sido muito usado no mundo atual. Funciona da seguinte maneira: é feita uma mudança em um produto ou serviço. Suponha uma loja na internet. A empresa altera as cores do site. Para metade dos clientes é dado o acesso a esta nova versão; para os demais, a situação atual. Passado alguns dias, compara-se o desempenho do site, nova versão versus anterior. Se ocorreu um ganho nas compras médias ou no tempo de permanência ou na seleção de produtos mais rentáveis, a alteração é implantada. O teste supõe que a empresa deva ter novas ideias para serem testadas.

Os autores tomaram uma base de 35 mil starups de todo o mundo. Foram usadas as bases Chunchbase Pro, Builtwith e SimilarWeb. Os autores concluíram que poucas starups usam o teste. E aquelas que usam terminam por ter vantagens de crescimento.

Um aspecto importante, destacado pelos autores: há uma diferença entre experimentação e A/B testing. A experimentação inclui ter alternativas, testar e selecionar a mais adequada. A queda no custo do teste é um motivador, mas a experimentação só existe com ideias.

05 março 2018

Candidatos a unicórnio

Depois de PagSeguro, 99 e Nubank terem atingido o status de unicórnios, como são chamadas as startups com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão, a lista de candidatos a figurar no seleto clube está engordando. Stone, ZAP VivaReal, Neoway, Resultados Digitais, Ebanx e o aplicativo iFood, da Movile, são alguns dos nomes comumente citados por investidores quando o assunto é unicórnios. Isso não significa que o país verá, nos próximos meses, uma nova onda de startups bilionárias, repetindo a dos primeiros três meses de 2018. O caminho a ser percorrido por boa parte dos futuros unicórnios ainda é um tanto longo já que a maioria vale menos, ou bem menos, de US$ 500 milhões.


Ao todo, 230 empresas ao redor do mundo são consideradas unicórnios, segundo a empresa de pesquisa CB Insights, especializada no universo das startups. Os Estados Unidos e a China dominam o ranking. O Brasil deve ganhar seu primeiro representante, a Nubank, na próxima atualização da lista. O Valor apurou que, na captação de recursos anunciada na quarta-feira, de US$ 150 milhões, a Nubank foi avaliada em mais de US$ 2 bilhões.

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