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Mostrando postagens com marcador IFAC. Mostrar todas as postagens
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01 maio 2022

Emissão de carbono e IFAC

 O IFAC - entidade que congrega os profissionais contábeis mundiais - publicou o relatório da pegada de carbono. 

Para 2021, o Ifac, em parceria com a ClimatePartner mediram a Corporate Carbon Footprint (CCF) da empresa. A medida foi baseada no Greenhouse Gas Protocol Corporate Accounting and Reporting Standard (GHG Protocol).

O principal resultado encontra-se a seguir

31 março 2022

IFAC: desempenho em 2021

É bem interessante olhar as demonstrações contábeis dos reguladores. Aqui as demonstrações de 2021 do IFAC. Conforme a própria informação do documento, o IFAC possui 180 membros e associados, em mais de 135 países e jurisdições, representando 3 milhões de contadores. 

A informação foi preparada segundo as normas do próprio IFAC, a International Public Sector Accounting Standards (IPSAS) que foi instituída pelo International Public Sector Accounting Standards Board. (É interessante que o IFAC é uma entidade do terceiro setor e adota as normas do setor público. 

Mas observei em particular a qualidade da gestão financeira do IFAC. Eis alguns dados:

Em 2020 e 2021 a entidade teve um superávit, com uma margem líquida de 6,5%. O giro do ativo é bem elevado e a maior parte do ativo é representado por caixa e equivalentes (76% do ativo!). O valor de caixa corresponde 7 meses de receita. 

É sempre bom ver o regulador bem de saúde financeira.


02 março 2022

Competência no Setor público mundial


O IFAC lançou um endereço específico para os governos que desejem fazer a transição do regime de caixa para o regime de competência. O endereço baseia-se no Estudo 14 do IPSASB, Conselho Internacional de Normas Contábeis para o Setor Público, com conteúdo atualizado e ferramentas para a transição.

A posição do IFAC é que a competência melhora a transparência, as decisões e a prestação de contas no setor público. Entretanto, nem sempre sua adoção parece ser simples.  A ferramenta é uma resposta para o aumento do interesse pelo regime de competência no setor público. Segundo Ian Carruthers, até 2025, metade das juridições do Índice Internacional de Responsabilidade do Setor Público de 2021 deve usar o regime de competência.  

20 dezembro 2021

IFRS versus IPSASB

O Institute of Chartered Accountants in England and Wales (ICAEW) divulgou uma análise das principais divergências entre as normas internacionais de contabilidade e as normas do setor público. A primeira, denominada de IFRS, é emitida por uma fundação com idêntico nome; a segunda, emitida pelo IFAC e denominada de IPSASB, deveria estar baseada na primeira. Entretanto, as particularidades do setor público fazem com que as normas emitidas pelo IFAC tenham algumas divergências.

São quatro partes e podem ser acessadas no site do ICAEW. A seguir, a diferença na conceituação de ativo:

07 novembro 2021

Documentos do IFAC

 O IFAC acaba de publicar Pontos de Vista (POV) em francês, árabe, russo e espanhol. A série apresenta discussão sobre relatórios corporativos, responsabilidade e transparência no setor público, profissão contábil, confiança e crise, auditoria, clima e corrupção e lavagem de dinheiro

A imagem a seguir é do setor público e mostra a quantidade de países que adotam o regime de competência:


Além disto, o IFAC está permitindo uma consulta online aos padrões desenvolvidos pelo International Audit and Assurance Standards Board (IAASB), o International Ethics Standards Board for Accountants (IESBA) e o International Public Sector Accounting Standards Board (IPSASB). Clique aqui

23 março 2021

Grupo de trabalho criado pela Fundação IFRS para a sustentabilidade


Os curadores da Fundação IFRS (International Financial Reporting Standards) formaram um grupo de trabalho para trabalhar na harmonização dos padrões globais dos relatórios de sustentabilidade. O resultado esperado serão recomendações técnicas para um novo conselho de padrões. 

