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24 julho 2014

Rir é o melhor remédio


Argentina envia missão aos EUA para reunião sobre a dívida

Funcionários argentinos viajaram para Nova York para se reunir na quinta-feira com o mediador judicial no litígio com fundos especulativos por sua dívida soberana. O juiz norte-americano convocou as duas partes para negociar, a fim de evitar a moratória de Buenos Aires.

O juiz federal Thomas Griesa informou, inicialmente, que o encontro aconteceria nesta quarta-feira de manhã, mas, segundo o escritório de Dan Pollack, o encontro foi prorrogado por 24 horas porque a comitiva argentina não conseguiria chegar a tempo.

"O senhor Pollack foi informado pela delegação argentina ontem (terça-feira) à tarde que não poderia chegar em Nova York hoje. A reunião foi adiada para amanhã", informou o texto do mediador divulgado nesta quarta-feira.

Algumas horas antes, o chefe de gabinete do governo argentino, Jorge Capitanich, afirmou em Buenos Aires que "uma comitiva do ministério da Economia se reunirá na quinta-feira com Pollack".

"Sempre temos esta via do diálogo, de esclarecer ao juiz quais são as restrições que a Argentina sob o ponto de vista das leis e do cumprimento do contrato", disse Capitanich em coletiva de imprensa.

A imprensa argentina informou que o ministro da Economia, Axel Kicillof, não estará na comitiva.

A viagem foi decidida pela presidente Cristina Kirchner que convocou uma reunião com Kicillof e sua equipe na noite de terça-feira na Casa Rosada, após ser informada de que Griesa se negou a de restabelecer a medida cautelar pedida pela Argentina para suspender a execução de sua sentença favorável aos fundos especulativos.

No dia 27 de junho, Griesa emitiu uma decisão que impediu a Argentina de depositar em bancos de Nova York a parte devida aos credores que aceitaram a renegociação da dívida. Griesa determinou que o país deve pagar simultaneamente suas obrigações com o NML Capital e outros fundos especulativos pelo valor total de 1,33 bilhão de dólares.

Caso não pague os 539 milhões de dólares bloqueados atualmente no Bank of New York Mellon (BoNY) antes do vencimento do prazo de carência em 30 de julho, o país pode entrar em moratória técnica, que, apesar de ser diferente do colapso vivido em 2001, pode ter consequências imprevisíveis para a sua economia.

- "A moratória é o pior" -

Os fundos em questão, que Buenos Aires chama de "abutres", compraram os títulos já em default e depois cobraram na justiça 100% do valor mais os juros atrasados, rejeitando as renegociações da dívidas efetuadas em 2005 e 2010 com remunerações de até 70% sobre o valor nominal e que contaram com a aceitação de 92,4% dos credores.

"A moratória é o pior. Não quero isso. O povo que sofrerá as consequências", disse Griesa às partes.

A Argentina nega que se trate de uma suspensão dos pagamentos.

"Moratória é não pagar, e a Argentina paga. O dinheiro não pode ser bloqueado porque pertence aos credores", argumentou Capitanich, indicando que "a responsabilidade pelas transferências (dos depósitos para os credores) compete ao juiz".

O país se afastou dos mercados de capital depois da moratória e as necessidades de financiamento do governo são cobertas, em grande parte, por uma política comercial que prioriza o superávit.

As tentativas até o momento do mediador Pollack para aproximar as partes não deram resultados, pelo menos segundo as declarações públicas de Argentina e os fundos.

Fonte: Aqui

Lei nº 12.973/14 para Concursos Públicos

Entre outras modificações, a Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014, resultante da conversão da Medida Provisória nº 627, de 11 de novembro de 2013, altera profundamente a legislação do IRPJ, CSLL, PIS/Pasep e Cofins, além de revogar o Regime Tributário de Transição (RTT).

A rigor, quanto à maioria dos seus artigos, a lei citada entra em vigor somente em 1º de janeiro de 2015. Todavia, o contribuinte pode optar por sua aplicação já no ano-calendário de 2014. É interessante observar que a MP nº 627 foi cobrada na prova para auditor da Receita de 2014.

Apesar de ser uma lei essencialmente de natureza tributária, principalmente destinada aos contribuintes do IRPJ, CSLL, PIS/Pasep e Cofins, essa norma interfere em alguns assuntos que são tratados na Contabilidade, aos quais dedicamos a maior parte da nossa atualização. Além de amplas e complexas, as modificações trazidas pela Lei nº 12.973/2014 ainda dependem de regulamentação, de modo que alguns comentários aqui apresentados podem não traduzir fielmente o entendimento a ser firmado em decretos e resoluções a serem editados. [...]

