Do Economic Times
As unidades indianas das quatro maiores firmas de auditoria encerraram o ano fiscal de 2026 como algumas das operações de crescimento mais rápido dentro de suas redes globais, em um momento em que o crescimento permaneceu lento em mercados maduros, o lucrativo mercado do Oriente Médio desacelerou e algumas regiões continuaram a registrar demissões. No ano fiscal de 2026, a PwC reportou uma receita bruta de cerca de 140 bilhões de rúpias, com crescimento de 21%, a Deloitte registrou 145 bilhões de rúpias, com crescimento de 22%. As receitas da KPMG ultrapassaram 100 bilhões de rupias, incluindo royalties, a venda de um ativo único e a receita da KDN, seu centro global de serviços. Já a EY, cujo ano fiscal termina em 30 de junho, ultrapassou 160 bilhões de rupias, segundo dois sócios seniores que falaram sob condição de anonimato.
Comparar as empresas, no entanto, não é simples. As empresas, que operam como parcerias privadas, estão em uma corrida para parecerem maiores e têm adotado cada vez mais diferentes estilos de divulgação de receita. Alguns incluem despesas repassadas aos clientes, GST (Imposto sobre Bens e Serviços), royalties recebidos pela sede global, trabalho terceirizado, trabalho focado na Índia executado por meio de centros de entrega globais e até mesmo venda de ativos, criando uma variação de 10% a 25% nos valores da receita.

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