Aparentemente há um clamor para que os padrões existentes na área ambiental, social e de governança sejam consistentes e coerentes. O interesse de investidores encontra, na prática, um grande número de padrões potenciais. Em outubro do ano passado, cinco destas organizações que já emitiram padrões na área resolveram tentar fazer um processo de harmonização. Estas entidades são o Sustainability Accounting Standards Board, o International Integrated Reporting Council, o Global Reporting Initiative, o Climate Disclosure Standards Board e o Carbon Disclosure Project. 

A entidade que reúne as bolsas de valores e a Federação Internacional de Contadores encorajaram a Fundação IFRS a organizar um conselho de padrões para a área, sob a supervisão da Fundação. A primeira reunião do grupo de trabalho deverá ocorrer no próximo mês. 

Mais aqui

17 fevereiro 2021

Para o IFAC, mais informação significa melhor comunicação

 


A IFAC aplaude a liderança do Conselho de Relatórios Financeiros ao estimular essa importante conversa sobre o futuro dos relatórios corporativos. A IFAC apóia a inclusão de uma gama mais ampla de informações nos relatórios corporativos para que as organizações possam se comunicar com mais eficácia - e as partes interessadas possam entender melhor - as perspectivas de criação de valor de longo prazo.

Fonte: aqui

Já destacamos aqui que criar normas pode ser um negócio. Também aqui chamamos a atenção para uma política usada quando não sabemos direito o que fazer: pedimos mais informação

23 julho 2020

Avaliando as intervenções públicas com a Covid

O IFAC e a Universidade de Zurique publicaram uma ferramenta para governos para analisar programas relacionados com o Covid-19. O instrumento permite analisar as intervenções dos governos versus os impactos nas finanças públicas. Isto inclui a avaliação das intervenções e como isto afeta a informação contábil.

“Governos com informações contábeis por competência estão melhor posicionados para entender a verdadeira imagem de suas finanças públicas”, afirmou Ross Smith, diretor do Programa e Técnico da IPSASB. "Compreender o impacto da pandemia nas finanças do governo é especialmente importante quando se considera a necessidade e a capacidade de fornecer intervenções adicionais no futuro".


Clique aqui

01 abril 2020

IFAC e IFRS

O IFAC lançou um documento onde faz uma análise comparativa do alinhamento entre as normas de contabilidade do setor público - versão internacional - e as normas de contabilidade financeira, da Fundação Iasb.

O material é bastante didático e mostra, por exemplo, a seguinte comparação:
Para cada norma IPSAS é feita uma correspondência com a IAS/IFRS respectiva. A figura mostra o grau de especificidade da norma do setor público (há uma legenda para traduzir estas cores). As principais diferenças são apresentadas depois, de maneira detalhada.

O documento é de março e pode ser encontrado em PDF aqui

25 julho 2016

Contadores melhoram a performance das organizações

Uma nova pesquisa da Federação Internacional de Contadores (IFAC) demonstra como a atuação de contadores podem melhorar o desempenho financeiro das empresas. Segundo o resumo da pesquisa publicada, contadores têm um papel fundamental no sucesso de uma organização. Todavia, acessar e até quantificar esse papel é uma tarefa complexa. Entender o relacionamento entre a utilização de conhecimentos contábeis e a performance do negócio requer considerar o que envolve o conhecimento contábil e considerar a ampla variedade de medidas de desempenho.

Em parceria com pesquisadores da Bucharest University of Economic Studies a IFAC conduziu uma revisão de literatura para acessar esse relacionamento. O relatório, que pode ser encontrado aqui, sumariza e discute os achados de mais de 90 trabalhos de pesquisa acadêmica sobre a relação entre a especialidade contábil e a performance empresarial.

Os pesquisadores concluíram que contadores se saem bem em diversos papéis na organização onde trabalham, incluindo na análise e comunicação informacional, na tomada de decisão, no gerenciamento de riscos e na criação de valor sustentável para o negócio.