Dica: pelo menos até o fim do primeiro semestre de 2015, as bancas podem achar interessante
explorar a legislação anterior e posterior à Lei nº 12.973/2014. Por isso, de forma comparativa,
procure estudar como era e como ficou a legislação depois dessa norma.

Texto de Ricardo Ferreira e material disponível aqui.

Curso de Contabilidade Básica: Demonstrações e Economia

A situação da economia afeta os resultados de uma empresa. Isto é algo bastante óbvio. Mas os resultados das empresas também são acompanhados atentamente, pois seria uma expressão (consequência) da economia. A Copa do Mundo, por exemplo, parece ter beneficiado certos setores e prejudicado outros.
Os efeitos da Copa sobre o comércio foram acompanhados pelos analistas e agora podemos começar a ter uma ideia mais precisa do que ocorreu, pois começam a sair os resultados das empresas. A Via Varejo, por exemplo, divulgou seus resultados do segundo trimestre de 2014, justamente durante a Copa. Esta empresa é composta das bandeiras “Ponto Frio” e “Casas Bahia”, com uma parcela significativa nos produtos comprados no Brasil.

Para verificar estes efeitos devemos observar o comportamento da receita. A figura abaixo mostra uma pedaço da demonstração do resultado dos últimos trimestres.

A receita líquida da empresa foi de 5,5 bilhões de reais, acima do valor do trimestre anterior. Um aumento de 1,39%. Para obter este valor basta fazer a seguinte operação: [(5,525/5,449 – 1) x 100]. Mas esta comparação possui um problema: a sazonalidade das vendas. As vendas do segundo trimestre deste ano devem ser comparadas com as vendas do mesmo trimestre dos anos anteriores. Assim, os 5,5 bilhões de receitas são superiores, em 8%, aos R$5,116 bilhões do segundo trimestre de 2013 ou aos R$5,394 bilhões do mesmo período de 2012. Ou seja, as vendas aumentaram durante o período da Copa do Mundo.

Mas este resultado deve ser considerado com uma grande ressalva: trata-se de somente uma grande empresa. Precisamos considerar os valores das receitas de outras empresas para ter um panorama melhor sobre o ocorreu durante a Copa do Mundo. Vamos esperar os resultados que ainda serão divulgados nos próximos dias.


O mito do gênio solitário e a importância dos pares


WHERE does creativity come from? For centuries, we’ve had a clear answer: the lone genius. The idea of the solitary creator is such a common feature of our cultural landscape (as with Newton and the falling apple) that we easily forget it’s an idea in the first place.

But the lone genius is a myth that has outlived its usefulness. Fortunately, a more truthful model is emerging: the creative network, as with the crowd-sourced Wikipedia or the writer’s room at “The Daily Show” or — the real heart of creativity — the intimate exchange of the creative pair, such as John Lennon and Paul McCartney and myriad other examples with which we’ve yet to fully reckon.

Historically speaking, locating genius within individuals is a recent enterprise. Before the 16th century, one did not speak of people being geniuses but having geniuses. “Genius,” explains the Harvard scholar Marjorie Garber, meant “a tutelary god or spirit given to every person at birth.” Any value that emerged from within a person depended on a potent, unseen force coming from beyond that person.

As late as the Renaissance, people we’d now consider quasi-divine creators were more likely to be seen as deft imitators, making compelling work from familiar materials. Shakespeare, for example, did not typically dream up new ideas for plays but rewrote, adapted and borrowed from the plots, characters and language of previous works. “Romeo and Juliet,” as Mark Rose, a professor at the University of California, Santa Barbara, notes, is an episode-by-episode dramatization of a poem by Arthur Brooke.

Of course, theater is inherently collaborative. But the Elizabethan stage was more like the modern film industry, where the writer is generally less an auteur than a piece of a machine. Surviving records show three or four or even five playwrights receiving pay for a single production, according to the Columbia professor James Shapiro. The irony is that Shakespeare, whose world serves so well to illustrate a collaborative (or networked) idea about how good work is made, would become the icon of the solo creator.

The big change began with Enlightenment thinkers, who sought to give man a dignified, central place in the world. They made man’s thinking the center of their universe and created a profoundly asocial self.

