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22 março 2022

Credibilidade da ciência e meio de divulgação

Lembro que já orientei uma pesquisa de TCC próxima, sobre o assunto. A fonte da informação pode fazer diferença em termos de credibilidade

projetamos e implementamos duas pesquisas em que os entrevistados indicaram a credibilidade em encontrar informações científicas on-line. Enquanto a primeira pesquisa comparou credibilidade em vários tipos de mídia, incluindo o Twitter, a segunda pesquisa se concentrou mais de perto nos elementos dos Tweets que podem contribuir para uma maior credibilidade. Este estudo nos permitiu estudar como as informações são percebidas on-line, bem como como os pesquisadores podem moldar suas mensagens para se destacar do dilúvio de informações na web.

O poder dessas pistas formais não deve ser subestimado. Nosso trabalho descobriu como as informações científicas on-line podem parecer mais credíveis, alterando apenas onde e como são apresentadas. A mesma descoberta científica foi percebida como mais credível se estivesse alojada em um local on-line mais credível (Fig. 1 [acima]). As capturas de tela de artigos científicos foram consistentemente consideradas as mais credíveis pelos entrevistados, o que sugere que as descobertas científicas originais geralmente começam em uma posição credível. Outros tipos de mídia, como notícias e postagens de blog, também tendem a ser um pouco credíveis. No entanto, obter cobertura da mídia ou escrever uma postagem completa no blog pode estar além das restrições de alcance ou tempo de um acadêmico ocupado. O Twitter, por outro lado, é a plataforma com a menor barreira de entrada para pesquisadores, facilitando o compartilhamento de seu trabalho pelos pesquisadores. Porém, descobrimos que as informações no Twitter eram consistentemente vistas como menos credíveis do que as outras opções.

Com respeito ao Twitter, apresentar uma figura do artigo ou do resumo traz mais credibilidade. 

02 novembro 2014

Fato da semana

Fato: O termo mais comum nas notícias relacionadas com a contabilidade foi a Credibilidade. A falta de combate à corrupção por parte das multinacionais brasileiras afeta a credibilidade do Brasil em tentar promover um ambiente empresarial mais saudável. Já a constituição da provisão por parte do UBS para os futuros litígios teve uma reação positiva por parte do mercado, que acreditou na palavra dos executivos da instituição suíça. A criação de um mecanismo para facilitar o processo de investimento no setor público, o RDC, tem sido questionado pelos atrasos nas obras. A tentativa da Petrobras de recuperar sua imagem, contratando dois escritórios de advocacia, mostra como é importante dar uma resposta mais precisa durante as crises. No caso da empresa estatal, em lugar de uma empresa de auditoria ou de investigação, a contratação de advogados para investigar ações que “porventura” tenham sido cometidas não ajudou em nada a credibilidade da atual gestão. Ao contrário da ex-estatal, Vale, que estava na relação dos locais mais desejados para se trabalhar do mundo. Finalmente, o Banco Central Europeu reprova instituições bancárias – que não o fez nos testes anteriores – para mostrar que seu papel de supervisor é confiável.

Qual a relevância disto? Um dos pressupostos da boa contabilidade é a confiabilidade. Podemos usar estes eventos para entender um pouco como podemos acertar (Vale e UBS) e como evitar erros (Petrobrás e RDC).

Positivo ou Negativo? Neutro.

Desdobramentos: A credibilidade sempre exercerá um grande papel no ambiente empresarial.

27 outubro 2014

Credibilidade

O Banco Central Europeu (BCE) reprovou 25 bancos da Zona do Euro em testes de resistência que envolveram um total de 130 instituições da região. O grupo afetado necessita de mais € 25 bilhões (US$ 31 bilhões) de capital, de acordo com um relatório divulgado neste domingo pela entidade.
Entre os bancos afetados, a instituição monetária com sede em Frankfurt cita nove italianos, três cipriotas e três gregos, assim como o alemão Münchener Hypothekenbank e o francês Caisse de Refinancement de l'Habitat. (...)

Esta operação, chamada "Comprehensive Assessment", mobilizou mais de 6.000 pessoas. Ela procura determinar com precisão a posição financeira dos bancos antes de o BCE assumir em 4 de novembro o papel de supervisor bancário (SSM), no âmbito da união bancária em curso de formação.
A análise foi realizada em duas fases. Desde novembro de 2013, o BCE realizou a sua "revisão de qualidade de ativos" (AQR), um raio-X dos ativos e créditos de 130 bancos da zona do euro (mais a Lituânia).

Ao mesmo tempo, a Autoridade Bancária Europeia (EBA), com sede em Londres, realizou novos "testes de estresse", um exercício de simulação para testar a solidez dos bancos, submetendo-os a cenários de risco. O mais sombrio prevê um retorno à recessão, em um contexto de crise nos mercados financeiros e a queda dos preços da habitação.

Fonte: Brasil Econômico

É interessante o texto do Estado de S Paulo sobre o mesmo assunto:

Estrategistas de dívida do ING acreditam que vários bancos precisam ser reprovados para dar credibilidade ao teste de estresse europeu. Segundo eles, os problemas tendem a se concentrar em bancos menores e de médio porte, principalmente na periferia da zona do euro.