Michael Cohn ressalta que os resultados podem aparentar obviedade nos Estados Unidos, mas em muitos países em desenvolvimento a profissão contábil ainda está aderindo as tendências internacionais, que há muitos anos passam desapercebido em países desenvolvidos.


Além do relatório completo, o IFAC também publicou um sumário de achados-chave.

05 julho 2016

Normas do Novo Relatório do Auditor Independente


As auditorias de demonstrações contábeis para períodos que se encerram em 31 de dezembro de 2016, ou após essa data, estarão sujeitas a um novo conjunto de Normas Brasileiras de Contabilidade de Auditoria Independente (NBC TA).

As seis primeiras Normas que compõem esse conjunto, chamado de Novo Relatório do Auditor Independente (NRA), foram publicadas nesta segunda-feira (4), no Diário Oficial da União (DOU), pelo Conselho Federal de Contabilidade.


As seis normas publicadas são: NBC TA 260 (R2) – Comunicação com os Responsáveis pela Governança; NBC TA 570 – Continuidade Operacional; NBC TA 700 – Formação da Opinião e Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Contábeis; NBC TA 701 – Comunicação dos Principais Assuntos de Auditoria no Relatório do Auditor Independente; NBC TA 705 – Modificações na Opinião do Auditor Independente; e NBC TA 706 – Parágrafos de Ênfase e Parágrafos de Outros Assuntos no Relatório do Auditor Independente.

O NRA é constituído por normas convergidas das International Standards on Auditing (ISAs), emitidas pela Federação Internacional de Contabilidade (Ifac, na sigla em inglês). Após a tradução das ISAs, feita pelo CFC e pelo Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), as minutas passaram por audiência pública no site do CFC. O processo de avaliação das sugestões recebidas na audiência foi realizado pela Câmara Técnica e, na reunião plenária do dia 17 de junho, os conselheiros aprovaram as seis NBCs.

Com a aprovação dessas novas normas, segundo explica o vice-presidente Técnico do CFC, Zulmir Ivânio Breda, houve a necessidade de se alterar um conjunto de outras que estavam em vigência. Por isso, foram colocadas em audiência pública 17 NBCs.

O Novo Relatório do Auditor é composto por normas que haviam sido alteradas durante processo de revisão das ISAs, realizado pela Ifac em 2015. Como as alterações efetuadas pela Ifac foram substanciais, Breda explica que têm ocorrido vários debates para preparar as empresas e os auditores para a aplicação do NRA.

O vice-presidente Técnico destaca que, entre as principais alterações previstas no relatório, está a inclusão dos pontos-chave de auditoria, que são os principais assuntos encontrados na empresa em análise. “Tudo o que o auditor achar de importante, vai ter que colocar no relatório”, explica Breda.

Ainda segundo ele, o NRA responde a uma necessidade de maior transparência nas informações emitidas ao mercado, pois os investidores e outros usuários serão beneficiados com dados que antes não eram de conhecimento público.

Fonte: CFC

16 janeiro 2015

Novas regras para Auditoria

O International Auditing and Assurance Standards Board (IAASB), vinculado ao International Federation of Accountants (IFAC) divulgou na quinta uma série de pronunciamentos. Estes padrões de auditoria incluem uma revisão do relatório de auditoria (ISA 700), uma discussão sobre continuidade (ISA 570), sobre parágrafos de ênfase (ISA 706), modificação da opinião (ISA 705) e alterações em outros pronunciamentos.

Segundo o IAASB as novas normas atendem as demandas dos investidores e outros usuários das demonstrações financeiras. Devem entrar em vigor após 15 de dezembro de 2016 e podem ser acessadas num único arquivo aqui ou de forma separada aqui. Um breve resumo das principais mudanças estão aqui.