Meanwhile, as the feudal and agrarian gave way to the capitalist and industrial, artists needed to be more than entertaining; they needed to be original, to profit from the sale of their work. In 1710, Britain enacted its first copyright law, establishing authors as the legal owners of their work and giving new cultural currency to the idea of authors as originators.

This is when we start to see the modern use of “genius.” In an essay published in 1711, Joseph Addison cited Shakespeare as a “remarkable instance” of “these great natural geniuses” — those lit up by an inner light and freed from dependence on previous models.

But it was during the Romantic era that “the true cult of the natural genius emerged,” Ms. Garber writes — with Shakespeare as its signal example. He was a convenient case; so little biographical material existed that his story could be made up.

Paradoxically, the most potent illustration of Shakespeare-as-genius manifested itself as an apparent challenge to it. How could the son of a glover with a provincial education have written so knowingly of kings and queens and faraway lands? It must have been another, dissenters said, with the Earl of Oxford emerging as a favorite candidate. What’s remarkable here is the underlying assumption that Shakespeare’s plays emerged entirely outside the give-and-take of the theater. Shakespeare doubters, the Cleveland State University scholar James Marino says, “are taking the lone genius idea and doubling down.”

Today, the Romantic genius can be seen everywhere. Consider some typical dorm room posters — Freud with his cigar, the Rev. Dr. Martin Luther King Jr. at the pulpit, Picasso looking wide-eyed at the camera, Einstein sticking out his tongue. These posters often carry a poignant epigraph — “Imagination is more important than knowledge” — but the real message lies in the solitary pose.

In fact, none of these men were alone in the garrets of their minds. Freud developed psychoanalysis in a heated exchange with the physician Wilhelm Fliess, whom Freud called the “godfather” of “The Interpretation of Dreams”; King co-led the civil rights movement with Ralph Abernathy (“My dearest friend and cellmate,” King said). Picasso had an overt collaboration with Georges Braque — they made Cubism together — and a rivalry with Henri Matisse so influential that we can fairly call it an adversarial collaboration. Even Einstein, for all his solitude, worked out the theory of relativity in conversation with the engineer Michele Besso, whom he praised as “the best sounding board in Europe.”

Now, from disparate directions, a new view of the self has been gathering steam that allows us to begin seeing these old stories as though for the first time. Many factors are at play, not least the rise of the Internet, both for its actual mechanisms that bring people together and for its potency as a metaphor. And the social science of relationships is flourishing, starting with the relational foundations of human development.

Consider what happens when 4-month-olds interact with their mothers: They mimic one another’s facial expressions and amplify them. A baby’s grin elicits a mother’s smile, which leads the baby to a full-on expression of joy — round mouth, big eyes. “Both parties,” writes the psychiatrist Susan C. Vaughan, “are processing an ongoing stream of stimuli and responding while the stimulation is still occurring.” The implication, Ms. Vaughan argues, is that emotions are “peopled” from the start, centered in an interpersonal exchange rather than in an atomized self.

This is just one piece of an impressive body of research in social psychology and the new field of social neuroscience, which contends that individual agency often pales next to the imperatives of a collective.

The elemental collective, of course, is the pair. Two people are the root of social experience — and of creative work. When the sociologist Michael Farrell looked at movements from French Impressionism to that of the American suffragists, he found that groups created a sense of community, purpose and audience, but that the truly important work ended up happening in pairs, as with Monet and Renoir, and Susan B. Anthony and Elizabeth Cady Stanton. In my own study of pairs, I found the same thing — most strikingly with Paul McCartney and John Lennon.

WHY is this? For one thing, given that our psyches take shape through one-on-one exchanges, we’re likely set up to interact with a single person more openly and deeply than with any group. The pair is also inherently fluid and flexible. Two people can make their own society. When even one more person is added, roles and power positions harden. This may be good for stability but problematic for creativity. Three legs make a table stand in place. Two legs are made for moving.

Pairs also naturally engage each of the two people involved. In a larger group, an individual may lie low, phone it in. But nobody can hide in a pair.

It’s going to take some time to truly accept the significance of pairs in creative life, in part because so many partners, if they do their job well, remain hidden to the outside world. Most Vera Nabokovs never get acknowledged. Partnership is also obscured when the two people have distinct public identities. C.S. Lewis and J.R.R. Tolkien didn’t “collaborate” in the traditional sense, but, as a scholar of their work, Diana Pavlac Glyer, has shown, the influence of each on the other was critical to the work of both.

