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21 dezembro 2025

Caríssimo imperador


Um trecho do livro de Molina, de 2015. História dos jornais no Brasil: Da era colonial à regência (1500–1840), p. 317

Em mais de meio século de jornalismo panfletário, o imperador do Brasil foi o alvo predileto de Antonio Borges da Fonseca [redator de O Republico], um "liberal exaltado". Ele dizia que D. Pedro I era "carissimo", não por ser amado pelo povo, mas pelo que custava ao erário. 

Acho possível trocar D. Pedro I por muito político moderno, não? 

21 julho 2018

História da Contabilidade: Criação do Erário

Em 1808, quando a Família Real chegou ao Brasil, o rei de Portugal decidiu criar o Erário Régio. No ato de criação adotou-se o método das partidas dobradas, conforme o texto abaixo:
Conforme o texto (fiz aqui uma junção da página 2 com a 3, para facilitar a leitura), o método das partidas dobradas deveria ser adotado, por ser seguido pelas "nações mais civilizadas" (isto chama-se efeito demonstração), pela facilidade de uso, clareza, menor possibilidade de erros e por evitar subterfúgios e fraudes.

Já sabemos que efetivamente as partidas dobradas foram adotadas no país um século depois. Para alegria dos fraudadores e prevaricadores. Que, por sinal, não desapareceram.

16 maio 2013

Erário

Erário: Essa palavra tem seu berço no latim aerarium, que vem, por sua vez, de aes, bronze. O vocábulo indica genericamente as finanças do Estado em suas esferas federal, estaduais e municipais. Os recursos que alimentam o erário são provenientes, em sua maioria, dos impostos recolhidos da população. Na Antiguidade, era o edifício onde se guardava o tesouro público, os bens oficiais. Nos dias de hoje, a acepção é a mesma, a diferença é a quantidade de assaltos feitos a ele por marginais de colarinho branco, que, até outro dia, nele e esbaldavam e sumiam serelepes, gozando absoluta impunidade. Ainda bem que agora, esses meliantes estão maneirando um pouco, assustados com o rigor de uma Justiça atenta...
O berço da palavra. Márcio Cotrim. Correio Braziliense, 12 de maio de 2013.