24 setembro 2014

Medidas suplementares

O Ifac apresentou um guia para medidas financeiras adicionais, denominado Developing and Reporting Supplementary Financial Measures. Isto inclui Ebitda e outras medidas que encontramos nas demonstrações contábeis. O documento é bastante pequeno, e repetitivo em alguns pontos (características da informação contábil, por exemplo). Talvez o ponto mais relevante seja sobre a evidenciação destas medidas. Neste caso o Ifac sugere que se apresente: (1) a definição e o propósito da medida (poucas empresas fazem isto), (2) a mudança nos componentes da medida e suas razões; (3) a reconciliação quantitativa com as medidas contábeis (GAAP); (4) divulgação contextual; (5) garantias e (6) localização e apresentação.

Com respeito a este último item, o IFAC afirma que as medidas suplementares não podem fazer sombra para as medidas contábeis. Assim, a ênfase deve ser nestas últimas, incluindo até o tamanho da letra usada. O IFAC recomenta que as medidas suplementares estejam localizadas no relatório da diretoria.

Veja aqui também, para fins comparativos, um texto do CICA canadense.

05 agosto 2014

Comparação

O IFAC está propondo uma interessante alteração na IPSAS 1. Esta norma, de apresentação das demonstrações financeiras, apresenta no item 21, a listagem de demonstrações, que inclui Balanço, DRE, DMPL, DFC, Orçado x Realizado e notas explicativas. Pela proposta, passaremos a ter neste item a informação comparativa temporal. Vide aqui

01 fevereiro 2014

Fato da Semana

Fato da Semana: O apelo do IFAC pela convergência contábil no mundo atual. O IFAC chamou a atenção para o aumento da divergência de tratamento de diversos países na contabilidade. Isto não se resume somente a questão da adoção das normas contábeis. A entidade lembra que as normas de auditoria e códigos de ética para os preparadores das informações contábeis não estão convergindo. Lembrou o IFAC, como exemplo, a questão do rodízio, onde alguns países estão rejeitando a proposta, enquanto outros estão incentivando sua existência.

Qual a relevância disto? O IFAC é a entidade internacional que reúne os profissionais contábeis. Com 130 membros – o Brasil é representado pelo CFC e Ibracon – sua posição deveria expressar o sentimento dos contadores. Ao apelar para a convergência, o IFAC lembrou que a questão não se resume aos projetos conjuntos Iasb e Fasb, mas também a outras discussões relevantes. Este aumento da divergência pode dificultar a comparabilidade entre os diferentes países e a adoção de experiências bem sucedidas.

Positivo ou negativo? Será que a divergência é ruim? Quando existe a padronização excessiva, isto inibe experiências novas, que podem ajudar no progresso da profissão. Para uma entidade internacional, parece que a busca da convergência em diversos pontos parece ser natural. Mas quando olhamos de maneira mais crítica, a regulação é inibidora da criatividade. Apesar deste ponto, considero que a posição do IFAC foi relevante para chamar atenção para discussão de diversos assuntos relevantes, como o código de ética.

Desdobramentos – O apelo do IFAC pode ter consequências se for considerado, pela própria entidade, como uma “missão”. No curto prazo não deve ter desdobramentos.

24 dezembro 2013

Minuta de Informação de Desempenho no Setor Público

O IFAC é uma entidade mundial da profissão contábil, com 179 membros e associados de 130 países. Entre as atribuições do IFAC estão o desenvolvimento de normas contábeis para entidades do setor público, as IPSASB. Estas normas estão sendo adotadas por instituições como o Banco Mundial e países como Canadá, Nova Zelândia e Suíça.