The pair is the primary creative unit — not just because pairs produce such a staggering amount of work but also because they help us to grasp the concept of dialectical exchange. At its heart, the creative process itself is about a push and pull between two entities, two cultures or traditions, or two people, or even a single person and the voice inside her head. Indeed, thinking itself is a kind of download of dialogue between ourselves and others. And when we listen to creative people describe breakthrough moments that occur when they are alone, they often mention the sensation of having a conversation in their own minds.

This phenomenon is so uncanny that the writer Elizabeth Gilbert has proposed that we return to the myth of the muses to help characterize it. That doesn’t mean there literally are “fairies who follow people around rubbing fairy juice on their projects and stuff,” Ms. Gilbert has said. But the core experience described by the muse-creator interaction — that of one entity helping to inspire another — is almost always true.

This raises vital questions. What is the optimal balance between social immersion and creative solitude? Why does interpersonal conflict so often coincide with innovation? Looking at pairs allows us to grapple with these questions, which are as basic to the human experience as the push and pull of love itself. As a culture, we’ve long been preoccupied with romance. But we should also take seriously something just as important, but long overlooked — creative intimacy.


The author of the forthcoming book “Powers of Two: Finding the Essence of Innovation in Creative Pairs.”

A version of this op-ed appears in print on July 20, 2014, on page SR6 of the New York edition with the headline: The End of ‘Genius’. 

Limite em free shop

O Ministério da Fazenda informou que a cota de importação de produtos pelas fronteiras terrestres só será reduzida em julho de 2015. O novo limite, de US$ 150, valerá quando as lojas francas do tipo Duty Free estiverem instaladas nas cidades de fronteira. Hoje, o brasileiro pode gastar até US$ 300 sem pagar 50% de imposto de importação.

E lá se vai a lógica do Duty Free. Poderemos comprar (e olhe lá) um óculos de sol Ray Ban OU um vidro de perfume Balenciaga OU um vinho do Porto Tawny Ou um bocado de Lindt.

A nota de esclarecimento acrescenta:
Além disso, a portaria assegura a harmonização com as regras utilizadas atualmente no Mercosul (Decisão CMC 53/08, internalizada pelo Decreto nº 6.870, de 4 de junho de 2009). Argentina, Uruguai e Paraguai já adotam a cota de US$ 150 e o Brasil era a única exceção até o momento.

Listas: 11 boas invenções

1. Gomas de mascar que limpam os dentes
O problema: Cerca de 4 bilhões de pessoas em todo o mundo sofrem de doenças bucais não tratadas como cáries e gengivite.

A solução: "Sweet Bites", uma goma de mascar que é reforçada com xilitol para limpar os dentes e prevenir doenças. A invenção não apenas pode ajudar o mundo a fazer avanços na área da saúde oral, como seus criadores esperam também que as mulheres empreendedoras possam vendê-las em comunidades pobres, ajudando a estimular o desenvolvimento econômico.

2. Um protetor bucal que pode detectar concussões
O problema: Detectar uma concussão é difícil, além disso, a falta de conhecimento pode levar os atletas a uma vida de danos cerebrais.

A solução: Mamori, que em japonês significa "proteger", é um protetor bucal com sensores embutidos que podem enviar alertas para jogadores e treinadores quando uma colisão é intensa o suficiente para causar uma concussão.

3. Uma desinfetante para as mãos portátil e com acesso à Internet
O problema: Um em cada quatro pacientes de hospitais na América fica doente só de estar no hospital de acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças. Apesar do fato de que lavar as mãos reduz esses casos da doença em até 40 por cento, há poucos sistemas para garantir que os trabalhadores do hospital lavem as mãos de forma consistente.

A solução: Uma nova ferramenta, SwipeSense, pretende revolucionar desinfetantes para as mãos, tornando-os portáteis e conectado à rede. Hospitais podem monitorar o uso que seus funcionários através de um aplicativo e garantir que muito menos doenças sejam compartilhadas ​​dentro de hospitais.

4. Um fogão solar sem fumaça para países em desenvolvimento
O problema: Cozinhar no mundo em desenvolvimento, muitas vezes requer grandes quantidades de combustível caro e cria fumaça nociva como um subproduto.

A solução: O Infinity Bakery e outros fornos solares semelhantes visam reduzir as doenças e economizar energia, oferecendo, um fogão movido a sol acessível para comunidades em desenvolvimento. O forno, que concentra os raios do sol, é feito de tambores de óleo reciclado, madeira, bambu e barro, para que possa ser produzido localmente e de forma rápida.

