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20 fevereiro 2016

Brocolis na dieta de ricos e pobres

Talvez o brócolis também não goste de você.
Fonte: Aqui
O brócolis é nutritivo e ele sabe disso. Desde que os humanos e outros animais que comem plantas passaram a ter motivo para consumir um bocado de brócolis, o legume começou a produzir “goitrin”, um composto que têm sabor amargo para pessoas com certos genes – que funciona como uma defesa contra ser comido. Outros vegetais que vêm da mesma planta, como o couve de Bruxelas, empregam estratégias de proteção similares.

Mas como o podcast Surprisingly Awesome apontou, o sabor-armadura do brócolis pode ser bastante efetivo, como evidenciado pela reação de desgosto de várias crianças ao experimentá-lo pela primeira vez. Mas essas crianças podem aprender a eventualmente apreciá-lo: um estudo realizado em 1990 descobriu que é necessário apresentar novas comidas às crianças entre 8 a 15 vezes antes que elas comecem a aceitá-la. Isso, claro, não sai barato.

Uma vez rejeitada, boa parte das 8 a 15 porções de brócolis (ou cenoura, ou grãos integrais, ou peixe) vão parar no chão e depois vão para o lixo. E, ainda, os pais precisam comprar comida reserva confiável para suprir a falta alimentar.

Quem pode custear esse tipo de gasto?  Não os pais com um orçamento alimentar apertado.

Um estudo demonstrou que o preço de inclusão de alimentos saudáveis nas dietas alimentares infantis é o suficiente para fazer com que uma quantidade significante de pais nem tente. Essa decisão de corte de custos pode explicar algumas das diferenças entre como americanos ricos e pobres comem.

Leia mais aqui (em inglês).

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