Recentemente o IFAC colocou em audiência pública uma minuta sobre a evidenciação de informação de desempenho nas atividades de serviço (vide aqui , em pdf, para a versão completa e aqui para um resumo).
Segundo a minuta, a função do governo e de suas entidades é fornecer serviços para os constituintes. Os relatórios financeiros são informações necessárias para que as entidades possam tomar decisões e prestar contas. A minuta, com cerca de 27 páginas, apresenta cinco tipos de indicadores:

Entrada (inputs) = correspondem aos recursos usados pela entidade para fornecer outputs
Saída (Outputs) = são os serviços fornecidos pela entidade
Resultados (outcomes) = impactos na sociedade, que ocorrem em razão dos outputs da entidade, da sua existência e operação
Eficiência = é a relação entre inputs e outputs e entre inputs e resultados
Eficácia (Effectiveness) = é a relação entre os resultados reais e os objetivos desempenho do serviço em termos de saídas ou resultados.

Feita esta classificação, a informação deve ser relatada em termos dos objetivos do serviço, de indicadores de desempenho que mostram como a entidade realiza seus objetivos e informação sobre o custo dos serviços. Para isto devem ser informados a cada período os valores planejados e realizados, além da comparação com o período anterior.

Ao contrário da tendência do Iasb, de detalhar cada vez mais seus pronunciamentos e fazer amplas discussões nas minutas, o IFAC apresentou um texto razoavelmente focado, embora muito amplo. Mas não deixa de ser um sinalizador para o setor público.

A minuta estará sendo discutida até final de maio de 2014.

21 novembro 2012

Estrutura Conceitual para Setor Público

O International Federation of Accountants (IFAC) é uma entidade mundial da profissão contábil. Com 127 países associados e 167 membros, o IFAC representa  mais de 2,5 milhões de contadores. O Brasil participa do IFAC através do Conselho Federal de Contabilidade e do Ibracon. Fundado em 1977, o IFAC possui quatro comitês: de auditoria e seguros, do setor público, de educação contábil e de padrões de ética.

O comitê do setor público tem a responsabilidade de promulgar normas contábeis do setor. A base destas normas, conhecidas como IPSAS, são as normas internacionais de contabilidade promulgadas pelo Iasb. O comitê faz adaptações nestas normas, mas procura, sempre que possível, manter o espírito da norma. Diversas entidades adotam estas normas, incluindo na lista a Interpol, a Otan, a OECD, entidades da ONU, além de diferentes países.

Atualmente o foco tem sido no desenvolvimento de uma estrutura conceitual para o setor público. Isto inclui os principais elementos e suas definições (ativo, passivo, receita, por exemplo), os critérios de reconhecimento que devem ser aplicados, a mensuração e evidenciação. Corresponderia, em linhas gerais, ao nosso CPC 00. O trabalho está em estudo e durante audiência pública diversos comentários foram feitos, incluindo do CFC e de uma brasileira, Denise Silva Ferreira Juvenal. Este último, por sinal, bem mais completo e detalhado que do órgão de classe.

24 novembro 2011

Iasb e Ifac

O International Accounting Standards Board (IASB) e a International Federation of Accountants (IFAC) anunciaram um aumento na colaboração para a criação de normas de contabilidade. O IASB é responsável pelas normas para empresas, enquanto o IFAC apoia o International Public Sector Accounting Standards Board (IPSASB), que trabalha as normas do setor público (IPSASs).

As normas do setor público tem inspiração nas IFRs, criadas pelo Iasb.

10 março 2009

Normas Brasileiras de Contabilidade

As grandes mudanças na contabilidade brasileira fizeram com que o capítulo do livro de Teoria ficasse defasado. Aqui uma dica imprescindível do blog Notícias Contábeis.

A partir da Resolução do Conselho, fiz duas figuras para que você, caro leitor, possa entender o que nos espera no futuro com as normas brasileiras de contabilidade. (Se você acha que hoje está confusa, imagine quando as normas estiverem convergindo):



Abaixo, o detalhamento das normas técnicas:



Além destas, existem a Interpretação Técnica (quando a redação da norma técnica ficou muito confusa e ninguém conseguiu entender direito, emite-se uma "interpretação" do texto) e o Comunicado Técnico, de caráter transitório.