5. Um dispositivo portátil e barato para filtrar água
O problema: quase 1 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso a água limpa e segura, de acordo com o Projeto Água, uma organização sem fins lucrativos que se concentra em questões de água.

A solução: Portapure, um dispositivo de filtração de água de cinco litros, pode limpar a água suja de um lago ou rio e transformá-la em limpa, potável, sem a necessidade de comprimidos de purificação ou eletricidade. O dispositivo pode fornecer 3.000 - 5.000 litros de água potável antes que ele precisa de um novo filtro.

6. Canos de água que monitoram seus próprios vazamentos
O problema: Perdemos entre 12,5 milhões dólares e 92 milhões dólares americanos no valor de água potável a cada ano - isso só nos EUA - devido ao vazamento de tubulações, de acordo com um estudo de 2005 pela Sociedade Americana de Engenheiros Civis.

A solução: a tecnologia "Smart Pipe", que ainda está em desenvolvimento, usaria nanosensores para monitorar vazamentos em sistemas públicos de água, fazendo um uso mais eficiente da água.

7. Uma forma de digitalizar o conteúdo nutricional dos alimentos
O problema: Mesmo que os alimentos embalados seja rotulados com as informações nutricionais, muitas vezes não temos ideia do que está no alimento que comemos ao jantar fora.

A solução: Scio, um espectrômetro de bolso. O dispositivo serviria para medir o teor de calorias e química dos alimentos de modo que uma pessoa poderia essencialmente digitalizar qualquer alimento ou bebida e saber exatamente o que está nele.

8. Um chuveiro que reutiliza a própria água
O problema: chuveiros desperdiçam uma quantidade enorme de água e necessitam de uma enorme quantidade de energia.

A solução: O chuveiro OrbSys promete reduzir o uso da água em 90% e o consumo de energia em 80%. O OrbSys recicla a água do chuveiro, bombeando-o através de um filtro em um sistema de circuito fechado, e a água limpa que sai do filtro só precisa ser reaquecido minimamente. Mais tempo no banho, gastando menos.

9. Uma roda de bicicleta elétrica
O problema: Ir de bicicleta ao trabalho ou escola exige muita tensão física exagerada para aqueles que precisam usar trajes de negócios ou viajar longas distâncias.

A solução: SmartWheel é uma roda de bicicleta motorizada que pode ser usado em qualquer bicicleta. Substituindo uma das rodas por uma motorizado, seria possível eliminar uma série de desvantagens ao pedalar: o esforço físico, as limitações de tempo, o terreno variado. A roda permite que uma bicicleta alcance 20 quilômetros por hora, e também pode sincronizar com um smartphone para proteger contra roubo e monitorar a velocidade/distância percorrida pelo ciclista.

10. Embalagem feita a partir de fungos
O problema: embalagens de plástico e os materiais são à base de petróleo e geralmente não biodegradáveis, causando uma série de conseqüências ambientais e de saúde.

A solução: Uma nova empresa chamada Ecovative diz ter a solução para evitar o desperdício de plásticos em embalagens, isolamentos e carros: materiais feitos de subprodutos agrícolas e fungos, essencialmente cogumelos.

11. Tecido capazes de gerar eletricidade
O problema: Os corpos geram uma quantidade significativa de calor, mas a energia é perdida pelo ambiente. Temos necessidade de fontes alternativas de energia que não gerem poluição tóxica.

A solução: Roupas que capazes de carregar o seu aparelho celular podem soar como uma fantasia, mas esta tecnologia está realmente em desenvolvimento. Felt Power é um tecido que pode aproveitar o calor do corpo para produzir eletricidade. Um simples pedaço de tecido permitiria que uma pessoa pudesse carregar um celular apenas com próprio calor corporal.

Fonte: Aqui

23 julho 2014

Pós-graduação rima com…

Qual a primeira palavra (com rima) que vem a sua cabeça quando se fala em pós-graduação?

Posso apostar que se você for da turma do stricto sensu você pensou em Depressão. Aposto também que se você está nessa fase, a expressão “quem nunca?!”, nunca foi tão válida! Acertei?

Bem-vindo ao clube! Apenas com minhas observações empíricas, ou seja, sem procurar “estatísticas oficiais”, percebo que entre os meus colegas pós-graduandos oito em cada dez tiveram sintomas depressivos ou alguém nível de depressão no mestrado e/ou doutorado.

Isso me preocupa. E as vezes ocupa também. Muitas vezes observo as sérias consequências que essa fase na vida de muitas pessoas, que se frustram terrivelmente ou replicam hábitos ao mudar de posição de orientado para carrasco orientador .

Para mim, a depressão (e suas variantes) é um fenômeno tão sério dentro dos programas de pós-graduação que o departamento de psicologia está perdendo a oportunidade de desenvolver teses sobre isso. Por mais irônico que isso possa parecer. Os órgãos de fomento também deveriam começar a considerar uma “bolsa terapia” por que se algumas profissões são prejudicadas quando entramos na pós-graduação, os psicólogos e psiquiatras não são.

O pior é a desinformação de quem passa pelo processo ou vê alguém nele. A depressão é algo tão típico comum a pós-graduação quanto sonhar com a banca em véspera da defesa. A explicação é relativamente simples: uma combinação de cobrança excessiva (externa e interna), expectativa, frustração, ansiedade, raiva, decepção e outros sentimentos recolhidos, além da jornada de trabalho árdua, ausência de férias regulares, má alimentação, imaturidade, sedentarismo e preocupação.

Depressão tem tratamento, gente! Vai ficar ai sofrendo quando você deveria poderia estar bem? A terapia é algo extraordinário. Um momento seu, para crescer, fazer as pazes com o passado e ver a real dimensão dessa fase e do seu orientador. Terapia só não resolveu e você tem que ir ao psiquiatra? Vá, meu filho! “E não olhe para trás” Por que o drama? Se você, em pleno século XXI acha que essa especialidade médica “só trata de doido”, ai mesmo é que você precisa de um terapeuta! Aperta o F5 aí nos seus conceitos.

Além de tudo isso, ou melhor, sobretudo, busque o equilíbrio. Conheço muitos casos que as pessoas tomaram rotas alternativas para sair do processo depressivo. Em todo caso, a pós-graduação, embora digam o contrário, é um trabalho, uma fase (curta) da sua vida. Temos nesse tempo uma grande oportunidade de aprendizado pessoal e profissional.

Quando nós superamos a fase de sofrimento e mimimi reclamação e procuramos auxílio para sair desse ciclo (sentimentos mal resolvidos, cobrança, expectativa e frustração), podemos ver que a pós-graduação rima mesmo é com SUPERAÇÃO.

Literatura da melhor qualidade

Gabriel Garcia Marquez, João Ubaldo Ribeiro, Rubem Alves e Ariano Suassuna. Como pode?

Suassuna

Uou! Ariano Suassuna também? O céu certamente está mais interessante. E que lástima para os que ficam.

Rir é o melhor remédio

Curso de Contabilidade Básica: Imposto como Ativo

O ativo representa algo que pode produzir riqueza para a empresa no futuro. É interessante notar que esta definição de ativo abrange muitos itens que conhecemos: terrenos, estoques, valores a receber, aplicações financeiras e impostos. É estranho, mas os impostos podem ser um ativo. Isto ocorre quando uma empresa pode abater, no pagamento futuro de um imposto, um determinado valor. A legislação fiscal criar diversas alternativas onde isto é possível. Um exemplo são as normas para incentivar a exportação de certos produtos. Para os valores exportados, a empresa é “premiada” com um abatimento no imposto a ser pago no futuro. Assim, este “prêmio” é considerado um ativo.

Outra situação onde isto ocorre refere-se aqueles casos onde a empresa apresentou prejuízos seguidos ao longo do tempo. Para permitir a sobrevivência da empresa, a legislação fiscal pode permitir que este prejuízo acumulado, que aparece no balanço patrimonial, possa ser descontado do pagamento futuro do imposto de renda. Novamente o imposto é um ativo.


Veja um pedaço do balanço patrimonial da Marfrig para o final do primeiro trimestre de 2014.
A empresa apresenta um elevado volume de prejuízo acumulado. Se observarmos o ativo vamos encontrar o seguinte:

Do valor do ativo não circulante, 14% são do “imposto de renda e contribuição social diferida”. Este montante é um ativo, pois reduzirá o valor que a empresa irá pagar no futuro para o fisco. Para que isto ocorra é necessário que a empresa tenha no futuro lucro suficiente para poder reduzir o valor do imposto que irá pagar. A empresa aposta que sim.